Livro: Meninas do Porto

Meninas do Porto Mitos e realidade da Prostituição infanto-juvenil..

Autoras: –
Maria Tereza Verardo –
Marcia S. Farah Reis –
Rosângela Mendes Vieira.

Editora: Nome da Rosa.

144 Páginas.

Não é segredo para ninguém que a prostituição infanto-juvenil é um dos problemas mais …
Meninas do Porto Mitos e realidade da Prostituição infanto-juvenil..

Autoras: –
Maria Tereza Verardo –
Marcia S. Farah Reis –
Rosângela Mendes Vieira.

Editora: Nome da Rosa.

144 Páginas.

Não é segredo para ninguém que a prostituição infanto-juvenil é um dos problemas mais …
Meninas do Porto Mitos e realidade da Prostituição infanto-juvenil.

Autoras:
Maria Tereza Verardo
Marcia S. Farah Reis
Rosângela Mendes Vieira

Editora: Nome da Rosa

144 Páginas

Não é segredo para ninguém que a prostituição infanto-juvenil é um dos problemas mais graves deste nosso país. A cada dia centenas de meninas são lançadas às ruas em busca de alguma espécie de sobrevivência.
O que as leva para as ruas? O que nossa sociedade e os orgãos competentes podem fazer para evitar tamanha violência infanto-juvenil? Como encaminhar meninas que vivem essa realidade para que tenham acesso a um mundo melhor e mais saudável?
Há anos trabalhando com meninas prostituídas e com o cenário da violência, as autoras trilham rumos para tentar responder a essas e tantas outras questôes de um tema complexo. Mais que isso, polemizam esse assunto, o descaso e as contradições que essa sociedade como um todo impõe a essas meninas, e apontam uma conclusão quase que estarrecedora: Nossas meninas prostituídas não são fruto apenas da miséria econômica perpetuada nesse país, mas principalmente da violência, em todos os níveis, que sofrem dentro de suas famílias de origem.
Sem suposições vagas e apoiadas em alarmantes dados reais, numa linguagem direta e simples as autoras contam histórias verídicas de um mundo obscuro, repleto de violência familiar, de abuso sexual e de tentativas das próprias autoras encaminharem muitas das vítimas para um convívio social singular.
Elas, meninas e autoras, conviveram, sofreram, trabalharam e se surpreenderam juntas em vários momentos. Surpreenderam-se principalmente ao perceberem que – unidas – poderiam transformar sua condição de marginalizadas em pessoas investidas de plena cidadania.

Autor da Opinião: RedePsi
Link Relacionado: Editora Nome da Rosa

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