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Psicopatologia Clínica Animal

Introdução

Para deslindar no animal o normal, o anormal e o patológico, temos que recorrer, irremediavelmente, aos princípios da psicopatologia clínica humana. Este recurso não representa em princípio uma projeção antropomórfica, do mes­mo modo que tampouco o é a observação de que um animal tem febre.

O anormal engloba toda conduta que se afasta sensivelmente da con­duta do termo médio observada pelos animais da mesma espécie frente a uma situação determinada e que representa uma desorganização da existência animal, uma abolição normativa ou um contra-senso na adap­tação ambiental. Todo acentuado desvio do termo médio no sentido nocivo, indesejável e inferior fica incluído na série de variantes zoopsicóides anormais.

Pelo contrário, todos os atos que prevalecem na espécie zoológica, por estranhos e aparentemente absurdos que sejam, por exemplo, a morte por decapitação do "partner" sexual, pertencem às leis dos instintos e à esfera do normal. Tampouco devem incluir-se no anormal zoopsíquico nocivo os comportamentos produzidos pelo adestramento, por muito originais que eles sejam. O desenvolvimento de hábitos especiais e atitudes excepcionais, por conta do aprendizado, pode consi­derar-se como uma anormalidade favorável e superior, enquanto esteja em consonância com a norma ideal (antropomórfica) e não implique nenhuma desorganização psicóide e nem uma inadaptação ambienta!.      

O anormal zoopsíquico fica definido por duas valorações sucessivas: uma valoração estatística e uma valoração ideal. A valo­ração estatística é objetiva e exata, sempre que se disponha de um conhecimento sobre os costumes da espécie zoológica corres­pondente. A valoração ideal, aplicada aqui só para discernir o nocivo do favorável, ainda que eminentemente subjetiva, não recai no antropomorfismo, posto que a estimativa do positivo e do negativo é feita frente ao animal, e à organização psicóide do animal. Contudo, não se pode evitar que o ideal valorativo de uma conduta animal tenha uma raiz antropomórfica. À medida que a compreensão do sentido da conduta zoológica e seu conhecimento objetivo sejam mais completos, a estimativa valorativa poderá ir tomando um caráter zooló­gico mais puro.

O patológico, o estritamente zoopsicopatológico abarca as alterações de comportamento animal que têm uma base corporal patológica apreensível. Semelhantes alterações podem referir-se à, vida instintiva, capacidade de aprendizado, inteligência, percepção ou motivação da conduta. Suas causas mais representativas são as lesões encefálicas de tipo inflamatório, tumoral e traumático.

Os capítulos menos discutíveis e menos discutidos da zoopsiquiatria são os que tratam das psicoses sintomáticas orgânicas e os das psico­patias. O sacrifício do animal seriamente enfermo impediu até o presente aprofundar os conhecimentos sobre as alterações psíquicas condicionadas por enfermidades corporais apreensíveis.

Entre os animais psicopatas figuram, por exemplo, os cães hiper-agressivos e ferozes e os galos apáticos, enquanto indivíduos portadores de uma anomalia constitucional em relação ao termo médio de sua respectiva subespécie (ou raça, ou variedade). Também se dispõe de uma casuística muito interessante na esfera das perversões e das aberrações sexuais. A Blin e colaboradores (1964) se deve uma revisão deste assunto.

A zoopsiquiatria não pode ainda resolver se nos animais existem ou não alterações psíquicas similares às chamadas psicoses endógenas (esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar). Quase todo o exposto sobre este grande problema tem uma base conjetural pouco sólida. O problema é difícil de abordar. A patologia comparada se baseia no conhecimento da etiologia e da anatomia patoló­gica, a zoopsiquiatria não pode basear-se em saberes de ditas ordens para fazer frente ao estudo das possíveis alterações psíquicas funcionais do animal. Tem que restringir-se à observação da conduta. Por outro lado, o tomar a decisão de excluir a possível apresentação destes trans­tornos no animal, baseando-se em que este não pode conscientizá-los e comu­nicá-los verbalmente, significaria uma queda no anti-antropomorfismo.

