Conselho Federal de Psicologia emite parecer contrário a PDL que propõe a sustação da norma que orienta a não proposição de tratamento para “curar” homossexuais

O Conselho Federal de Psicologia emitiu nesta última terça-feira (23) um parecer em seu site oficial contrário ao Projeto de Decreto Legislativo 234/2011, de autoria do deputado João Campos (PDC), que objetiva sustar a resolução do CFP nº 1/1999; A resolução orienta os profissionais da psicologia a não usar a mídia para reforçamento de preconceitos contra os homossexuais nem propor tratamento para curá-los.

A homossexualidade deixou de constar na lista de doenças mentais classificadas pela Organização Mundial da Saúde há mais de 20 anos; No entanto, ainda há pessoas que insistem em tratá-la como patologia e propor formas de cura.

Leia o parecer contrário do CFP na íntegra aqui!

Saiba mais sobre  a resolução do CFP nº 1/1999 clicando aqui.

Fonte: Conselho Federal de Psicologia

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One Response to Conselho Federal de Psicologia emite parecer contrário a PDL que propõe a sustação da norma que orienta a não proposição de tratamento para “curar” homossexuais

  1. Luciane Vasconcellos Neglia 24 de abril de 2013 at 21:23 #

    Existem alguns fundamentos científicos que mantém a ideia de que a homossexualidade é uma disfunção psíquica e que se encaixa perfeitamente na categoria das parafilias, juntamente com a pederastia(relação sexual entre um adulto(masculino) e uma criança), zoofilia (a relação sexual entre um adulto e um animal). É preciso retirar a mácula e a venda dos olhos para ver com realidade as relações zoo-afetivas e homo-afetivas/pedofilias, a fim de prestar algum auxílio aos indivíduos que sofrem nessas práticas muitos males que não são derivadas de preconceitos mas de conflitos internos de suas almas mergulhadas nas inusitadas pulsões inconscientes e desintegração (corpo, alma e espírito). Porque negar ajuda para quem tem está precisando "refletir e enfrentando graves conflitos de identidade? Bem, para a genuína PSICANÁLISE, não existe qualquer restrição em forma legal, moral ou ética que regule ou determine perfis de quem deve ou não ser analisado, já que o alvo de análise é a manifestação inconsciente e a INTEGRIDADE do indivíduo na própria SINGULARIDADE em sua realidade fática. Mas, a Psicologia com seus fundamentos responde a essas questões de modo particular e sem dúvida favorecendo alguns grupos muitas vezes ignorando a importância da singular subjetividade de cada um; a diferença que existe em cada indivíduo e a peculiaridade da própria história. Baseando-se em estatísticas, referências homogêneas, semelhanças que deixam muito a desejar quando estamos lidando com a verdade de cada indivíduo em sua real expressão. Tratemos então de um grupo de muitos indivíduos singulares para que possamos acabar com qualquer ideia de "mau preconceito" e não correr o risco de fortalecer grupos em detrimento de outros. Quando focamos em subjetividades não encontramos minorias e nem maiorias, encontramos a INTEGRIDADE que faz surgir a INTEGRAÇÃO E O RESPEITO PELAS DIFERENÇAS.



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