Rompendo Barreiras: os desenhos do medo e o suporte da literatura

Com este relato, pretendo demonstrar como a literatura e a expressão plástica servem de suporte arteterapêutico.  Deprimida, sem saber cuidar de sua vida, Luiza escolheu a terapia alternativa;negava-se a tomar medicamentos. Seus objetivos eram: ficar bem com o marido, realizar-se profissionalmente e sentir-se feliz com sua família. Quando o medo de Luiza foi acessado, tal sentimento era retomado de tempos em tempos através de recursos artísticos e lingüísticos que foram fundamentais e que funcionaram também como disparadores. Trouxe os livros que marcaram sua vida e eles foram lidos por mim e trabalhados em outras sessões. Catarses e insights romperam barreiras e eliminaram fantasias. Seu movimento de libertação foi contínuo devido à sua vinculação e à sua persistência. Até que comemoramos o dia em que se deu alta.

Este trabalho foi apresentado na XI JORNADA GAÚCHA DE ARTETERAPIA e no VIII ENCONTRO DE TERAPIAS EXPRESSIVAS que ocorreram no dia 25 e 26 de Maio de 2007, no Hotel Plaza São Rafael – Porto Alegre – RS – Brasil, quando do VI CONGRESSO SUL AMERICANO DE CRIATIVIDADE.

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