O que devemos esperar da patologia veterinária é uma resposta à questão de se alguns animais, espontaneamente, apresentam uma semiologia da conduta análoga ou semelhante a do enfermo esquizofrênico ou ciclo­tímico. Sabe-se, por exemplo, que o cavalo pode ser afetado, espontanea­mente, por um estado permanente de imobilidade flácida, na qual conserva indefinidamente as posições que se lhe impõe. Finalmente, morre por inanição. A semiologia é bastante parecida à da esquizofrenia cata­tônica: estupor flácido, negativismo passivo (com recusa de ali­mentos) e catalepsia. Parece existir, então, uma autêntica síndrome catatô­nica no cavalo.

O capítulo que versa sobre as possíveis reações anormais do animal, deve tomar como ponto de partida a exposição das desorganizações reativas do comportamento do animal. Estas desorganizações podem ter lugar em três gêneros de situações: situações naturais, situações domésticas e situações experimentais.

Observa-se que o animal que vive livre em seu ambiente natural possui uma segurança e estabilidade relativas. De quando em quando, segundo Buytendijk (1964), se encontra imerso em uma situação de incerteza vivida.

"Pode ser que ouça um ruído de noite, que veja uma forma ambígua na névoa ou que veja mover-se ‘alguma coisa' na folhagem." O animal, em todos estes casos, suspende suas atividades motoras. Esta inibição dos movimentos pode aparecer sob duas formas: uma atitude persistente ou uma paralisia.

A fixação de uma atitude é o chamdo "congelamento", ou "freezer", que supõe a introdução a uma reação adap­tada ao padrão de fuga ou de ataque. A paralisia representa uma mostra da plena desorganização da existência animal e pode aparecer, segundo Buytendijk, quando um animal é surpreendido por um grave perigo em uma situação sem saída que dura algum tempo. "A observação de pássaros e mamíferos demonstra que a desorganização não está limitada a uma perda do tônus muscular. Comprova-se a existência de tremores, convulsões, ereção de pêlos ou penas, defecação e exoneração urinária. A paralisia alterna às vezes com uma agressividade cega, saltos, auto-mutilações etc." A paralisia reduz a forma visível, constituindo uma reação útil para a evasão da situação perigosa.

O animal selvagem recém-capturado está sujeito ao traumatismo do cativeiro. Penso que neste ponto podemos trazer à baila a imensa reação ao estresse que todo animal pode apresentar, selvagem ou não. A brusca mudança do modo de vida livre, a outro radicalmente dife­rente, e que ainda se impõe a presença do homem, o inimigo número um e maior estressor do animal; que não lhe permite a fuga nem o ataque, originando com freqüência compor­tamentos desorganizados e inadaptados.

O traumatismo do cativeiro é, sobretudo de ordem física e consiste em uma súbita mudança de seu "Umwelt", expressão alemã vinda da análise existencial do homem e usada pelos etólogos, que significa as relações do animal com seu mundo circundante. O animal cativo se encontra totalmente desorien­tado e pode reagir de três maneiras: com um estado de super-excitação aguda, com um estado de prolongado estupor e com a recusa de alimentos. Os comportamentos suscitados pelo trau­matismo do cativeiro constituem a psicopatologia máxima no '''Zoo''. Todo o comportamento anômalo aí encontrado, é reativo ao estar fora de seu habitat e pode ser monitorado por dados sanguíneos bioquímicos mostrando a sua situação de extremo estresse.

O animal em situação de domesticidade está habituado a lugares muito estáveis e à sucessão de acontecimentos precisos. Domina mais que nunca em seu entorno a categoria da segurança. Ficam excluídas as situações ambíguas e pouco claras e a possibilidade de surpresas. A vida do animal doméstico está absorvida peIa realização automática de hábitos adquiridos. A incerteza, como assinala Buytendijk (1964), se introduz nas situações de domesticidade no trato humano e afetivo àqueles animais que se ligam facilmente à nossa familia­ridade.

