Violência e Mídia

Qual o artigo de consumo mais vendido no mundo? o computador? Não. A televisão é notadamente o veículo da mídia com maior penetração em todos os segmentos sociais. O aumento do número de canais, das horas que se vê televisão e da quantidade de possuidores de aparelhos de TV foi realmente impressionante, um aumento de 100% desde o final dos anos 80.
Sete em cada dez residências do mundo possuem um aparelho de televisão. Uma em cada cinco famílias do mundo inteiro está ligada ao circuito de TV a cabo ou via satélite. A indústria global da informação gerou 1 trilhão e 425 bilhões de dólares no mundo todo, dos quais cerca de 300 bilhões de dólares foram usados pelo setor audiovisual já em 1994 (05).

Trata-se do espelho da globalização da economia mundial. Impulsionado pelas demandas dos anunciantes, sendo o alvo número um dos fornecedores do mundo em desenvolvimento as classes médias e aquelas que aspiram a esse status.

Os conteúdos desse meio e de outras mídias preocupam consideravelmente pais, professores, autoridades e profissionais de saúde, que vêem na programação violenta uma influência nociva para as mentes de crianças e jovens.

Crianças e adolescentes no Brasil passam em media 4hs por dia na frente da TV. Para cada hora que uma criança de quatro anos passa em frente à TV, independente do que elas vêem, as chances de ela se tornar agressiva crescem 9% (07).

O excesso de exposição à mídia traz algumas conseqüências adversas tais como: aumento do comportamento violento, obesidade, diminuição da atividade física, lesões por esforços repetitivos (vídeo, jogos de computador), insônia, desempenho escolar prejudicado, aumento do uso de tabaco e álcool, aumento da atividade sexual precoce, diminuição da atenção, diminuição da comunicação familiar, enfoque excessivo no consumo (resultando em inveja, ambição etc). (01).

Mas qual o impacto social crescente da revolução da informação e o novo paradigma técnico-econômico que ela pressupõe? Será que a única lei que prevalece é a de mercado?  Qualquer coisa que renda lucros é produzida e distribuída?

Para Bourdieu (1997), a guerra de audiência e a busca insensata pelo furo jornalístico submetidos à lógica comercial, produzem “uma representação do mundo prenhe de uma filosofia da história com sucessão absurda de desastres sobre os quais não se compreende nada e sobre os quais se pode nada” (03).
    
Assistir televisão é uma atividade passiva, um grupo de elite que decide o que os espectadores vão ver, e quando. Os horários dos programas, os patrocinadores e um punhado de companhias de produção que gozam de grande prestígio.

Os alvos das pessoas que estabelecem os horários dos programas são as crianças e os jovens entre 14 e 30 anos. A preocupação é exclusivamente com o índice de audiência. O que os telespectadores assistem, e quando, são coisas decididas pelas pessoas que estabelecem os horários dos programas (04).

A televisão infantil é cada vez mais vista como um mercado, patrocinada e dominada pelos anunciantes, em vez de ser a oportunidade para chegar às crianças, estimulá-las, informá-las e ir ao encontro de sua enorme criatividade e empatia.

Neste universo devemos questionar se a TV está simplesmente refletindo a violência que já existe no mundo, ou está incitando seus espectadores a mais violência?

Respondendo a este questionamento, as Organizações americanas tais como Academia Americana de Psiquiatria da Infância e Adolescência, Academia America de Pediatria, Associação Médica Americana, Associação Americana de Psiquiatria, Associação Americana de Psicologia, Centros para Controle e Prevenção de Doenças, Instituto Nacional de Saúde Mental, Gabinete de Saúde Pública (Surgeon General, equivalente ao nosso Ministério da Saúde), concluíram que o entreterimento violento gera comportamento violento. (01).

Strasburger (1993) a partir de uma revisão de 1.000 estudos de literatura sobre mídia e violência e seu impacto na saúde de crianças e adolescentes, verificou que a violência veiculada nos meios de comunicação pode: facilitar o comportamento anti-social; dessensibilizar os espectadores para a violência na vida real, pela exposição excessiva á violência na mídia e ampliar a percepção dos expectadores de viver em um mundo perigoso e mal (09).

