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    <title>Psicologia - RedePsi</title>
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    <description>O seu Portal de Psicologia</description>
    <lastBuildDate>Sun, 07 Sep 2008 17:40:22 -0300</lastBuildDate>
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    <category>Artigos</category>
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      <title>Psicologia - RedePsi</title>
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      <title>Explosões Criativas</title>
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      <description>&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;strong&gt;Introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psican&amp;aacute;lise, ao teorizar sobre a cl&amp;iacute;nica da psicose, parte da indaga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sujeito com a realidade. As elabora&amp;ccedil;&amp;otilde;es psicanal&amp;iacute;ticas freudianas fornecem contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;iacute;mpar a essa teoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tratamento nessa cl&amp;iacute;nica.&amp;nbsp;Freud emprega este termo -psicose- para designar a reconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o inconsciente, por parte do sujeito; de uma realidade delirante ou alucinat&amp;oacute;ria. Quando a realidade &amp;eacute; demasiado forte para o sujeito, quando o sujeito n&amp;atilde;o encontra ningu&amp;eacute;m para ajud&amp;aacute;-lo a tornar real o seu del&amp;iacute;rio, este se torna um louco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 05 Sep 2008 06:50:00 -0300</pubDate>
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      <title>Avaliação comportamental e as implicações éticas na prática clínica analítico-comportamental</title>
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      <description>&lt;strong&gt;Palestrante:&lt;/strong&gt; Roberto Alves Banaco</description>
      <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 10:50:00 -0300</pubDate>
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      <title>Estratégias Lúdicas em Atendimento Clínico Infantil</title>
      <link>http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1265</link>
      <description>&lt;strong&gt;Palestrante: &lt;/strong&gt;Ja&amp;iacute;de Regra</description>
      <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 10:50:00 -0300</pubDate>
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      <title>A Prática Clínica Analítico-Comportamental entre as quatro paredes do consultório: o verbal é suficiente?</title>
      <link>http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1263</link>
      <description>&lt;strong&gt;Palestrante:&lt;/strong&gt; Yara Nico</description>
      <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 10:40:00 -0300</pubDate>
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      <title>Implicações da Fibrose Cística no Vínculo Mãe-Criança</title>
      <link>http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1261</link>
      <description>&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;Fernanda Santana Ferreira &lt;br /&gt;Orientação: Maria Cecília Leal Giraldes Formigoni &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma criança é gerada, ela já é significada no imaginário e no discurso dos pais, antes mesmo de ser concebida, marcando sua posição nesta família. Para a teoria psicanalítica, a causa do tornar-se sujeito não reside no orgânico. Há, no entanto, quem insista em desconhecer os pontos nos quais o orgânico incide na construção do aparelho psíquico e, portanto, na constituição do sujeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, esse artigo se propões a abordar a questão da constituição psíquica do sujeito, tendo em vista a presença da Fibrose Cística (também conhecida como Mucoviscidose), uma doença genética, crônica, que compromete principalmente os sistemas respiratório e digestivo. Partimos assim da hipótese de que o nascimento de um filho com problemas orgânicos pode provocar descompassos na subjetividade materna, uma vez que, diante do bebê com alterações no real do corpo, o filho anteriormente imaginado não encontra suporte em sua família.&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 30 Aug 2008 15:50:00 -0300</pubDate>
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      <title>Ensaio Teórico: A inteligência do corpo</title>
      <link>http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1260</link>
      <description>&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;Francinaldo do Monte Pinto&lt;br /&gt;Prof&amp;ordm; Psicologia do Trabalho/UEPB&lt;br /&gt;Doutorando em Psicologia Social/UERJ&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ensaio, apresento dois pontos de vista sobre a intelig&amp;ecirc;ncia do corpo, saber: a intelig&amp;ecirc;ncia pr&amp;aacute;tica e o corpo como suporte de cria&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas. O primeiro, estudado pela psicodin&amp;acirc;mica do trabalho, objetiva compreender e analisar a intelig&amp;ecirc;ncia em a&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O segundo analisa a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica e instrumento e para falar de um corpo subjetivo: corpropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o. No final, s&amp;atilde;o tecidas algumas considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre as duas id&amp;eacute;ias a respeito da intelig&amp;ecirc;ncia do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave:&lt;/strong&gt; corpo, intelig&amp;ecirc;ncia pr&amp;aacute;tica, t&amp;eacute;cnica, instrumento, artefato&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 30 Aug 2008 12:40:00 -0300</pubDate>
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      <title>Behaviorismo Radical e Educação</title>
      <link>http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1257</link>