Esta relação afetiva pode conduzir a uma desorganização existen­cial de tipos distintos. "São reações de agressividade inexplicável, de sub­missão, de inibição, de timidez, de depressão, de humor selvagem, de hiper-atividade, de transtornos do apetite e de sintomas vegetativos (inclusive exantemas), cuja instabilidade expressa a relação rota com um mundo seguro."
Da atmosfera de familiaridade e de afeto à irrupção de uma situação afetivamente ambígua ou confusa, suscita um comportamento equiparável ao modelo neurótico do homem. Essas reações de caráter neurótico aparecem, sobretudo nos cães e nos jovens chimpanzés. As crises convulsivas histéricas provocadas por uma situação de solidão e abolidas peIa aparição do respectivo dono, aparecem somente nos animais domésticos, especialmente nos cães.

Existe, finalmente, uma desorganização da conduta do animal provocada por situações experimentais de conflito. A iniciação desses experimentos, como é sabido, se deve à escola russa. A descoberta dos reflexos condicionados por Pavlov se produz em 1901. Pavlov apresentou ao Congresso Internacional de 1903, em Madri, uma comunicação de "Psicologia e psicopatologia experimental sobre os animais". Para Liddell, o método pavloviano se caracteriza essencialmente por impor ao animal uma restrição motora e uma repressão de suas atividades naturais. Esta interpretação só se ajusta realmente a uma minoria de casos das chamadas "neuroses" experimentais. Também, pensa Liddell que se deve prestar uma especial consideração à história individual do animal e das relações artificiais que se criam entre ele e o homem ao longo dos meses e anos de experimentos.
O traço essencial das situações de conflito produzidas experimentalmente consiste em fazer o animal perder a categoria de segurança. Esta categoria está montada sobre as significações claras do campo perceptivo. A chamada "neurose experimental", segundo Massermann pode ser por significações confusas do campo perceptivo ou por motivações em conflito. Nesta linha interpretativa se situa, também Cain, que considera toda situação experimental traumatizante como uma integração de três elementos: o elemento surpresa, que consiste em uma situação brusca e inesperada; o elemento opressor, por não existir uma possível escapatória ou saída, e o elemento temporal, que aparece nas situações conflitivas que persistem certo tempo ou que são repetidas várias vezes. Em definitivo: as situações experimentais de surpresa que produzem no animal insegurança e incerteza podem implicar uma desorganização do comportamento.

A nota de incerteza no método pavloviano é o resultado de contrariar as reações do animal, sejam as reações naturais ou as instaladas pelo método dos reflexos condicionados. Pro­duz-se desta forma, um conflito entre uma excitação e uma inibição que operam no mesmo ponto. Quanto ao elemento surpresa, sua intervenção teve lugar, acidentalmente, ao inundar-se o laboratório de Pavlov. Este acontecimento traumatizante ocasionou uma perturbação nos reflexos condicionados estabelecidos anteriormente. Seria uma verdadeira síndrome de estresse pós-traumático nos cães.

A observação de Pavlov, de que o tempo necessário para a produção de uma neurose experimental varia de um para outro animal, demonstra a participação em sua gênese dos fatores individuais. Deve ficar finalmente esclarecido que as mal chamadas "neuroses experimentais" consistem simplesmente em estados de excitação e agressividade ou de sono­lência e estupor. Em alguns animais também aparecem movimentos anor­mais semelhantes aos tiques.

Como pode inferir-se do exposto, os estados neuróticos e histéricos espontâneos só se instalam nos animais em situação de domesticidade estressante. A relação com o dono é o elemento prevalente na etiologia destes transtornos. Posto que a relação intensiva com um ser humano é o agente causal operante, podemos considerar estas neuroses, aparentemente espontâneas, como neuroses experimentais, como neuroses produzidas artificial­mente.

