Videogame sem joystick contra lesão cerebral

O neuroeducador é uma espécie de videogame sem joystick. Só que os sinais que orientam os movimentos virtuais vão direto do cérebro do usuário para a tela do computador. Não é necessário usar as mãos. Mesmo porque muitos dos jogadores não têm essa habilidade. Não no começo da partida
O neuroeducador é uma espécie de videogame sem joystick. Só que os sinais que orientam os movimentos virtuais vão direto do cérebro do usuário para a tela do computador. Não é necessário usar as mãos. Mesmo porque muitos dos jogadores não têm essa habilidade. Não no começo da partida
Há até alguns anos, vítimas de lesões cerebrais tinham no máximo um ano para recuperar funções motoras – depois disso, pouco se podia fazer. Agora, pacientes que sofreram derrames ou traumas podem ter seu prazo de reabilitação prorrogado para a vida toda. “Não importa se o acidente aconteceu há vinte anos – é sempre possível recuperar alguma função”, afirma o psicólogo Bernard Brucker, da Universidade de Miami.

Psicólogo? Sim, psicólogo. O criador do neuroeducador, o tal videogame cerebral, bem que poderia ser neurologista ou fisioterapeuta, não fosse seu método baseado num tradicional conceito da psicologia: o condicionamento operante, que consiste na repetição de tentativas até que se atinja o objetivo desejado. “A máquina é apenas uma ferramenta para tornar esse processo mais eficaz.”

Brucker esteve em São Paulo em novembro para acompanhar o trabalho do Centro de Reabilitação Bernard Brucker (CRBB), fundado em 1997 pela UniSant’Anna, o único centro autorizado a realizar seu protocolo no Brasil. A fisioterapeuta Maria Eugênia Mayr Debiase foi treinada pelo próprio Brucker e hoje coordena as atividades com o neuroeducador no CRBB.

fonte:[url=http://www.atribunamt.com.br/?f=ver_noticia&id=24528]www.atribunamt.com.br[/url]

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