Ecstasy pode contribuir com tratamento do Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

É o que diz o estudo americano publicado na revista científica Journal of Psychopharmacology, com 20 pacientes diagnosticados com TEPT, dentre os quais, 12 receberam ecstasy e 8 placebo.

É o que diz o estudo americano publicado na revista científica Journal of Psychopharmacology, com 20 pacientes diagnosticados com TEPT, dentre os quais, 12 receberam ecstasy e 8 placebo.

Cada paciente foi submetido a 2 sessões de Psicoterapia, com um intervalo de algumas semanas entre uma e outra. Cada sessão tinha a duração de 8 horas.

Passados dois meses, 10 pacientes do grupo que tomou ecstasy (mais de 80%) apresentaram melhoras no quadro do TEPT. Entre os que tomaram placebo, apenas 2 (25% destes) tiveram resultados positivos.  

Todos os participantes da pesquisa tinham diagnóstico de Transtorno de Estresse Pós-Traumático e já se submeteram sem sucesso a outros métodos de tratamento tradicionais, antes. Aqueles com histórico de Psicose ou qualquer tipo de vício foram excluídos da amostra.

De acordo com os pesquisadores, não houveram efeitos adversos decorrentes do uso da droga durante o estudo. Conforme adverte o especialista britânico Simon Wessely, entretanto, a amostra é muito pequena para que se possa tirar uma conclusão definitiva; e, portanto, é preciso cuidado.

O estudo foi financiado por uma Organização sem fins lucrativos que defende o uso de entorpecentes em tratamentos médicos.

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