Nos animais domésticos, a epilepsia espontânea, segundo se aprecia na comunicação de Fontaine e Leroy (1964), tem as mesmas caracte­rísticas clínicas e eletroencefalográficas que no homem. Nos cães, por exemplo, se dão as três modalidades já conhecidas: a epilepsia centro­encefálica (ou generalizada, ou grande mal, ou tônico-clônica), a epilepsia parcial focalizada (não há perda da consciência) e a epilepsia psicomotora (comportamento, automático ou não, epilético). A epi­lepsia de grupo ou coletiva é interpretada pelos autores como um estado patológico particular intermediário entre a epilepsia espontânea indi­vidual e a histeroepilepsia.

Esta interpretação não parece nada convin­cente. A histeroepilepsia só pode admitir-se hoje como uma associação de histeria e epilepsia. Entre a histeria e a epilepsia não pode existir uma graduação por tratarem-se de fenômenos heterogêneos. Aquela associação, em troca, é relativamente freqüente no curso das epilepsias temporais profundas. A desorganização da personalidade ativa a propensão ao comportamento histérico. Assim, as epilepsias de grupo que aparecem, sobretudo nos cavalos e na matilha de cães a partir do ataque epiléptico de um indivíduo, sempre o mesmo indivíduo, representam essencialmente uma conduta de imitação. Para Schmidt (1966), estas crises de grupo são análogas à histeria coletiva.

Psicopatologia Comparada

Pensando-se que a base dos fenômenos simples pode ser a mesma dos fenômenos mais complexos, se vem esperando da zoopsiquiatria uma contribuição positiva à psiquiatria humana. A organização psíquica do homem é muito mais complexa que a do animal (nem sempre!). Suas alterações neuróticas e psicóticas também o são. A contribuição zoopsiquiá­trica previsível estava referida exclusivamente à vertente natural da psiquiatria. A vertente histórica ficou à margem desta previsão.

Contra toda previsão, a psiquiatria humana tem trazido mais luzes à zoopsiquiatria que vice-versa. O complexo do homem permitiu ver com mais clareza o simples do animal. A ordenação das alterações psíquicas do animal se baseia nos saberes sobre o homem psiquicamente anormal ou doente.

Vejamos um exemplo das influências exercidas pelos estudos da psicologia do homem sobre as interpretações zoopsicológicas. Von Uexkuell (1909 e 1936) chamava "sinais" às percepções chave do animal, isto é, aos estímulos ambientais elaborados em cada espécie animal. Estes sinais foram convertidos peIa terminologia psicológica em "dados sensoriais elementares". Ao descobrir-se no campo das percepções humanas a estruturação em "formas" ou "figuras", se realizaram estudos desta orientação gestáltica nos animais. Os resultados destes estudos assinalam que também alguns animais percebem formas. Tinbergen (1951) demonstrou a validade deste dado para os pássaros e às abelhas.

A influência no sentido inverso tem sido muito escassa e parcial. A direção zoomorfa de certas correntes psiquiátricas constitui o único setor da psiquiatria onde a zoopsicopatologia tem feito impacto. Os capítulos das neuroses e das psicoses do homem não se beneficiaram em nada de importante das observações zoopsiquiátricas. Isso não significa que no futuro não possam aparecer influências benéficas deste gênero. Para isso há que se aprofundar previamente nos conhecimentos zoopsiquiátricos. Além disso, muitos ensaios publicados neste sentido, infelizmente, mais desvirtuam os saberes psiquiátricos vigentes.

A tentativa de Ploog (1964) no "Ensaio de interpretação etológica da conduta psicótica endógena", se encontra nesta linha de incompati­bilidade com a clínica psiquiátrica. Estas desiludidas considerações não se referem à investigação experimental, neurofisioIógica, e psicofarmacológica, cujas positivas contribuições estão na mente de todos.

