Roudinesco, Derrida e a família

Publicado recentemente na frança um diálogo entre Jacques Derrida e Elisabeth Roudinesco, “De Quoi Demain…” (Fayard-Galilée), em que o filósofo e a historiadora da psicanálise debatem questões dos tempos atuais. Entre elas, se destacam as discussões da família _decomposta, recomposta, unigênero, clonada e, acima de tudo, desordenada.
A fluidez do modelo familiar nos tempos que correm faz repensar “o que é que se chama família”, segundo Derrida. Não há um modelo eterno e imutável organizado em torno da procriação _o que significa que a família é transistórica. Já Roudinesco defende o direito de casais homossexuais terem filhos, por meio de adoção, inseminação artificial etc
Publicado recentemente na frança um diálogo entre Jacques Derrida e Elisabeth Roudinesco, “De Quoi Demain…” (Fayard-Galilée), em que o filósofo e a historiadora da psicanálise debatem questões dos tempos atuais. Entre elas, se destacam as discussões da família _decomposta, recomposta, unigênero, clonada e, acima de tudo, desordenada.
A fluidez do modelo familiar nos tempos que correm faz repensar “o que é que se chama família”, segundo Derrida. Não há um modelo eterno e imutável organizado em torno da procriação _o que significa que a família é transistórica. Já Roudinesco defende o direito de casais homossexuais terem filhos, por meio de adoção, inseminação artificial etc

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