Publicações sobre psicoterapia breve no Brasil

Introdução

As chamadas Psicoterapias Breves (PB) são tratamentos de natureza psicológica que se realizam num período de tempo inferior ao das psicoterapias tradicionais ou de longa duração. A PB caracteriza-se por uma sistematização própria, na qual os objetivos são definidos e limitados, e o trabalho terapêutico é centralizado em um foco ou situação problema delimitado, com vistas a ajudar o paciente a superar conflitos que convergem ou se definem pelo foco terapêutico (KNOBEL, 1986; SANTOS, 1997).

O nascimento da PB pode ser atribuído às primeiras experiências de S. Ferenczi em 1918, sendo que o primeiro congresso dedicado a esta modalidade de psicoterapia, ocorreu em 1941 em Chicago. Segundo Gilliéron (1986), durante a II Guerra Mundial as publicações em PB aumentaram consideravelmente, contribuindo para a aceitação desta psicoterapia pelos psicoterapeutas tradicionais da época, bem como indicando, possivelmente, sua maior utilização para o atendimento de problemas psíquicos surgidos durante este conflito mundial.

De acordo com Azevedo (2004), a PB surge da tentativa de se adaptar o procedimento psicanalítico às necessidades individuais dos pacientes, permitindo o acesso ao tratamento psicológico de maior número de indivíduos dele necessitados. Sua flexibilidade técnica também favorece ajustes às necessidades de diferentes pessoas e demandas psicológicas, abreviando o tempo de tratamento.

Na abordagem psicoterápica breve, a atividade do terapeuta inclui diferentes tipos de intervenções. Segundo Fiorini (1987), o terapeuta deve ser ativo e deve ter atenção seletiva, focalizando o que é mais importante ou central na problemática do paciente. Entretanto, o terapeuta não se limita a trabalhar apenas com o material fornecido pelo paciente, interrogando-o e explorando as informações por meio do diálogo (AZEVEDO, 1988; AZEVEDO 2004).

Assim como ocorre com a pesquisa no campo geral das psicoterapias, a pesquisa em PB não é um empreendimento fácil, dado o número e variabilidade de aspectos e fatores que interferem no processo e em seus resultados. De acordo com Neme (2005), as pesquisas no campo das psicoterapias podem ser estudadas por décadas, a partir dos trabalhos clínicos de Freud e, posteriormente, das pesquisas empíricas de Rogers, na década de 40, encontrando-se pesquisas voltadas para diferentes objetivos em cada período relativo considerado.

Ao se averiguar as pesquisas indexadas nas bases eletrônicas de dados sob os verbetes "psicoterapias breves" ou "psicoterapias de tempo limitado", tanto na literatura estrangeira como na nacional, encontra-se grande número de trabalhos, indicando que o interesse pela PB tanto quanto à sua aplicação em diferentes contextos como em termos de pesquisa, vem aumentando nos últimos anos (CORDIOLLI, 1998).

Este trabalho visou realizar uma revisão bibliográfica sistemática das pesquisas publicadas no Brasil encontradas na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) Psicologia (www.bvs-psi.org.br), sob a palavra chave "Psicoterapia Breve", buscando verificar em que contextos as pesquisas têm sido conduzidas, bem como os instrumentos e a metodologia utilizada pela maioria dos estudos nessa área.

Os objetivos deste trabalho foram delimitados, dada a existência de um volume considerável de trabalhos indexados sobre PB, optando-se por um estudo limitado às produções brasileiras indexadas nos anos de 1980 à agosto de 2007. Utilizamos como critério de delimitação estas datas, pois os resumos disponibilizados pela BVS- Psicologia na internet fornecem para consulta, somente artigos desde 1980.

Optou-se por realizar o estudo sobre as produções brasileiras, dada a relevância do tema para muitos profissionais que praticam e/ou pesquisam a psicoterapia breve em nosso meio e a escassez de trabalhos nacionais, constatados em pesquisa preliminar.

