EUA não querem falar de sexo cinco décadas após a morte deKinsey

Meio século depois da revolução iniciada por AlfredC. Kinsey, os Estados Unidos ainda têm dificuldade em falar sobre sexo, como mostram as reações iradas à estréia do filme “Kinsey”, que narra a vida do sexólogo. O mesmo país que se escandalizou quando um seio da cantora Janet Jackson foi exposto às câmeras em fevereiro em um show durante o “Super Bowl”, final da liga de futebol americano, agora vocifera contra um filme que fala de temas como masturbação, infidelidade e homossexualidade, os assuntos favoritos do cientista.

Fonte: [url=http://noticias.uol.com.br/saude/ultnot/efe/2004/11/13/ult2067u353.jhtm]Portal UOL Corpo & Saúde[/url]Meio século depois da revolução iniciada por AlfredC. Kinsey, os Estados Unidos ainda têm dificuldade em falar sobre sexo, como mostram as reações iradas à estréia do filme “Kinsey”, que narra a vida do sexólogo. O mesmo país que se escandalizou quando um seio da cantora Janet Jackson foi exposto às câmeras em fevereiro em um show durante o “Super Bowl”, final da liga de futebol americano, agora vocifera contra um filme que fala de temas como masturbação, infidelidade e homossexualidade, os assuntos favoritos do cientista.

Fonte: [url=http://noticias.uol.com.br/saude/ultnot/efe/2004/11/13/ult2067u353.jhtm]Portal UOL Corpo & Saúde[/url]

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