Conheça os fatores que desencadeiam a depressão

A depressão nem sempre é desencadeada pela falta de serotonina no cérebro. Ainda que esta seja uma situação comum, existem outras formas de depressão que não dependem unicamente da falta, ou melhor, do desequilíbrio da serotonina. Existe a depressão reativa, aquela que acontece após um evento estressante como a perda de uma pessoa querida. Ainda que o quadro de depressão seja o mesmo, a origem e causas são diferentes. A depressão pode aparecer em pessoas sem nenhum histórico familiar, ainda que isso não seja o mais comum.

A depressão nem sempre é desencadeada pela falta de serotonina no cérebro. Ainda que esta seja uma situação comum, existem outras formas de depressão que não dependem unicamente da falta, ou melhor, do desequilíbrio da serotonina. Existe a depressão reativa, aquela que acontece após um evento estressante como a perda de uma pessoa querida. Ainda que o quadro de depressão seja o mesmo, a origem e causas são diferentes. A depressão pode aparecer em pessoas sem nenhum histórico familiar, ainda que isso não seja o mais comum.

O componente familiar aumenta bastante a vulnerabilidade para o quadro depressivo. Por este motivo, programas de prevenção que focam familiares com quadros depressivos apresentam maiores índices de eficácia.

Nem sempre há um fundo emocional. A base da doença é predominantemente de causa orgânica, como um desequilíbrio nos níveis de serotonina no cérebro. Em geral, fundo emocional e vulnerabilidade orgânica trabalham de forma complementar para o equilíbrio do indivíduo. Todas as doenças psiquiátricas apresentam um fundo depressivo. Cabe ao psiquiatra identificar se quadro o caracteriza realmente a própria depressão ou é conseqüência de algum outro transtorno psiquiátrico.

(*) Arthur Guerra de Andrade, psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein e Professor Associado do Departamento de Psiquiatria da USP (Fmusp).

GINECOLOGIA

TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL (TPM): DOENÇA OU “FRESCURA”

As mudanças de comportamento que ocorreram nas vidas das mulheres nos últimos anos proporcionaram o aparecimento de novas doenças, principalmente às relacionadas ao aparelho ginecológico e aos distúrbios psicossomáticos. As principais são a endometriose e tensão pré-menstrual. A sintomatologia da tensão pré-menstrual causa grande transtorno ao dia-a-dia das mulheres e repercutem nas pessoas que convivem ao seu redor.

As alterações de humor, com quadros de depressão e agressividade, atingem diretamente o companheiro, os filhos, outros membros da família e também colegas de trabalho. Os sintomas podem durar até 14 dias, coincidindo com a fase progestacional do ciclo menstrual. Atualmente, existem dados estatísticos comprovando aumento de acidentes de trânsito, de trabalho, e domésticos, quando a mulher encontra-se no período pré-menstrual.

Todas as orientações médicas para este quadro devem ser compartilhadas pela paciente e pelo seu companheiro, pois é necessário que as pessoas que convivem com a mulher entendam que se trata de uma doença, não sendo possível que ela evite os sintomas ou ainda controlá-los. Dessa forma, não se deve cobrar delas apenas o autocontrole, já que muitas necessitam de tratamento com medicamentos e suporte psicoterápico. Portanto, trata-se de doença, com sintomas diversos, causados por alteração de substância química no metabolismo cerebral e as mulheres que apresentam este quadro devem ser amparadas e compreendidas.

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