Encontrou-se apenas duas pesquisas de revisões bibliográficas sistemáticas indexadas na BVS Psicologia, até a presente data no Brasil, uma realizada por Yoshida et.al (2005) e a outra, por Ferreira;Yoschida (2004).

A opção pela base de dados Biblioteca Virtual em Saúde BVS Psicologia deveu-se à facilidade de acesso aos trabalhos, garantindo uma amostra representativa de artigos científicos sobre o tema e a visibilidade que apresenta. Foram assim excluídos os artigos internacionais, as divulgações científicas, as teses, os trabalhos de conclusão de curso e as monografias.


Método

Foram considerados trabalhos indexados na Biblioteca Virtual em Saúde BVS Psicologia (www.bvs-psi.org.br), nos anos de 1980 até a data de 12 de agosto de 2007, nas seguintes bases de dados: 1. Index Psi Periódicos Técnico- cientifico, (http://www.bvs-psi.org.br/); 2. PEPsic-Períodicos Eletrônicos em Psicologia, (http://scielo.bvs-psi.org.br/scielo.php); 3 Scielo, Scientific Eletronic Library Online (http://www.scielo.br).

Procedimento: Para a coleta de dados foi utilizada a seguinte palavra-chave no campo de busca da BVS Psicologia: "Psicoterapia Breve". Obtido o material, procedeu-se à leitura e seleção dos resumos de pesquisas para identificar aquelas que se enquadravam nos requisitos deste trabalho e os que se repetiam em mais de uma base de dados. A classificação dos artigos indexados na base de dados escolhida foi realizada mediante a leitura dos resumos publicados na mesma.

Para fins de análise, os resumos indexados na base de dados (BVS-Psico), foram tabulados, levando-se em consideração: A) caracterização da pesquisa segundo o procedimento de coleta e B) local onde se realizou a coleta de dados.

Os resumos das pesquisas indexadas foram categorizados de acordo com o procedimento utilizado pelo pesquisador para a coleta de dados em: a) Pesquisa bibliográfica; b) Pesquisa documental; c) Pesquisa experimental; d) Pesquisa ex post facto; e) Pesquisa de levantamento e f) Pesquisa estudo de caso.

Para Santos (1999) e Santos (2002), a pesquisa bibliográfica é realizada com base em documentos já elaborados e publicados por outros autores; a pesquisa documental é feita com base em documentos que não receberam tratamento de análise e síntese; na pesquisa experimental é determinado o objeto de estudo, relacionando as variáveis, de modo a conceituar as formas de observação e controle. A pesquisa ex post facto é quase uma pesquisa experimental, mas tem a diferença de que o fenômeno põe-se naturalmente, anterior ao controle ou sem o controle do pesquisador. A pesquisa de levantamento busca diretamente, interrogar de forma clara e direta indivíduos dos quais se objetiva saber o comportamento. No estudo de caso, seleciona-se um ou poucos fatos, com objetivo de aprofundar-lhe os aspectos característicos.

Os locais onde foram realizadas as coletas de dados na pesquisas incluídas neste estudo, foram classificados em: I) Hospitais; II) Universidades; III) Escolas; IV) Centros Psiquiátricos; V) Centro Psicossocial Infantil e VI) Outras instituições.

Resultados

Da pesquisa realizada na BVS com a palavra chave "Psicoterapia Breve", encontrou-se, na base de dados bibliográficos 424 publicações. Destas, 120 pertenciam a Index Psi Periódicos técnico-científico; 17 a Index Psi Periódicos de Divulgação Científica; 21 a Index Psi Teses e 266 ao LILACS- Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde. Como textos completos havia 1 no Index Psi TCC; Nenhum na Index Psi Monografias de Conclusão de Curso de Especialização; 10 PEPsic- Periódicos Eletrônicos em Psicologia e 17 no Scielo.

