Neurônios jovens se aproveitam dos mais velhos

Como crianças novas na vizinhança, neurônios recém-formados tentam avidamente se enturmar com o grupo local. Logo após o nascimento, as células seguem rapidamente para onde está o agito e passam a tentar se ligar com os neurônios maduros que compõem as conexões já estabelecidas.
Como crianças novas na vizinhança, neurônios recém-formados tentam avidamente se enturmar com o grupo local. Logo após o nascimento, as células seguem rapidamente para onde está o agito e passam a tentar se ligar com os neurônios maduros que compõem as conexões já estabelecidas.
Depois que os novatos crescem, ficam mais fortes e ousados e acabam expulsando os mais velhos. As observações são de um estudo feito por pesquisadores do Instituto Salk de Estudos Biológicos que será publicado esta semana na edição on-line da revista Nature Neuroscience.

“A adição de novos neurônios poderia ser um processo muito problemático caso células recém-nascidas se conectassem em qualquer lugar, mas se elas apenas substituem conexões preexistentes, a chance de erro é menor”, explicou Fred Gage, um dos autores do estudo.

Os neurônios estabelecem contatos por meio de estruturas chamadas sinapses. À medida que um sinal transmitido por uma ramificação nervosa chega a uma área de contato pré-sináptica, ele libera um impulso químico. Essas moléculas sinalizadoras viajam pela sinapse e induzem um sinal para a fibra nervosa receptora ou dendrito – parte do neurônio especializada na recepção de estímulos.

Fonte: Mente e Cérebro

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