O que há de tão magnífico nos chamados de 'textos antropológicos' de Freud? – Pequeno comentário

São passados mais de 100 anos dos primeiros escritos de Sigmund Freud médico judeu-austríaco fundador da psicanálise. Doutrina essa que mudou a visão de mundo naquilo que diz respeito ao sujeito psíquico, tendo sua presença marcada inclusive nas renovadas formas com as quais as pessoas se relacionam na atualidade, vista pela maioria como avanço, assim como também, para alguns poucos, como retrocesso ou desvio. Freud debruçou-se sobre os males do psiquismo e ao fazer isso necessariamente teve seu olhar estendido para aquilo que forma esse homem e que fornece regras de convivência em suas relações de vínculo com o mundo externo. Dessa maneira, Freud acabou sendo impelido a tentar entender aquilo que chamou de cultura, civilização ou relacionado ao sujeito psíquico, ao que chamou de mundo externo, que para ele só ganha sentido a partir das relações de vínculo(afetivas) e assim preocupou-se com suas origens.

Hoje poderíamos pensar segundo alguns pesquisadores e teóricos da psicanálise, que iremos encontrar pelo menos duas grandes vertentes opostas em seu desenvolvimento, uma a psicanálise ainda calcada em um modelo “revolucionário”, como foram os primeiros intentos de Freud, e outra mais adaptativa, com uma leitura sobre o meio histórico-social como bastante afastada daquilo que forma o psiquismo.

“…a Psicanálise de Freud teve, a este respeito(meio cultural), uma posição revolucionária (Psicanálise 1), que logo perdeu, tornando-se serviçal do meio e do anti-meio(Psicanálise 2)…”(2)

Haveria algo no sentido de supor-se que a 1 e a 2 pudessem se encontrar formando uma terceira vertente que contemplasse a pertinência em aspectos diferentes que ambas possuem(Baremblitt).

Penso que no sentido de resgatar essa possibilidade mais questionadora da psicanálise, seja interessante voltar o olhar para as intrigantes investidas que Freud fez sobre os aspectos filogenéticos e suas teses antropológicas, ou ainda, de uma antropogênese, da analogia estabelecida por Freud entre a filogênese e as vicissitudes da pulsão no plano ontogenético.

“Freud considerava todas suas investigações analíticas igualmente instrutivas e igualmente importantes. Reconstruir as origens da civilização a partir de materiais escassos e especulativos era totalmente diferente de avaliar dados clínicos. Mas Freud não se sentiu constrangido nem achou que devesse se desculpar por invadir os domínios da arte, da política ou da pré-história, com os instrumentos psicanalíticos nas mãos. 'O trabalho de minha vida', disse sumariamente em 1930, 'tem sido dirigido a um único objetivo'.”(3)

Hoje podemos pensar no resgate desses texto antropológicos, até como uma forma de resistir a tendência de “enquadrar” a psicanálise em tão somente uma modalidade técnica para atendimento clínico e para entendermos que ela foi construída, lá em sua origem, com o próposito de lidar com um psiquismo que é munido de uma capacidade de alcançar até ao que teria sido colocado como “sentimento oceânico”. Nada mais exemplificador desses alcances do que sua carta resposta dirigida à Albert Einstein, leitura que recomendo para todos que se interessem pela potência das idéias freudianas.

Sabemos bem como os antropólogos estruturalistas debruçaram-se a partir do método psicanalítico em suas ricas investigações sobre inúmeras culturas existentes no planeta. Partindo da concepção do Complexo de Édipo como aquilo que fala do interdito, da impossibilidade de relações incestuosas e que funda, segundo o próprio Freud aquilo que conhecemos como civilização. Há teses que apontam para o fato de que ao barrar na Horda Primeva os privilégios do Grande Pai, iniciaram-se as relações sexuais entre os membros do clã e que seriam mais uma vez barradas para possibilitar, então, as trocas empreendidas entre os clãs. A questão do banquete totêmico e o ato de devorar o pai assassinado na busca de introjetar sua força e o laço que passa a unir esses irmãos.