Para os objetivos do presente trabalho utilizou-se apenas as publicações encontradas no Index Psi Periódicos Técnico-Científico, PEPsic-Períodicos Eletrônicos em Psicologia e Scielo, totalizando 147 artigos indexados. Deste total, 10 publicações não forneciam resumos, 12 publicações se repetiam nas bases e 3 caracterizavam-se como propostas de trabalho/intervenção e não de pesquisa, restando, assim, um total de 122 publicações para a análise.

Tabela 1. Caracterização das pesquisas segundo os procedimentos de coleta de dados.


Métodos de Pesquisa

Porcentagem

Número de Pesquisas

Pesquisa Bibliográfica

34.42%

42

Ex Post Facto

20.50%

25

Pesquisa de Levantamento

21.31%

26

Estudo de Caso

15.57%

19

Pesquisa Experimental

4.92%

6

Pesquisa Documental

3.28%

4

Total

100%

122

Verifica-se na Tabela 1 que 34.42% (n= 42) das pesquisas indexadas caracterizavam-se como pesquisas bibliográficas; 21.31% (n= 26) eram pesquisas ex post facto; 20.50% (n=25) de pesquisas de levantamento; 15.57% (n= 19) eram estudos de caso; 4.91% (n= 6) caracterizavam-se como pesquisas experimentais e 3.28% (n= 4) eram pesquisas documentais.

A maioria dos artigos publicados em PB são os de pesquisa bibliográfica. Pode-se sugerir que este achado, deva-se à maior acessibilidade para a coleta de informações, visto que para se fazer uma pesquisa bibliográfica o autor busca as informações nas bibliografias já produzidas por outros. Este tipo de pesquisa não costuma oferecer dados inéditos, porém não compromete a possibilidade de originalidade do raciocínio, pois pode haver pensamentos novos a partir de realidades já colocadas. As pesquisas ex post facto, também aparecem em grande número, sugerindo-se a possibilidade de que este tipo de pesquisa favoreça ao profissional psicólogo, uma maior facilidade em obter dados, já que estes estão em contato direto com o fenômeno, trabalhando em hospitais, escolas, clinica e outros, facilitando assim, após a observação, levantar hipóteses e analisar os dados já obtidos. As pesquisas de levantamento aparecem também na tabela como uma das mais indexadas. Uma pesquisa de levantamento exige que o pesquisador interrogue e busque informações acerca de um determinado fenômeno; para isso, muitos psicólogos recorrem ao uso de instrumentos tais como entrevistas, questionários, observações do comportamento, avaliações psicológicas, entre outros. Verificou-se também, uma parcela considerável de estudos de caso. Tal como na pesquisa ex post facto, sugere-se maior facilidade para a realização deste tipo de estudo por parte de profissionais que praticam e realizam pesquisa nesta área, uma vez que a coleta de dados pode ser mais acessível a estes pesquisadores que, após observar os fatos, podem descrever suas experiências. Encontrou-se ainda, poucas publicações de pesquisas experimentais. Tal ocorrência pode ser justificada pela dificuldade de se observar diretamente os fenômenos e de se realizar controle de variáveis no campo das psicoterapias (NEME, 1991). Pouca freqüência de pesquisas documentais também foi constatada. Pode-se sugerir que, embora possa se encontrar grande número de documentos em hospitais, clínicas-escola e outras instituições de saúde mental que utilizam a PB, tais como relatórios e prontuários, o acesso aos mesmos pode não ser facilitado. Outra hipótese refere-se à falta de padronização de relatórios e modelos de prontuários, além da incompleta inclusão de dados nestes documentos, dificultando a pesquisa documental (BARROS; MARQUES; NEME; SALGADO; MASTROIANNI-KIRSZTAJN; MARQUES-FILHO, 2003). Não foram encontradas pesquisas-ação e pesquisas- participante em PB nas bases de dados pesquisadas.