Entre as situações sob as quais a TV pode incitar o comportamento agressivo ou anti-social e as principais circunstâncias que podem ativar esse comportamento são apontadas as seguintes: 1- recompensa ou ausência de punição ao agressor; 2- exibição de violência como algo justificado; 3- aspectos da exibição na ficção que coincidem com a vida real (por ex., a vítima tem traços similares a alguém na vida real com quem o espectador antipatiza); 4- exibição do agressor com alguém similar ao espectador; 5- exibição da violência sem conseqüências; 6- violência na vida real; 7- violência não criticada; 8- violência com humor associado na história; 9- agressão contra mulheres por homens interessados na conquista sexual; 10- exibições, violentas ou não, que deixam o espectador em um estado de excitação; 11- espectadores que estão irritados ou são provocados antes de verem uma exibição de violência" (10).

O comportamento social é controlado por scripts oferecidos durante a infância, conforme nos aponta a Teoria da Cognição Social. Esses scripts ficam memorizados e são utilizados como norteadores para o comportamento na vida social e para resolução de problemas. Assim, ver cenas de violência na TV repetidamente pode ajudar a fixar pensamentos e comportamentos agressivos e propiciar a elaboração de scripts agressivos na fase adulta (01).

Mas qual o verdadeiro impacto na personalidade da criança, no seu ambiente real, nas suas experiências com agressão, nas circunstâncias familiares e no contexto cultural?

Para Morin (1997), na adolescência, a "personalidade" social ainda não está cristalizada, ou seja, "os papéis ainda não se tornaram máscaras endurecidas sobre os rostos, o adolescente está à procura de si mesmo e à procura da condição adulta, donde uma primeira e fundamental contradição entre a busca de autenticidade e a busca de integração na sociedade". Segundo esse autor, a cultura de massa tende a integrar os temas dissonantes da adolescência, interpelando esse grupo etário, fornecendo-lhes heróis, modelos, ao mesmo tempo em que tende a cortar-lhe as arestas e a minimizar seu dinamismo próprio. Para esse autor, a ação prática dos grandes temas identificatórios da cultura ocidental (amor, felicidade, valores privados, individualismo) é mais intensa na adolescência. Reciprocamente, a adolescência experimenta os apelos do mundo moderno e reorienta os meios de comunicação (08).

Numa pesquisa realizada em 23 países, inclusive no Brasil, com 5.000 crianças de 12 anos de idade, Groebel (1999), procurou investigar, através de questionários, como esse grupo percebe a violência na televisão. Essa pesquisa mostrou que a televisão é um meio sempre presente em todas as regiões pesquisadas, e que as crianças passam mais tempo em frente à TV (uma média de três horas/dia) do que usando qualquer outro meio de comunicação (rádio ou livros), ou realizando outra atividade, inclusive lição de casa. O estudo aponta também o fascínio que a violência exerce, freqüentemente relacionando heróis recompensados por suas ações agressivas ao lidarem com os problemas. Assim, a violência na televisão se torna atraente como um modelo para resolver os problemas da vida real, embora o autor advirta que é preciso investigar outros fatores como a inter-relação entre a mensagem e a personalidade da criança, seu ambiente real, experiência com agressão, circunstâncias familiares e contexto cultural.

Torna-se premente questionar os modelos que a sociedade brasileira em crise de valores éticos, sociais, morais e de qualidade nas inter-relações, tem oferecido aos jovens. Muitos não tem modelo de ego ideal, nem na família. O que marca essas mudanças está profundamente relacionado com a velocidade e o excesso de informações através dos meios de comunicação. Esses processos tendem a saturar o aparelho psíquico, levando a reações defensivas, de indiferença, de insensibilidade e de esgotamento afetivo dos indivíduos, dificultando especificamente o processo de identificação da criança pela complexidade e contradição de valores (01).

Que relação podemos fazer entre violência na mídia e violência real?  A mídia não é um retrato da realidade, mas, ao noticiar certos fatos e colocar ênfase em alguns aspectos em detrimento a outros, a mídia estabelece um recorte significativo não apenas porque contém fragmentos dessa realidade, mas também porque ajuda a criar um sentido, atribuir uma importância aos fatos que estão sendo noticiados. Não há como negar a influência das notícias no comportamento violento da população. A mídia é uma representação socialmente significativa da realidade e o comportamento da população é influenciado por esta mídia (06).