“E chegamos agora, por fim, à característica do sistema totêmico que atraiu o interesse dos psicanalistas. Em quase todos os lugares em que encontramos totens, encontramos também uma lei contra as relações sexuais entre pessoas do mesmo totem e, conseqüentemente, contra o seu casamento. Trata-se então da ‘exogamia’, uma instituição relacionada com o totemismo”
.(a)

Existe uma tese defendida por algumas correntes que ligam uma leitura antropológica marxista-freudiana sobre o excedente de produção advindo da confecção de ferramentas de trabalho e ligado ao posterior início das relações entre os clãs, tendo a mulher como um valor de troca para esse fim, o que teria acarretado a extensão nessa proibição do incesto para todos os membros da tribo, ou dessa ordem totêmica, o que estaria ainda presente como a leitura do casamento como intercâmbio de mulheres(antropologia estrutural-relações de parentesco).
Freud em uma carta para Ferenczi datada de 1º de fevereiro de 1912, fala divertidamente sobre a questão, enquanto desenvolve seu extraordinário texto “Totem e Tabu”:

Tive idéias igualmente ousadas sobre a castração, como as suas. Será que o homenzinho-pai ciumento, da família originária de Darwin, realmente castrou os jovens, antes de se contentar em mandá-los embora?. Isso é o que gostaríamos de saber”(4)

Vê-se claramente um investigador que busca explicações que fundamentem o método que constrói enquanto próprio à psicanálise. Avança e retrocede, duvida e investe novamente.

“O trabalho sobre o totem está uma porcaria. Leio livros enormes sem estar realmente interessado, pois já conheço os resultados, é o meu instinto que me diz. Mas é preciso arrastá-lo através de todo o material, sendo que, enquanto isso, as percepções se obscurecem. Muitas coisas não querem encaixar, mas também não podem ser forçadas, nem todas tenho tempo, etc”.(4)

Freud empreende verdadeiras aventuras em sua “antropologia” psíquica, em sítios e “escavações” diárias entre aquilo que percebe em seus paciente e aquilo que atravessa sua própria mente.

“Clinicar quer dizer pesquisar e essa atividade tem início na observação de idéias que surgem na mente do psicanalista enquanto clinica. Os pensamentos que surgem na mente do psicanalista durante a atividade clínica são muito surpreendentes. As fantasias filogenéticas de Freud são um bom exemplo disso. Mas mesmo pensamentos “triviais”, que dizem respeito à existência cotidiana do psicanalista são igualmente surpreendentes. Por que um determinado pensamento, aparentemente sem nenhuma conexão com a fala do paciente, surge na mente do psicanalista durante a sessão? Sabe-se, desde Ferenczi, que tudo o que passa pela mente do psicanalista durante a sessão (e até depois dela) é manifestação da transferência e que a contratransferência nada mais é do que metáfora da transferência”.(C)

Organiza o método, constrói teoria, avança no sentido do universal em seus postulados clínicos. Homem corajoso em sua batalha diária, munido de papel e caneta tinteiro, enfrenta complicadas perguntas que partem muitas vezes do seu próprio Inconsciente em pesquisa permanente. Sem dúvida que em seus textos chamados por muitos de “antropológicos” percebe-se mais do nunca um homem que não faz concessões consigo mesmo, que preza antes de tudo a busca pelo entendimento do que diz respeito ao psíquico tanto em sua origem como em sua atuação inscrita no tempo. Não transige, avança em seus questionamentos e leva-os ao conhecimento público, para serem aceitos ou descartados, no mais original dos empreendimentos de um cientista. Se em muitas teses que levanta pode ser questionado, em outras lança verdadeiras preciosidades para o entendimento do que cerca o humano. Em “O Futuro de uma Ilusão” fornece elementos contundentes para se pensar a religiosidade enquanto necessidade humana, enquanto a mais profunda manifestação do desamparo primordial do homem.

“A civilização humana, expressão pela qual quero significar tudo aquilo em que a vida humana se elevou acima de sua condição animal e difere da vida dos animais – e desprezo ter que distinguir entre cultura e civilização -, apresenta, como sabemos, dois aspectos ao observador. Por um lado, inclui todo o conhecimento e capacidade que o homem adquiriu com o fim de controlar as forças da natureza e extrair a riqueza desta para a satisfação das necessidades humanas; por outro, inclui todos os regulamentos necessários para ajustar as relações dos homens uns com os outros e, especialmente, a distribuição da riqueza disponível”. (b)