Quanto aos instrumentos utilizados para a coleta de dados de algumas pesquisas, verificou-se que, 71.42% (n=15) utilizaram a EDAO (Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada), sendo que 38.09% (n=8) utilizaram apenas a escala EDAO na pesquisa e 38.09% (n=8) fizeram uso de outros instrumentos além da EDAO. Os instrumentos utilizados foram: MMPI (Minnesota Multiphasic Personality Inventory); TAT (Teste de Apercepção Temática); EAP (Escala de Avaliação Psicodinâmica); ER (Escala de Resultados); TRO (Testes de Relação Objetais); EEM (Escala de Estagio de Mudanças); RPPS (Escala Rutgers de Processo em Psicoterapia); DMRD (Escala de Avaliação dos Mecanismos de Defesa) e TESTE ESTILOCRÔMICO. Apenas 23.80% (n=5) das pesquisas que utilizaram algum tipo de instrumente de avaliação, não fizeram uso da escala EDAO, utilizando os instrumentos: HTP (Teste da Casa, Árvore e Pessoa); Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister; Teste Rorschach; Questionário Desiderativo; Escala de Avaliação para Depressão de Hamilton; SRQ-20 (Questionário de Auto Avaliação); BDI (Inventário de Depressão de Beck); Escala de Ansiedade de Hamilton e CALPAS-P (Escala de Aliança Psicoterápica da Califórnia na Versão do Paciente).

Tabela 2. Local de realização da coleta de dados.


Local

Porcentagem

Número de Pesquisa

 

Pesquisa Bibliográfica

34.42%

42

Não indica local

30.32%

37

Hospital

16.40%

20

Universidade

13.94%

17

Clínica de Saúde

1.64%

2

Escola

0.82%

1

Centro Psiquiátrico

0.82%

1

Centro Psicossocial Infantil

0.82%

1

Instituição citada e não identificada

0.82%

1

Total

100%

122

Quanto ao local onde se realizaram estas pesquisas, poucos resumos forneciam este dado, apenas 34.42% (n=42) deles indicaram o local onde se realizou a coleta de dados. Considerando que 34.42% (n=42) dos trabalhos localizados eram de pesquisas bibliográficas, 30.32% (n=37) não indicaram no resumo onde os dados foram obtidos.

Dentre os 42 trabalhos que citaram os locais de coleta de dados, encontrou-se: em Hospitais 16.40% (n=20); em Universidades 13.94% (n=17); em clinicas de saúde 1.64% (n=2); em Escolas 0.82% (n=1); em Centro Psiquiátrico 0.82% (n=1); em Centro Psicossocial Infantil 0.82% (n=1); em uma Instituição não identificada 0.82% (n=1).

Sabe-se que grande parcela de psicólogos hospitalares trabalha com a PB, dadas as condições dinâmicas e em geral, de pouco tempo de internação da maior parte dos pacientes hospitalares. A introdução e o aumento do número de profissionais de saúde mental em hospitais gerais e de outras especialidades médicas que não a psiquiatria foi favorecida pelo crescimento do uso das PB, bem como, por outro lado, impulsionou também o desenvolvimento desta técnica psicoterápica (AZEVEDO; NEME; DAMETO, 2005). Pode-se sugerir que a realização de pesquisas sobre PB em hospitais relacione-se à grande utilização desta técnica nestas instituições, além do fato de que, a realização de pesquisas seja parte das tarefas do psicólogo hospitalar (NEME, 2005).

As clínicas-escola também oferecem condições favoráveis à pesquisa em psicoterapias e em PB, uma vez que as universidades devem estimular e abrir-se à produção de conhecimentos, o que justificaria o percentual de estudos encontrados nestas instituições. Os demais locais onde se realizaram as coletas de dados nas pesquisas sobre PB encontradas neste estudo, como clínica de saúde; escolas; centro psiquiátrico; centro psicossocial infantil e uma instituição não identificada, também podem ser caracterizados como potencialmente favoráveis para se realizar pesquisas desta natureza. Porém, o pequeno número de estudos encontrados que tiveram seus dados coletados nestas instituições indica uma prática de pesquisa ainda incipiente e tímida dos profissionais de campo ou "da prática", confirmando a tradição de pouco intercâmbio entre pesquisadores e clínicos em geral (NEME, 1991; 2005).

