Casos de transtornos mentais variam de acordo com sexo, renda e escolaridade

Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) avaliou a prevalência dos transtornos mentais comuns – estados de estresse, ansiedade ou depressão que podem evoluir para uma doença psiquiátrica – em populações atendidas pelo Programa Saúde da Família.
Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) avaliou a prevalência dos transtornos mentais comuns – estados de estresse, ansiedade ou depressão que podem evoluir para uma doença psiquiátrica – em populações atendidas pelo Programa Saúde da Família.
O resultado é que 24,1% dos entrevistados apresentavam quadros compatíveis com transtornos mentais, uma proporção considerável, que é ainda maior nas mulheres, nas categorias de menor renda e de menor escolaridade. A pesquisa foi realizada na Vila Nova Cachoeirinha e na Vila Curuçá, na zona Norte e Leste da cidade de São Paulo, respectivamente, de acordo com indicadores como sexo, renda e escolaridade.

“O combate ao problema não depende só de uma ação em saúde, devendo ser intersetorial, envolvendo áreas como educação, cultura, trabalho e promoção social”, explica o professor Reinaldo Gianini, que participou da pesquisa. A população deve ser informada sobre como enfrentar os transtornos, expondo e verbalizando o que sente. A construção de redes de apoio familiar e social também é importante, além de atividades físicas e culturais. Os que forem diagnosticados com transtornos mais graves devem ser encaminhados para tratamento adequado, pois, quando os sintomas deixam de ser transitórios indicam quadros neuróticos.

fonte:[url=http://www.usp.br/agenciausp/repgs/2005/pags/261.htm]www.usp.br[/url]

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