Para Adorno (1995) a imprensa tem um papel significativo na construção da criminalidade que passa pelo conjunto de representações que a sociedade tem do “marginal”, do “crime”, e da criminalidade. Adorno denomina espetacularização da imprensa, que produz uma visibilidade maior ao crime, ao criminoso e à questão da segurança, em detrimento de outros problemas sociais graves como os acidentes de trânsito e os acidentes de trabalho.

Quais são as condições fundamentais que determinam a predisposição de uma pessoa para a violência. Como compreender a complexa relação entre o processo de aprendizagem cognitiva das crianças e dos jovens e o modo como eles formam atitudes e posições duradouras?

Para Strasburger (1999), é importante observar na programação de entretenimento quatro dimensões básicas: (a) se a violência é recompensada ou punida; (b) se ela é justificada ou não tem quaisquer conseqüências; (c) se ela é pertinente ao espectador; (d) se o espectador é suscetível a ela. Para esse autor, qualquer aspecto que sobressaia nessas circunstâncias pode aumentar a probabilidade de os experimentos identificarem o comportamento futuro (09).

A mídia, quando se apropria, divulga, espetaculariza, sensacionaliza ou banaliza os atos de violência está atribuindo-lhes um sentido que, ao circularem socialmente, induzem práticas referidas à violência.

Se a violência é linguagem – forma de comunicar algo – a mídia ao reportar os atos de violência surge como ação amplificadora desta linguagem primeira, a da violência. A representação da violência pela mídia altera a percepção que temos do fenômeno, pois a cobertura nem sempre é representativa do universo de crimes e sim dos eventos extraordinários e muitas vezes pontuais.
   
Neste contexto, a mídia pode se tornar uma das mais contundentes formas de se propagar e, em até certo ponto, exaltar a violência. É necessário reavaliar o papel de apoio da sociedade como um todo (família, escola e comunidade), visto que ela provavelmente exercerá uma influência maior sobre o comportamento individual do que o aparelho de televisão.
   
A questão da participação infantil na mídia está ligada à questão mais ampla da participação da criança na sociedade como um todo — em particular, em casa e na escola.
   
Os pais, que tradicionalmente exercem a maior influência sobre o uso que as crianças fazem da mídia, têm cada vez menos percepção do quanto e do que seus filhos vêem. Embora o conteúdo televisivo exerça algum tipo de influência na formação de crianças e jovens, ainda há muito pouca preocupação dos pais exercerem algum tipo de controle sobre a audiência dos seus filhos (01).
   
O uso da mídia está se tornando cada vez mais individualizado e é progressivamente difícil para os adultos servirem de modelo, acompanharem e discutirem o que as crianças assistem. Importante frisar que não há influências indesejáveis da mídia para aquelas crianças que estão crescendo em condições seguras e que têm um bom relacionamento com os pais, escola e colegas.

Do ponto da vista da saúde pública e da epidemiologia, a programação violenta nos meios de comunicação é considerada como um fator de risco. Torna-se cada vez mais necessário a mediação de pais, profissionais de saúde e educação nesse binômio televisão X criança/adolescente, para promover orientação e prevenção.
   

Como a violência na mídia afeta o comportamento e as atitudes dos espectadores, especialmente crianças?
   
A violência da mídia é universal. O conteúdo violento da mídia é apresentado em um ambiente recompensador. Dependendo das características de personalidade da criança e de suas experiências de vida diárias, a violência da mídia satisfaz necessidades diferentes. Os seguintes efeitos são da maior preocupação: (a) Imitação de Comportamento. Uma vez que a principal forma de aprendizado das crianças mais jovens é a observação e a imitação, não é surpreendente que as pesquisas demonstrem que as crianças imitam o comportamento que vêem na televisão, iniciando já aos 14 meses de idade. Embora as crianças imitem os comportamentos sociais positivos que observam na mídia, também imitam os comportamentos violentos, agressivos. Para crianças menores essa imitação inclui quadrinhos e desenhos, que elas não distinguem da violência real; (b) Heróis Violentos. As crianças competirão e imitarão os modelos que são apresentados. Os modelos dos quais elas gostam e que são considerados atraentes são ainda mais influentes; (c) Violência Recompensada. A violência, que é glamurizada ou mostrada como eficaz, ensina às crianças que esta é premiada em nossa sociedade.
Isso aumenta a imitação desse comportamento na vida real; (d) Violência Justificada.

