Brasil tem alto índice de estudantes tardios, diz IBGE

Mesmo com a queda no analfabetismo e a melhora na frequência na escola nos últimos dez anos, o percentual de estudantes com idade acima da recomendada em relação ao ano letivo ainda é alto no país.
Mesmo com a queda no analfabetismo e a melhora na frequência na escola nos últimos dez anos, o percentual de estudantes com idade acima da recomendada em relação ao ano letivo ainda é alto no país.
A Síntese dos Indicadores Sociais 2006, elaborado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que a defasagem escolar sofreu uma redução nos últimos dez anos, mas ainda é considerada um problema grave na educação brasileira.

A defasagem ocorre quando um estudante tem idade incompatível com a série que cursa. Por exemplo, ele tem 18 anos e está cursando a sétima série.

A defasagem é maior para estudantes da oitava série. Em 2005, 36,4% dos estudantes nessa série estavam defasados em mais de dois anos em relação à sua idade.

A evasão escolar também foi outro problema apontado. Somente 53% dos estudantes concluem a oitava série.

O analfabetismo retrocedeu 4,5 pontos percentuais entre 1995 e 2005. No entanto, a freqüência em creches ainda é pequena. Em 95, a frequência a creches de crianças de 0 a 3 anos correspondia a 7,6% e chegou a 13,3% em 2005.

Entre adolescentes de 15 a 17 anos a taxa de freqüência escolar apresenta tendência de crescimento nos últimos anos e chega a 81,7%.

Para os jovens entre 18 e 24 anos, somente 31,6% têm acesso à universidade.

Na faixa etária entre 10 e 15 anos, 85,5% somente estudam. Entre 16 e 17 anos, 54,4% somente estudam. Entre 18 e 19 anos, 27,6% só estudam. De 20 a 24 anos esse percentual é de 10,5%.

Fonte: [url=http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u19226.shtml]Folha online[/url]

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