Coração sofre com a solidão

Um novo estudo mostra que as pessoas que vivem sozinhas dobram o risco de desenvolverem um problema coronariano, tal como infarto do miocárdio, dor torácica cardíaca ou até mesmo morte súbita de origem cardíaca.
Um novo estudo mostra que as pessoas que vivem sozinhas dobram o risco de desenvolverem um problema coronariano, tal como infarto do miocárdio, dor torácica cardíaca ou até mesmo morte súbita de origem cardíaca.
No estudo, publicado na revista Journal of Epidemiology and Community Health, os pesquisadores acompanharam mais de 138.000 adultos com idades entre 30 e 69 anos moradores de uma região da Dinamarca. Durante dois anos, 646 pessoas receberam o diagnóstico de infarto agudo do miocárdio, dor torácica de origem cardíaca, ou morte súbita de origem cardíaca.

Utilizando informações acerca de idade, sexo, nível educacional, e outros fatores populacionais, os investigadores verificaram que a idade e o fato de viver sozinho foram os dois preditores mais fortes de uma doença coronariana aguda. As mulheres com idades acima de 60 anos e os homens com mais de 50 anos, ambos vivendo sozinhos, tiveram o maior risco de morte dentro de trinta dias após o diagnóstico desta condição.

Os pesquisadores, analisando os resultados, sugerem que os médicos deveriam investigar qual é o tipo de vida de seus pacientes (se vivem sós ou acompanhados), da mesma maneira que avaliam a idade e os fatores de risco individuais de cada um.

Fonte: [url=http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=6528]www.bibliomed.com.br[/url]

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