Há no Freud que busca entender os avanços e retrocessos do processo civilizatório o conteúdo mais revolucionário da psicanálise, pelo menos em nossa leitura nesse texto que muitos hão de discordar, sabemos disso de antemão. Como conciliar aos bons costumes uma construção teórica que diz que toda religião é uma ilusão, tradução de um desamparo do homem frente ao estranho a si mesmo, frente a dor e solidão do ser?
Um cientista que vaticina para seus amigos:

“Não sei se você se apercebeu do vínculo oculto entre 'Análise Leiga' e 'Ilusão'.No primeiro livro, quero proteger a psicanálise dos médicos e, no segundo, dos padres.Quero confiá-la a uma profissão que não existe, uma profissão de pastores seculares de almas,que não têm por que ser médicos e não devem ser sacerdotes”.(Sigmund Freud-Cartas Pfister)

Analisa o mito de Cristo como uma mudança de paradigma para a cultura que reatualizaria dessa forma a culpa pelo assassinato do Pai Primordial e a consequente relação fraternal, segue e lança olhar sobre os escritos que falariam de novas leituras do mito, vê em Hamlet esse conteúdo presente, fala em protofantasias, herança filogenética a contar a História da cultura inscrita em cada psiquismo. Repete a máxima: “A filogênese repete-se na ontogênese”, e vê no bebê que engatinha a lembrança mais vívida de nosso ancestrais ainda não erectos, que têm também em desenvolvimento afetos e emoções. Coloca o interdito como fundador da civilização.

“Afinal de contas, um sentimento só poderá ser fonte de energia se ele próprio for expressão de uma necessidade intensa. A derivação das necessidades religiosas, a partir do desamparo do bebê e do anseio pelo pai que aquela necessidade desperta, parece-me incontrovertível, desde que, em particular, o sentimento não seja simplesmente prolongado a partir dos dias da infância, mas permanentemente sustentado pelo medo do poder superior do Destino”. ©

Constrói o tecido psíquico, a malha entrelaçada onde teremos como aquilo que nos investe e por nós é investido como amor e trabalho. Localiza nas relações dos grupos aquilo que nos destrói e ao mesmo tempo como o que poderá nos levar ao cessar o movimento de guerra(carta à Einstein). Traz como uma forte tendência ao adoecimento psíquico uma rigidez das instituições criadas a partir das exigências da cultura.

“A essa capacidade de trocar seu objetivo sexual original por outro, não mais sexual, mas psiquicamente relacionado com o primeiro, chama-se capacidade de sublimação”.(d)
Freud entende ao escutar cada um de seus pacientes o grande trabalho que ele chama de “arqueologia da mente”, entender alguns pontos seria entender todo um traçado da humanidade.

“Não é arriscado supor que sob o regime de uma moral sexual civilizada a saúde e a eficiência dos indivíduos esteja sujeita a danos, e que tais prejuízos causados pelos sacrifícios que lhes são exigidos terminem por atingir um grau tão elevado, que indiretamente cheguem a colocar também em perigo os objetivos culturais. (d)

O regime nazista avança pela Austria e Freud diz a Ernest Jones: “Supérfluo dizer qualquer coisa sobre a situação geral do mundo. Talvez estejamos apenas repetindo o gesto ridículo de salvar uma gaiola de passarinhos, enquanto a casa está pegando fogo”. (1932) (em 3)

Sabemos que Freud ao final da vida, refugiado do regime nazista em Londres, esteve debruçado apesar de sua enfermidade em três importantes textos, um resumo quase testamento da psicanálise, “Esboço de Psicanálise”(1940[1938]) “uma exposição vigorosa, ainda que suscinta, de suas idéias maduras”, escreveu ainda brevemente “Algumas Lições Elementares sobre Psicanálise”{1940[1938]) e a terceira parte de “Moisés e o Monoteísmo”(1939[1934-38]) onde mais uma vez adentrou em conteúdos históricos.

Começa a trabalhar em “Moisés e o Monoteísmo” no verão de 1934 e defende a tese que Moisés seria um nobre egípicio.

