Na Busca pela Cara Metade, os Opostos não se Atraem

Um estudo conduzido por pesquisadoras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul demonstrou que, na escolha do parceiro, características comuns – como gostos compartilhados, opiniões semelhantes, hábitos parecidos, entre outras -, são mais valorizadas do que características complementares.

Um estudo conduzido por pesquisadoras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul demonstrou que, na escolha do parceiro, características comuns – como gostos compartilhados, opiniões semelhantes, hábitos parecidos, entre outras -, são mais valorizadas do que características complementares.

O estudo demonstrou também forte influência dos modelos conjugais parentais como referenciais a serem seguidos ou evitados na formação do casal.

Participaram do estudo 5 casais adultos, que se encontravam no semestre anterior ao casamento e que ainda não moravam juntos. Os participantes responderam entrevistas individuais semiestruturadas e os dados obtidos foram submetidos a análise qualitativa de conteúdo.

Fonte: Revista Estudos de Psicologia (Campinas)

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