Brasil assume Vice-Presidência da Comissão Interamericana para Controle do Abuso de Drogas – CICAD.

O Brasil, representado pelo Secretário Nacional Antidrogas, Paulo Roberto Yog de Miranda Uchôa, assumiu a vice-presidência da Comissão Interamericana para Controle do Abuso de Drogas – CICAD, órgão da Organização dos Estados Americanos – OEA. Leia na íntegra o pronunciamento do Secretário Nacional Antidrogas no ato da posse:

O Brasil, representado pelo Secretário Nacional Antidrogas, Paulo Roberto Yog de Miranda Uchôa, assumiu a vice-presidência da Comissão Interamericana para Controle do Abuso de Drogas – CICAD, órgão da Organização dos Estados Americanos – OEA. Leia na íntegra o pronunciamento do Secretário Nacional Antidrogas no ato da posse:

“O engajamento do Brasil nos esforços de cooperação regional para o tratamento da questão das drogas data de várias décadas. Reconhecendo um problema que começava a se agravar na região, no início dos anos setenta, o Brasil apoiou a primeira iniciativa – de autoria da Argentina – de dar-se tratamento regional ao problema das drogas no hemisfério, a qual resultou na aprovação, em 1973, do Acordo Sul-Americano sobre Entorpecentes e Psicotrópicos – ASEP. À luz desse acordo, criou-se um mecanismo sub-regional de acompanhamento, que foi um precursor importante da cooperação multilateral antidrogas na região.

Na década seguinte, em 1986, o Brasil sediaria, no Rio de Janeiro, a Conferência Especializada Interamericana sobre o Tráfico de Entorpecentes, a qual deu origem à CICAD. Nosso Governo participou, ainda, ativamente, das negociações para a elaboração do Programa Interamericano de Ação do Rio de Janeiro contra o Consumo, a Produção e o Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Substâncias Psicotrópicas, assinado na mesma ocasião. Grande também seria o nosso engajamento, dez anos mais tarde, por ocasião da elaboração da Estratégia Hemisférica Antidrogas, aprovada em Montevidéu em 1996.

O Brasil apoiou, ainda, com entusiasmo, a proposta de criação do Mecanismo de Avaliação Multilateral – MEM, em 1999 e vem, desde então, prestando toda a colaboração possível para a consolidação, fortalecimento e aperfeiçoamento deste instrumento valioso, que vem, inclusive, servindo de modelo para mecanismos semelhantes em novas esferas da atuação multilateral, tais como corrupção e direitos humanos.

fonte:[url=http://www.antidrogas.com.br/mostranoticia.php?c=3072&msg=Brasil]www.antidrogas.com.br[/url]

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