“As primeiras duas breves partes de Moisés e o Monoteísmo, ainda que um tanto surpreendentes, são apenas moderadamente subversivas. A idéia de que Moisés era um egípicio vinha sendo sugerida por estudiosos respeitáveis há algumas décadas”.(3)
Haveria para Freud, após estudar textos ousados a respeito do assassinato de Moisés pelos seus seguidores (Ernst Sellin), algo bem próximo daquilo que já havia abordado em “Totem e Tabu” que “postulara um crime muito semelhante como o ato de fundação da cultura humana”(3)

Embora o tivesse em conta de um “romance histórico” esse texto resulta em algo muito instigante e lido na construção da época de sua formulação, resulta no mínimo, bastante revolucionário, rebelde, e altamente comprometido com o que Freud entende como ciência.

Negociando sua tradução em hebraico diz a seu editor que “seu conteúdo é particularmente talhado de molde a ofender sensibilidades judaicas, na medida em que não se submetem à ciência”

Apesar da delicada época em que seu texto aparece, não transige, não negocia com editora americana(Blanche Knopf) que apresentou algumas “leves sugestões” no sentido de tornar seu texto mais aceitável. “Em 21 de junho(1938), apenas duas semanas depois de desembarcar na Inglaterra, ele anotou na Cronik: “Moisés III reiniciado”. Esses fatos acho que demonstram bem o comprometimento da obra freudiana com tudo aquilo que leva em direção aos seus achados, sejam eles bem aceitos ou não, criem empatia ou resistência.

Esses chamados textos antrológicos ou todos que contêm alguma tese histórico-cultura-civilização são fundamentais para que se entenda a concepção revolucionária da psicanálise, no sentido de revolver, trazer a tona, fazer conhecer tudo aquilo que nos funda no sentido individual e de civilização.

“O conceito de inconsciente por muito tempo esteve batendo aos portões da psicologia, pedindo para entrar. A filosofia e a literatura quase sempre o manipularam distraidamente, mas a ciência não lhe pôde achar uso. A psicanálise apossou-se do conceito, levou-o a sério e forneceu-lhe um novo conteúdo. Por suas pesquisas, ela foi conduzida a um conhecimento das características do inconsciente psíquico que até então não haviam sido suspeitadas, e descobriu algumas das leis que o governam. Mas nada disso implica que a qualidade de ser consciente tenha perdido sua importância para nós. Ela permanece a única luz que ilumina nosso caminho e nos conduz através das trevas da vida mental”.(1.1)

Poderemos pensar que além de prestar a atenção a esse Inconsciente, a psicanálise o ampliou até os limites de entendimento de sua própria formação, com suas teses antropogênicas possibilita uma leitura do homem mais do que nunca formando e sendo formado pelas leis que o regulam, presentes em todas as instituições onde ele está ou que o formam.

Existem, entretanto, outras correntes de pesquisa que apontam para todas as formulações que levam ao Complexo de Édipo, como uma análise quanto a uma possibilidade dessa formulação nada mais representar que os ideais de uma sociedade de consumo, nos moldes burgueses ao quais ela, a psicanálise, teria se rendido.

“Se o Complexo de Édipo, em sua clássica manifestação, está unido à matriz social da família patriarcal nuclear, então sua 'superação' profilática pressupõe, antes de mais nada, a eliminação desta modalidade de família”
“Freud não podia imaginar uma cultura para além do recalque dos instintos* porque seu conceito de cultura acabou por ficar emaranhado nas concepções da ideologia burguesa”(5)

Talvez essa seja até uma visão possível, mas pensamos que ela só se sustenta se o Complexo de Édipo se atém às suas primeiras formulações e não ao complexo caminho teórico que vai ganhando contorno, primeiro com o próprio Freud e depois com todas as pesquisas empreendidas pelos estruturalistas.

A 'culpa primordial', 'o interdito', as 'relações de parentesco', confirmadas ou colocadas em suspeição são evidentemente traços que não se podem negar ao estudar o psíquico, e nisso temos que reconhecer que foi lá em Freud que se abriu o caminho para esse entendimento e pesquisa sobre suas implicações.

“Mezan (1997) diz o seguinte: “O crime não corresponde aos desejos edipianos; mas estes são estruturados por ele. Matar o pai e dormir com a mãe são tendências que existem no inconsciente sob a forma de repressão, e esta, praticamente, é instituída a partir do crime, e não o inverso. A originalidade freudiana consiste em associar a emergência do complexo de Édipo e o surgimento da sociedade civilizada por meio do mesmo ato”.(D)

Com certeza são muitas as teses e polêmicas que envolvem as teses antropológicas de Freud e o que levam a que a o método psicanalítico se assente no Complexo de Édipo. Inevitável então que em algum momento aquele que se debruça ao estudo psicanalítico volte seus estudos para essas formulações de Freud.

