E-grupo discutirá políticas públicas para os povos indígenas

O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo pretende organizar em breve um e-grupo – rede de debates e troca de informações por e-mail -, para discutir a formulação de políticas públicas de saúde voltadas aos povos indígenas.

Desde maio, o CRP SP vem levantando informações sobre profissionais da área da saúde que estudam a matéria. Cerca de 15 psicólogos, que trabalham com as questões indígenas, já foram identificados.

No II Congresso Brasileiro de Psicologia: Ciência & Profissão, que ocorreu de 5 a 9 de setembro, em São Paulo, no debate “Conversando Sobre…”, que abordou a “Subjetividade de Povos Indígenas”, foram feitos novos contatos com representantes de órgãos governamentais e não-governamentais interessadas em abordar o tema.

Com a troca de experiências, será possível elaborar relatórios que apontem para a construção dessas políticas públicas. “Queremos proporcionar o contato entre psicólogos. Existem trabalhos isolados e pouco texto produzido. É necessária a realização de eventos para as pessoas falarem sobre a saúde de povos indígenas, identificarem as demandas e apresentarem dificuldades encontradas”, ressaltou Lumena Celi Teixeira, conselheira do CRP SP.

Fonte: www.crpsp.org.br
O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo pretende organizar em breve um e-grupo – rede de debates e troca de informações por e-mail -, para discutir a formulação de políticas públicas de saúde voltadas aos povos indígenas.

Desde maio, o CRP SP vem levantando informações sobre profissionais da área da saúde que estudam a matéria. Cerca de 15 psicólogos, que trabalham com as questões indígenas, já foram identificados.

No II Congresso Brasileiro de Psicologia: Ciência & Profissão, que ocorreu de 5 a 9 de setembro, em São Paulo, no debate “Conversando Sobre…”, que abordou a “Subjetividade de Povos Indígenas”, foram feitos novos contatos com representantes de órgãos governamentais e não-governamentais interessadas em abordar o tema.

Com a troca de experiências, será possível elaborar relatórios que apontem para a construção dessas políticas públicas. “Queremos proporcionar o contato entre psicólogos. Existem trabalhos isolados e pouco texto produzido. É necessária a realização de eventos para as pessoas falarem sobre a saúde de povos indígenas, identificarem as demandas e apresentarem dificuldades encontradas”, ressaltou Lumena Celi Teixeira, conselheira do CRP SP.

Fonte: www.crpsp.org.br

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