Trabalho é apontado como alternativa para manutenção da qualidade de vida de soropositivos

 Os pesquisadores ouviram 10 mulheres, com idades entre 27 e 57 anos com tempo de soropositividade entre 5 e 10 anos. Elas foram entrevistadas e o conteúdo do que disseram passou por análise temática.

Os resultados indicaram que o trabalho é visto por elas  como um lugar de acolhimento e suporte, mas que ainda existe preconceito. A implantação de programas de redução da estigmatização e discriminação é apontada pelos autores como a melhor alternativa para que o trabalho contribua ainda mais com a manutenção da qualidade de vida destas pessoas.

Fonte: Psicologia em Estudo.

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