      <description>&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;strong&gt;Autoras:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Maria de Lourdes Bara Zanotto&lt;br /&gt;* Melania Moroz&lt;br /&gt;* Paula Suzana Gioia 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; comum encontrar, na &amp;aacute;rea da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especialmente, afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es de oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e at&amp;eacute; mesmo de desqualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao behaviorismo radical; afinal, voc&amp;ecirc; pode nunca ter estudado esta abordagem, em seus cursos anteriores, o que poderia parecer um indicador de que ela n&amp;atilde;o &amp;eacute; promissora; tamb&amp;eacute;m pode ter ouvido falar que ela est&amp;aacute; ultrapassada, j&amp;aacute; que foi &amp;ldquo;moda&amp;rdquo; em d&amp;eacute;cadas anteriores; ainda, pode ter aprendido que &amp;eacute; uma abordagem que, se servir, aplica-se apenas a animais, uma vez que desumaniza o ser humano e o torna robotizado, ou que, se &amp;uacute;til aos humanos, o seria apenas na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas com defici&amp;ecirc;ncia f&amp;iacute;sica ou intelectual. O que se nota, especialmente em textos did&amp;aacute;ticos, &amp;eacute; a reincid&amp;ecirc;ncia de conceitua&amp;ccedil;&amp;otilde;es e an&amp;aacute;lises que n&amp;atilde;o correspondem aos conceitos como foram propostos na vers&amp;atilde;o de B.F.Skinner e que desconsideram o modelo explicativo no qual estes conceitos se articulam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente texto exp&amp;otilde;e a vis&amp;atilde;o behaviorista radical sobre o ser humano e, sendo dirigido especialmente a educadores, procura explicitar conceitos, utilizando exemplos e levantando implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es a partir de - e para o - contexto educacional. Esperamos que voc&amp;ecirc;, ap&amp;oacute;s conhecer a proposta behaviorista radical, possa avaliar se aqueles, e outros argumentos similares, s&amp;atilde;o v&amp;aacute;lidos e se o behaviorismo radical &amp;eacute; ou n&amp;atilde;o uma proposta para a an&amp;aacute;lise dos fen&amp;ocirc;menos humanos e, em especial, os educacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da express&amp;atilde;o behaviorismo radical e n&amp;atilde;o apenas behaviorismo&amp;nbsp; indica que estamos tratando do behaviorismo na vers&amp;atilde;o que lhe foi dada por Skinner, diferenciado-o do behaviorismo metodol&amp;oacute;gico adotado por outros autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; importante salientar este aspecto: embora historicamente se identifique, na psicologia, a emerg&amp;ecirc;ncia de um movimento behaviorista, esta corrente n&amp;atilde;o &amp;eacute; homog&amp;ecirc;nea; dos primeiros behavioristas &amp;agrave; configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do behaviorismo radical proposto por Skinner h&amp;aacute; um caminho no qual se tra&amp;ccedil;am linhas de diverg&amp;ecirc;ncia em aspectos fundamentais; sempre que estas diverg&amp;ecirc;ncias ocorrerem, faremos r&amp;aacute;pida pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o a este respeito.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 22 Aug 2008 16:40:00 -0300</pubDate>
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      <title>As implicações do adolescer e a homossexualidade</title>
      <link>http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1255</link>
      <description>&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;Um conflito inevit&amp;aacute;vel at&amp;eacute; a aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o Sabe-se que a fase da adolesc&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; marcada por conflitos e mudan&amp;ccedil;as que s&amp;atilde;o inerentes ao ser humano, sejam elas comportamentais (psicol&amp;oacute;gicas) sejam corporais. Em meio a essas aceleradas mudan&amp;ccedil;as, est&amp;atilde;o as descobertas de novos desejos, novas experi&amp;ecirc;ncias, novos questionamentos, etc., e dentre as v&amp;aacute;rias implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es existe o desejo sexual, onde alguns jovens experimentam o desejo afetivo e sexual por pessoas do mesmo sexo, o que pode trazer v&amp;aacute;rios conflitos intrapsiquicos, que v&amp;atilde;o, por exemplo, desde o assumir-se como homossexual (sair do arm&amp;aacute;rio) a reprimir tal identidade (se trancar no arm&amp;aacute;rio).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 21 Aug 2008 11:50:00 -0300</pubDate>
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      <title>Incidência do uso de Antidepressivos nos pacientes submetidos à cirurgia cardíaca</title>
      <link>http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1254</link>
      <description>&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;O paciente de cirurgia card&amp;iacute;aca apresenta muitas necessidades e exige um cuidado espec&amp;iacute;fico e esclarecido por apresentar uma crise de vida importante no processo de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a vida e a morte, intensificando desta maneira suas necessidades emocionais e psicol&amp;oacute;gicas demonstradas pelo stress e desconhecimento da cirurgia e complica&amp;ccedil;&amp;otilde;es posteriores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 19 Aug 2008 12:40:00 -0300</pubDate>
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      <title>Nagarjuna</title>
      <link>http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/item.php?itemid=1252</link>
      <description>&lt;strong&gt;Nagarjuna &lt;/strong&gt;viveu no s&amp;eacute;c. II DC na &amp;Iacute;ndia. Fui um sutil fil&amp;oacute;sofo metaf&amp;iacute;sico. Morreu esfaqueado. Encontrando-o sangrando e &amp;agrave; morte, seus disc&amp;iacute;pulos o interrogaram: - Mestre, quem fez isto? Nagarjuna respondeu - Fui eu mesmo. Os alunos insistiram, sabiam que sendo ele um budista n&amp;atilde;o atentaria contra a pr&amp;oacute;pria vida. Quem teria ferido um homem pac&amp;iacute;fico?</description>
      <pubDate>Mon, 18 Aug 2008 12:00:00 -0300</pubDate>
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