Observações:

1- Apêndice: Relação das obras de Freud que tratam de antropologia social, mitologia e história das religiões(consta nas Obras Completas vol XIII)

1907. ‘Atos Obsessivos e Práticas Religiosas.’
1908. ‘Ética Sexual “Civilizada” e as Modernas Doenças Nervosas.’
1910. ‘O Sentido Antitético de Palavras Primevas.’
1910. ‘Carta ao Dr. Friedrich S. Krauss.’
1911. ‘A Significação de uma Seqüência de Vogais.’
1911. ‘Grande é Diana dos Efesos.’
1912. ‘Postcript’ ao Caso Schreber.
1912-13. Totem e Tabu.
1913. ‘A Ocorrência nos Sonhos de Material Proveniente de Contos
de Fadas.’
1913. ‘O Tema dos Três Escrínios.’
1913. ‘As Pretensões da Psicanálise no Tocante ao Interesse Científico’,
Parte II, Seções E, F e G.
1913. ‘Prefácio do livro Scatologic Rites of All Nations, de Bourke.’
1915. ‘Pensamentos para os Tempos de Guerra e de Morte.’
1916. ‘Um Paralelo Mitológico a uma Obsessão Visual.’
1918. ‘O Tabu da Virgindade.’
1919. ‘Prefácio do livro Ritual: Psycho-Analytic Studies, de Reik.’
1919. ‘O “Misterioso”.’
1921. Group Psychology and the Analysis of the Ego (Psicologia de
Grupo e a Análise do Ego).
1923. ‘Uma Neurose Demonológica do Século XVII’, Seção III.
1927. The Future of an Illusion (O Futuro de uma Ilusão).
1930. Civilization and its Discontents (O Mal-Estar na Civilização).
1932. ‘A Aquisição e o Controle do Fogo.’
1933. New Introductory Lectures on Psycho-Analysis (Novas Lições
Introdutórias à Psicanálise), conferência XXXV.
1933. Why War? (Por que a Guerra?)
1938. ‘Uma Nota sobre o Anti-Semitismo.’
1939. Moses and Monotheism (Moisés e o Monoteísmo)
1940[1922] ‘A Cabeça da Medusa.’

2 – *leia-se pulsões

Livros:

1 – S. Freud – Obras Completas: (a)“Totem e Tabu”; (b)“O Futuro de Uma Ilusão”; (c)“O Mal Estar na Civilização”; (d)“Moral Sexual Civilizada e Doença Mental Moderna”;(e) “Moisés e o Monoteísmo”

1.1-“Algumas Lições Elementares da Psicanálise”.

2 – Gregório Baremblitt artigo “ Psicanálise, Ideologia e Política” in “Questionamos a Psicanálise suas Instituições”

3 – Peter Gay – “Freud – Uma Vida Para o Nosso Tempo”

4 – “Correspondência S. Freud/S Ferenczi” – Tomo 2

5 – “Neurose e Classes Sociais – Uma Síntese Freudiano-Marxista” Michael Schneider

6 – “As Estrutras Elementares de Parentesco” – Claude Lévi-Strauss

Links:
A – Afinal, que Quer a Música? – Anchyses Jobim Lopes
http://www.cbp.org.br/rev2973.htm

B – Antropologia e Parentesco
http://www.miranda.utad.pt/~xerardo/antropologiacultural/tema9.doc

C – A psicanálise além do divã: a cultura psicanalítica em revistas. Por que escrevem os psicanalistas? – Manoel Tosta Berlinck

http://www.psicopatologiafundamental.org/?s=66&c=205

D – O Parricídio em Totem e Tabu _ Uma Análise acerca da Gênese do conceito de Pulsão de Morte Maria Vilela Pinto Nakasu
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About Denise Deschamps

Psicóloga com formação em Psicanálise, Socio-Análise e Clínica Infantil – IBRAPSI/RJ; Formação em Psicoterapia de grupos- “ Psicólogos Associados; Supervisora Clínica em Psicanálise. Co-autora do livro "Cinematerapia - Entendendo Conflitos".

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