A violência tende a ser mais imitada se ela contiver implícita a mensagem: “está correto recorrer à violência, contanto que você acredite estar no seu direito”. Qual criança não acredita estar com a razão em uma situação de conflito? (e) Dessensibilização. A exposição repetida a qualquer estímulo provocador de emoções sem as subseqüentes conseqüências leva à dessensibilização. A exposição constante à violência da mídia atenua a ação a ela com o passar do tempo. Não apenas ocorre um decréscimo na reação à violência, mas também há uma falta de solidariedade para com as vítimas dos ataques. Vários estudos demonstraram esse efeito também em adultos (por exemplo, os homens tornam-se menos sensíveis para com as vítimas de violência doméstica após assistir filmes violentos); (f) Aumento do Medo. Com pesada ênfase da mídia sobre a violência, o mundo parece um lugar atemorizante para o espectador jovem impressionável. Este é um problema especialmente para as crianças menores, que podem ter capacidade limitada para compreender que aquilo que elas estão observando não é real.

Mesmo a exposição a um único filme, programa de televisão ou reportagem pode resultar em depressão emocional, pesadelos ou outros problemas relativos ao sono em muitas crianças, particularmente as menores. As crianças amedrontadas podem estar mais sujeitas a se tornarem vítimas ou agressores; (g) Maior Apetite pela Violência. O processo de dessensibilização descrito anteriormente aumenta a tolerância do espectador para mais violência. Quanto mais alguns espectadores assistem, mais eles querem. As pesquisas mostraram que as seqüências dos filmes de ação quase sempre contêm mais violência do que o original; (h) Violência Realista. As crianças são emocionalmente mais reativas aos programas que retratam a violência realista do que àqueles de ficção. O crescimento recente da popularidade deste tipo de programa de televisão é uma fonte de preocupação. Os retratos nítidos ou sensacionalistas da violência nos noticiários podem produzir essa reação tanto quanto os programas de crimes fictícios. As crianças mais jovens, podem ser incapazes de fazer essa distinção entre a fantasia e a realidade; (i) Cultura do Desrespeito. talvez o efeito mais prejudicial da dieta constante de entretenimento violento voltado às crianças seja a criação e a sustentação de uma cultura do desrespeito.

O comportamento violento em si mesmo é o ato máximo do desrespeito. Para cada jovem que pega uma arma e atira em alguém, há muitos milhares de outros que não o fazem. Mas eles estão desrespeitando uns aos outros, empurrando, puxando, batendo e chutando com freqüência crescente. Isso torna as linhas que separam aqueles comportamentos mais fáceis de serem cruzadas. O resultado é que nós redefinimos a forma como devemos tratar uns aos outros; (j) Compensar as frustrações e déficits da criança em áreas problemáticas; Oferecer “emoções” para a criança em um ambiente menos problemático; Cria uma estrutura de referência para “modelos de papéis atraentes”.
   
As “características recompensadoras” da agressão são mais sistematicamente promovidas do que as formas não-agressivas de lidar com a vida o que faz com que o risco da violência da mídia prevaleça. A agressão é interpretada como uma boa forma de resolver problemas em várias situações.
   
As crianças querem e precisam de um ambiente social e familiar que funcione. Como freqüentemente não há tal ambiente, procuram modelos de papéis que ofereçam compensação através do poder e da agressão.
   
No Brasil as políticas públicas do setor saúde voltadas para a prevenção da violência em geral ainda não estão totalmente estabelecidas e se encontram em processo de definição de conceitos e estratégias que buscam superar a via estritamente assistencial. Algumas experiências novas, em nível local, vêm demonstrando que ações dirigidas em conjunto com a família e comunidade apresentam resultados positivos e perspectivas de redução de crimes e demais formas de violência. Mas não existe oficialmente uma medida nacional de saúde que estabeleça limites para a violência na mídia.
   