Para Ploog (1964 e 1968), a conduta social e o processo de comunicação experimentam alterações tão importantes, que chegam até suas raízes ontogênicas. Para a psiquiatria (humana) seria primordial confrontar as investigações da conduta e da sociometria, os estudos da expressão e da linguagem enquanto expressão do humor, independentemente da sin­taxe, do vocabulário e do conteúdo. Esta resposta não encerra um deslocamento da perspectiva e da metodologia psiquiátricas para os instrumentos da personalidade? A colocação da personalidade do psi­cótico entre parênteses não representa uma violação do esta­tuto fundamental da psiquiatria enquanto ciência médico-antropológica?

Os estudos de Ploog (1964 e 1968) sobre a conduta social dos pri­matas não-humanos não carecem de interesse psicológico e psiquiátrico. O que parece totalmente inadequado é a simples extrapolação dos métodos e dados zoopsiquiátricos à clínica psiquiátrica humana.

Entre o homem e o animal existem diferenças radicais, uma barreira intransponível, inclusive no plano biológico. A psiquiatria antropo­lógica se move plenamente sobre essa base. Que pode dizer-se então a cerca da psiquiatria pavloviana? Pavlov pretendia identificar os dois tipos de neuroses experimentais: o tipo de excitação e o tipo de inibição, como uma neurastenia e uma histeria, respectivamente. Mas entre os fenô­menos neuróticos do homem e as manifestações incorretamente deno­minadas "neuroses experimentais" não há uma relação de homologia nem de identidade, mas uma semelhança aparente. A recusa da psiquiatria pavloviana, não deixando por isso de reconhecer seus pontos valiosos e válidos em alguns aspectos particulares, se pode condensar em duas notas:

1ª. A expressão "neuroses experimental" não passa de uma metáfora.

2ª. A psi­quiatria estruturada sobre os estudos dos reflexos condicionados está im­pregnada de zoomorfismo.
Que nos desculpem os colegas da Reflexologia.

Minkowski (1957) acusa: "Não fazemos agravo a Pavlov por consignar que ele não conhecia suficientemente a psiquiatria; não se pode conhecer tudo. Mas lhe  recusamos haver querido penetrar neste domínio sem ter adquirido antes as experiências clínicas que formam o psiquiatra e que somente podem provir do contato direto com os doentes". "Contudo, a fecundidade da doutrina de Pavlov é evidente; que o digam os partidá­rios da teoria do aprendizado; o neopavlovismo é a musa da doutrina do aprendizado".

Nota:

. Os cães, por acompanharem a milhares de anos o homem, ao longo da Evolução Biológica, têm direito a algumas considerações especiais. Certamente houve aí uma troca de hábitos e costumes que, a meu ver, influenciaram a evolução tanto do cão quanto do homem. Penso que o cão saiu perdendo, e muito, nessa associação. Tanto quanto o homem, o cão perdeu o contato mais íntimo com seus próprios instintos. Tornou-se "civilizado" demais. Um cão, tipicamente doméstico, se for jogado às ruas, morre logo. Ou por falta de alimento ou por ataques de outros cães mais selvagens (cães sem dono, cães de rua). É curioso observar-se nos cães algumas patologias de seus donos, em especial seus tiques. Os veterinários têm usado a fluoxetina (Prozac) no tratamento do que seria um "TOC Canino". Dizem eles, que com sucesso. Os veterinários-homeopatas também falam de seus sucessos terapêuticos com cães.

2ª.
Nossas homenagens ao cavalo Incitatus, nomeado por seu dono, o Imperador Calígula, Senador Romano. Calígula era neto de Tibério. Evidentemente, era uma atitude desmoralizante ao Senado. Aqui, em terra Tupiniquim, seria uma desmoralização ao gênero Equus.

3ª. A bibliografia deste artigo encontra-se em poder do Autor: adalberto@redepsi.com.br

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