Cai produtividade do trabalhador brasileiro: conheça alguns motivos!

Segundo dados da 5ª edição dos "Indicadores-chave do Mercado de Trabalho", da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a produtividade do trabalhador brasileiro diminuiu em 25 anos: em 1980, suas atividades rendiam US$ 15,1 mil, ante US$ 14,7 mil em 2005.
Segundo dados da 5ª edição dos "Indicadores-chave do Mercado de Trabalho", da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a produtividade do trabalhador brasileiro diminuiu em 25 anos: em 1980, suas atividades rendiam US$ 15,1 mil, ante US$ 14,7 mil em 2005.
A produtividade é definida como a relação entre os resultados obtidos – toneladas, litros, trabalho – e os recursos utilizados – pessoas, máquinas, materiais. Quanto maiores forem os resultados obtidos ou menor a quantidade de recursos utilizados, maior a produtividade.

Esta relação, no entanto, pode ser prejudicada por alguns motivos, os quais seriam considerados "vilões" da produtividade. Conhecê-los é fundamental para não deixar que afetem seu desempenho.

Vilões E-mails, mensagens instantâneas, perguntas de colegas e telefonemas inesperados. Quem consegue se concentrar diante de tantas interrupções? Pois saiba que estes são alguns dos principais "vilões" no ambiente de trabalho, já que fazem com que o profissional perca o foco durante o expediente.

Atualmente, as pessoas trabalham sob pressão constante e desenvolvem várias tarefas ao mesmo tempo, mas sem finalizar nenhuma. Sem saber lidar com os "vilões" da distração, a atenção no trabalho se anula e a concentração "fica no espaço".

As "conversas de corredor" também são consideradas vilões. É claro que é interessante fazer contatos e até mesmo amizades no local de trabalho, mas nada de passar quinze minutos fazendo fofocas.

Reuniões a todo o momento também atrapalham a produtividade, ainda mais se gerarem discussões que não chegam a lugar nenhum. Além disso, fatores externos podem fazer com que o desempenho caia, como problemas familiares e financeiros. Trabalho decente

A pesquisa ainda trata da falta do trabalho decente. Este tipo de emprego é produtivo e permite um rendimento justo, implica segurança no local de trabalho e proteção social para as famílias. Além disso, com ele, é possível que o profissional se expresse e participe das decisões que afetam sua vida.

"Centenas de milhões de homens e mulheres trabalham duro e por longas jornadas mas sem condições que lhe permitam, e às suas famílias, superar a pobreza ou o risco de ser cada vez mais pobres. A agenda internacional de desenvolvimento deve considerar como uma prioridade o aumento de seu potencial produtivo para liberar capacidades que hoje são subutilizadas", disse o diretor-geral da OIT, Juan Somavia.

Fonte: InfoMoney

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