A questão da violência na mídia não faz parte das políticas do setor saúde no Brasil, de modo que se possa formular medidas preventivas de caráter oficial. Essa posição reflete, de certa forma, a naturalidade com que a própria sociedade aceita certas representações da mídia ou sub-representações que perpetuam a condição das minorias brasileiras.
   
Para amenizar este cenário é necessário capacitar a participação em todos os níveis do processo de produção da informação e da mídia, envolver pais e profissionais que trabalham com crianças, ou para elas, para ajudá-las a se fazerem ouvir. Criar mecanismos para identificar de forma clara as influências nocivas na mídia e conscientizar as crianças, através da escola e de outros foros, a enfrentar os problemas da mídia de uma forma crítica e construtiva e, assim disseminar informação e material que sejam de benefício social e cultural para a criança.
   
O caminho a perseguir é de um equilíbrio mais adequado, na mídia, entre a preocupação com a proteção e o reflexo acurado do mundo real, com relação à diversidade cultural e os preconceitos sexuais;
   
É necessário respeito à integridade da criança em reportagens da mídia, promoção e proteção dos direitos humanos em geral, e vigilância na tentativa de salvaguardar a integridade da criança. Considerar os interesses da criança quando ela é a fonte de informação, como em entrevistas ou simulações com vítimas infantis de violência e abuso. Evitar os estereótipos mais comuns na mídia relativos a crianças, como o “adolescente violento” ou a falsa representação de crianças de grupos minoritários.

Capacitar para se relacionar com a mídia e para usá-la de uma forma participativa, bem como aprender a decodificar mensagens da mídia, inclusive nas propagandas. Conhecer a mídia, ensinar, em escolas de todos os níveis, sobre a mídia, seu impacto e funcionamento. Dar orientações específicas para os relatos de abuso infantil: encorajar discussões dentro da comunidade da mídia como um todo, e, ao mesmo tempo, proteger a dignidade da criança envolvida; A questão de não expor a identidade da criança deve receber ênfase especial.

O que está em questão, afinal é a habilidade da sociedade como um todo de fazer escolhas bem informadas sobre o tipo de mídia que deseja.

Referências bibliográficas

01. A Televisão e a Violência o impacto sobre a criança e o adolescente. Comissão Violência na Mídia; Comitê de Estudos da Violência, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Centro de Apoio Operacional das Promotorias da Infância e Juventude; Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente – CEDICA; Associação Brasileira de Psiquiatria; Departamento de Psiquiatria Infantil. Disponível em: http://www.ufrgs.br/psiq/vio_valo.html. Acessado em 21 de maio de 2008.

02. ADORNO, S., 1995. Violência, ficção e realidade. In: Sujeito: O lado oculto do. Receptor (M. W. Souza), pp. 181-188, São Paulo: Brasiliense.

03. BOURDIEU, P., 1997. Sobre a televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.

04. CARLSSON & FEILITZEN, C Von (orgs.). 1999. A criança e a violência na mídia. Ed. Cortez-UNESCO, São Paulo-Brasília.

05. GROEBEL, J., 1999. Estudo Global da UNESCO sobre Violência na Mídia. In: A criança e a violência na mídia (U. Carlsson & C. Von Feilitzen, orgs.), pp. 217-239, São Paulo: Cortez; Brasília: UNESCO.

06. LANDINI, Tatiana Savoia. Pedophile, who are you? A study of pedophilia in the press. Cad. Saúde Pública ,  Rio de Janeiro2008 .  Disponível em: <clique aqui>. Acesso em: 13  Junho de  2008: 10.1590/S0102-311X2003000800009

07. MIDIATIVA. Disponível em: http://www.midiativa.tv/index.php/midiativa/content/view/full/1752/. Acessado em 21 de maio de 2008.

08. MORIN, E., 1997. Cultura de Massas no Século XX: neurose. Rio de Janeiro: Forense Universitária.

09. STRASBURGER VC 1993. Adolescents and the media: five crucial issues. Adolescent Medicine: State of the Art Reviews 4:479-493.

10. STRASBURGER VC 1999. Os adolescentes e a mídia: Impacto psicológico. Artes Médicas,Porto Alegre.

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