Tabela 3. Freqüência anual de publicações em PB no Brasil.


Anos

Porcentagem

Número de Pesquisa

1980/1984/1987/2007

0.81%

1

1986/1995/

1.63%

2

1988/1989/1990/1992/2002

2.45%

3

1985/1994/1996/1997/

3.27%

4

1983/1991/1998/2006

4.09%

5

1993

4.91%

6

2004

5.73%

7

2003/2005

6.55%

8

2000

8.19%

10

2001

9.01%

11

1999

9.83%

12

Observa-se na Tabela 3 que os anos de menor indexação de artigos disponíveis pela BVS- Psicologia são referentes à 1980, 1984 e 1987. Já o ano de 2007 foi verificado apenas até o mês de agosto, portanto para este ano não podemos afirmar que apenas houve uma única indexação. Verifica-se também que nos anos de 1981 e 1982 não há indexação em PB. Em 1986 e 1995 dois artigos foram indexados durante o período de um ano. Os anos de 1988, 1989, 1990, 1992 e 2002 três artigos foram indexados durante o período de um ano. Em 1985, 1994, 1996 e 1997 quatro artigos foram indexados. Durante os anos de 1983, 1991, 1998, e 2006 cinco artigos foram indexados. Um número maior de publicações em PB ocorreu nos anos de 1993 com seis publicações no ano. Em 2004 com 7 publicações durante o ano. Em 2003 e 2005 8 publicações no decorrer de um ano. No ano de 2000 ocorreram 10 publicações. Em 2001 foram 11 publicações e o ano de maior publicação em PB ocorreu em 1999 sendo indexado 12 artigos em PB. A partir desses dados podemos verificar que as indexações em PB pela BVS- Psicologia, não estão sofrendo aumentando com o passar do ano. O que observamos é que houve uma boa concentração de publicações em PB entre os anos de 1999 e 2001. O que podemos dizer é que os anos seguintes a 2001 ainda que o número de indexação sejam inferiores aos anos de 1999, 2000 e 2001, estão acima dos anos anteriores a 1999 com exceção ao ano de 2006, uma vez que não podemos comparar com o ano de 2007 que não foi avaliado até seu termino em dezembro.

Conclusão

Os resultados obtidos indicam que no Brasil ainda há pequena produção bibliográfica sobre PB, relativamente ao crescimento desta prática a ao aumento de profissionais que estão trabalhando com esta técnica no país, em diferentes contextos. Permitem sugerir que a PB tem sido objeto de pesquisas no Brasil, porém indicam a necessidade de aumento no número de estudos, maior variabilidade metodológica e a realização de pesquisas em locais nos quais a PB vem sendo aplicada sem verificação sistemática de seus resultados ou de sua utilização. A despeito das dificuldades em se realizar pesquisas no campo das psicoterapias, indica-se a necessidade de que novos estudos na área sejam realizados e publicados, enriquecendo o campo e contribuindo para uma prática psicoterápica que possa se efetivar cada vez mais com base em descrições e avaliações sistemáticas de suas aplicações.

Referências

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BARROS, B.P.; MARQUES, V.L.M.; NEME, C.M.B.; SALGADO, M.H.;

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www.bvs-psi.org.br

Autores

RAFAELA DE ALMEIDA SCHIAVO: Discente da Universidade Estadual Paulista-UNESP-Bauru e concluinte do Curso de Formação em Psicoterapia Breve (coord. Psicóloga Ms Cristiane Araújo Dameto). E-mail: rafaelaschiavo@bol.com.br

CARMEM MARIA BUENO NEME: Psicóloga; Professora Assistente Doutora do Depto de Psicologia e Pós-Graduação da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista- UNESP-Bauru.

CRISTIANE ARAÚJO DAMETO: Psicóloga. Especialista em Psicoterapia Breve pela Fundação Maurício Knobel; Mestre em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem pelo Depto de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências – Universidade Estadual Paulista- UNESP-Bauru; coordenadora do Curso de Formação em Psicoterapia Breve de Bauru.

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