Análise do comportamento aplicada às artes marciais

7ª Jornada de Análise do Comportamento – UFSCar. 2008

Fonseca, A.R.[1] (PG); Cillo, E.[2] (O); Farias, A.F.[1] (PG)
abraaorfonseca@gmail.com

[1]Programa de Pós-graduação em Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade
Federal do Pará; [2] Laboratório de Análise Experimental e Comportamento Humano,
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

A psicologia do esporte tem se desenvolvido no Brasil, principalmente no que diz respeito à produção acadêmica de material que cubra as mais diversas aplicações do esporte, desde o campo recreativo até o de alto-rendimento. Contudo, observa-se que esta produção acadêmica está restrita, inclusive em âmbito  internacional, a práticas cognitivistas que pouco valorizam o ambiente e os procedimentos de ensino eficazes. Enquanto prática esportiva, as artes marciais têm papel de destaque em muitas apresentações mundiais no que se conhece como Olimpíadas e em mundiais transmitidos pela televisão aberta, tendo
sua imagem vendida como melhoria do seguimento de regras e aumento de potencial cardio-respiratório. Quanto a esta prática, psicólogos do esporte têm sido utilizados como meio de melhorar o treino dos atletas, preparando-os para competições e servindo como profissionais de “relaxamento” e “programação mental”. Nesse sentido, a análise do comportamento, a partir de seus referenciais teóricos e empíricos, pode potencializar o desempenho de atletas de alto-nível, como os praticantes de artes marciais, que necessitam de um treino específico. Modelagem, modelação, discriminação, insight, encadeamento podem ser úteis na prática dos atletas de artes marciais à medida que instala no repertório do sujeito respostas adequadas. Reforçamento diferencial de altas-taxas (DRH) e razão fixa (FR) pode servir para aumentar a velocidade de execução de golpes específicos.

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