Psicoterapia, ansiedade e controle de peso

Com a psicoterapia a pessoa passa a se conhecer melhor, aprende a mudar seus hábitos alimentares e é capaz de controlar as emoções. A idéia de que todo obeso sofre de ansiedade em algum momento na vida é defendida por vários psiquiatras. Mesmo quando a causa da gordura está na tireóide, devido ao baixo metabolismo, a pessoa passa a sofrer de ansiedade depois que se vê gorda…

[url=http://bemstar.ig.com.br/index.php?modulo=corpoevida_mat&type=5&url_id=683&PHPSESSID=d5c6536677cdb598a6f3645dac927ab0]Fonte: IG Bem Estar[/url]
Com a psicoterapia a pessoa passa a se conhecer melhor, aprende a mudar seus hábitos alimentares e é capaz de controlar as emoções. A idéia de que todo obeso sofre de ansiedade em algum momento na vida é defendida por vários psiquiatras. Mesmo quando a causa da gordura está na tireóide, devido ao baixo metabolismo, a pessoa passa a sofrer de ansiedade depois que se vê gorda…

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Por isso é que a ansiedade pode ser a causa primária ou secundária da obesidade – embora esteja sempre a seu lado. O gordo fica ansioso porque está gordo e come mais. Quem é magro, mas ansioso, tende a comer mais por conta de seu estado emocional. Aí ganha peso. O mesmo processo ocorre com quem sofre de depressão e angústia. O indivíduo desconta na comida o que sente e acaba engordando

De que forma a ansiedade está ligada ao ganho de peso?

O endocrinologista Fillipo Pedrinola, de São Paulo, membro da Associação Brasileira para estudos da Obesidade ( ABESO), diz que as pessoas ansiosas engordam porque ficam presas a um círculo vicioso: o estresse do dia-a-dia as torna mais ansiosas, levando-as a comer mais. Mais gordas, elas ficam ainda mais ansiosas e agem compulsivamente diante dos alimentos, ganhando mais peso ainda. Quem é do sexo feminino, por ter menos serotonina do que os homens, está mais suscetível à ansiedade. Além disso, o período pré-menstrual também provoca uma tendência a comer mais, pois as taxas de serotonina, nesse período, ficam ainda menores.

Qual o papel da alimentação e da atividade física no combate à obesidade gerada pela ansiedade?

Para desespero dos “chocólatras”, segundo a Universidade da Pensilvânia não há muito o que fazer para frear a compulsão ao consumo de chocolate. Este, assim como qualquer tipo de doce e guloseima, estimula o cérebro a produzir serotonina, que nada mais é do que o neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer. Os cientistas dizem que há uma associação evidente entre a carência deste neurotransmissor e o consumo destes “supercalóricos”. Logo atrás do chocolate vem as guloseimas menos saudáveis, como pizza, batata frita e sorvete.

A boa orientação nutricional apontará ao paciente quais alimentos deve ingerir quando está ansioso. Existem alternativas com baixo valor calórico e efeito calmante. E não adianta cortar todos os alimentos engordativos de uma vez, já que essa atitude só causaria mais ansiedade. É preciso uma atitude compreensiva e acolhedora diante da queixa do paciente. Já os exercícios físicos, especialmente os aeróbios combinados a atividades relaxantes não contribuem apenas na queima de calorias. Elas estimulam a produção de endorfina, livrando a pessoa do estresse e garantindo-lhe bem-estar físico e emocional. Exercitando-se, come-se menos quando se está ansioso.

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