Ricos sobrevivem mais a ataques cardíacos

Muitas populações apresentam variações entre status social e índice de sobrevivência quando o assunto se trata de ataques cardíacos.
Muitas populações apresentam variações entre status social e índice de sobrevivência quando o assunto se trata de ataques cardíacos.
A pesquisa foi realizada em Ontário no Canadá com 3407 pacientes que foram hospitalizados devido a infarto. As pessoas hospitalizadas não tinham restrição quanto a idade, sexo, etnia ou histórico de doenças coronarianas. Foram analisados o índice de sobrevivência durante os 2 anos que se seguiram ao ataque.

A relação entre renda e mortalidade foi grande, as duas variáveis eram diretamente proporcionais, ou seja, quanto maior a renda maior era o índice de sobrevivência entre os pacientes.

Quando novas perspectivas foram colocadas em jogo, a diferença de renda foi menos significativa, quando comparada a fatores como idade e histórico de problemas cardiovasculares. A pesquisa então sugeriu que a sobrevivência se deve a capacidade financeira dos mais abonados de seguirem tratamentos mais rigorosos e caros durante os anos que se seguem, desta forma aumentando suas chances de sobrevivência.

Fonte: [url=http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=6452]www.uol.com.br[/url]

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