Profissionais da saúde envolvidos em interrogatório em Guantanamo

Agindo em contradição com a ética em saúde, médicos, psiquiatras e psicólogos têm realizado um papel ativo nos interrogatórios de presos estrangeiros na prisão americana localizada em Guantanamo, Cuba.
De acordo com a reportagem, os médicos não guardam as confdências dos prisioneiros e usam o que eles aprenderam para auxiliar nos interrogatórios.

Fonte: [url=http://www.forbes.com/lifestyle/health/feeds/hscout/2005/06/22/hscout526470.html]Forbes.com[/url][url=http://www.forbes.com/lifestyle/health/feeds/hscout/2005/06/22/hscout526470.html]BBC News[/url]
Agindo em contradição com a ética em saúde, médicos, psiquiatras e psicólogos têm realizado um papel ativo nos interrogatórios de presos estrangeiros na prisão americana localizada em Guantanamo, Cuba.
De acordo com a reportagem, os médicos não guardam as confdências dos prisioneiros e usam o que eles aprenderam para auxiliar nos interrogatórios.

Fonte: [url=http://www.forbes.com/lifestyle/health/feeds/hscout/2005/06/22/hscout526470.html]Forbes.com[/url][url=http://www.forbes.com/lifestyle/health/feeds/hscout/2005/06/22/hscout526470.html]BBC News[/url]
Acredita-se que exista uma regra ou um limite para psicólogos que queiram desenvolver estratégias para interrogatórios de leis. Mas, desenvolver o que tem sido amplamente reportado sobre o tipo de táticas usadas em Guantanamo, parece que é ir longe demais, pois concluiu-se que o Grupo de Consultas à Ciência do Comportamento esteve envolvido de forma ivasiva.
Não somente há causas prováveis para suspeitar que os membors desse grupo são cúmplices, mas a necessidade de confidências deixam os participantes e cuidadores clínicos em um processo invasivo.
Existem questões aparecendo sobre isso, que vão além de se prisioneiros têm acesso ao cuidado médico. A necessidade da confidência pode prevenir alguém bsucando cuidados médicos, se eles não conhecerem que isto vai se usado contra eles em uma interrogação.”
Foi admitido que “as consultas às ciências comportamentais”estão ajudando os interrogatórios que exploram prisineiros e o trabalho como doutor é tratar e sara, não facilitar interrogatórios”.
A Ciência do comportamento pode observar, mas não conduzir ou mesmo dirigir os interrogatórios.

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