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![]() Momento BehavioristaFormação técnica em administração de empresas, Psicólogo graduado pela Uninove/SP, especializando-se em terapia Comportamental pela USP. Possui experiência na área de Recrutamento, Seleção, Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos, coordenando operações e projetos de seleção e treinamento de pessoal.
Extensão Universitária em Organizational Behavior Managment (OBM) e em Acompanhamento Terapeutico pelo Núcleo Paradigma de Análise do Comportamento, membro associado a ABPMC - Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental desde 2004, com diversos trabalhos divulgados e publicados nos JACs (Jornada de Analise do Comportamento) de São Carlos, Redepsi e RH..com.br. Hoje, direciona sua carreira ao conhecimento do Behaviorismo Radical e da Análise do Comportamento aplicada a Clinica, educação e Organizações. Artigos nesta coluna: 27
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Artigo que objetiva refletir como o novo conceito da analise do comportamento (Quadros relacionais) auxiliam os psicólogos analistas do comportamento a compreender as transformações sociais.
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Esta coluna objetivou sintetizar o conteúdo da mesa apresentada à II JAC (Jornada de Analise do Comportamento) de Jundiaí sobre: "Da entrevista por competência ao Organizational Behavior Management (OBM): O que o analista do comportamento pode e tem feito pelas organizações."
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Vídeos, músicas, peças teatrais, shows, política e outros fazem parte do que chamamos de cultura. O presente artigo reflete e chama o psicólogo para reflexão sobre como esta organizaçãode estímulos pode ter a sua parcela na determinação do comportamento humano.
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A presente coluna reflete a luz da análise do comportamento sobre o fenômeno do grito de guerras nas empresas enquanto ferramenta de RH para obetenção de resultados corporativos.
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A presente coluna objetivou fornecer orientação prática à facilitadores acerca das estruturas da dinâmica de grupo em recrutamento e seleção de pessoal.
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Afim de ilustrar e orientar como analistas do comportamento podem ou poderiam agir no âmbito de seleção de pessoal, o presente artigo objetiva através de recortes da topografia de alguns comportamentos de candidatos em entrevista, fornecer espaço para reflexão, levantamento de hipóteses e possíveis intervenções para processos de seleção de pessoal.
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Todo final de ano nos deparamos com as oportunidades de trabalho temporário. Nesta coluna será abordado algumas dicas comportamentais para adquirí-las e expandí-las para uma possível efetivação.
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A presente coluna objetivou ilustrar a prática negativa presente no subsistema de recrutamento e seleção de pessoal de algumas empresas que não levam a sério o trabalho do profissional em ambiente de seleção de pessoas.
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O presente artigo tenta justificar qual a importância de chegarmos o mais próximo possível da "raiz" do comportamento humano nos processos de análises psicológicas.
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Por que pessoas reclamam dos seus empregos, mas não os largam? Objetivando provocar a reflexão dos leitores, o autor tenta expôr a luz da vertente teórica da Análise do Comportamento, algumas variáveis sobre por que as pessoas reclamam dos empregos, mas não os largam em busca de melhores condições de trabalho.
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Sob os conceitos da Análise do Comportamento, a exemplo do comportamento operante e discriminação de estímulos, tentarei nesta coluna, promover algumas reflexões acerca das variáveis que afetam a relação entre estímulos x repertório comportamental x comportamento de condutores de veículos no trânsito.
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A Presente coluna aborda alguns questionamentos sobre a lei que determina que o período de experiência exigido pelas empresas para contratação de pessoal não poderá ultrapassar seis meses, bem como singelos comentários sobre o uso de coerção como forma de controle comportamental.
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RH tem que cuidar de gente e não de custo!
18 Feb 2008
O que fazer quando um psicólogo ou demais profissionais são alocados em um departamento criado para mediar interesses entre empresas e pessoas, porém, que hoje é freqüentemente influenciado pela visão de custos, deixando muitas vezes a visão humana sobre os Recursos Humanos em segunda instância? Venha refletir, por que o autor defende à luz da análise do comportamento que RH deve cuidar de pessoas e não de custo!
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Por que alguns chefes são agressivos?
15 Jan 2008
Por que alguns chefes são agressivos? Esta coluna objetivou refletir à luz da análise do comportamento o estudo da relação "chefe-empregado" quando a topografia em questão é a agressividade.
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O Artigo objetivou demonstrar como a Análise do Comportamento compreende o comportamento psicopatológico. Venha descobrir o que há de diferente nesta vertente teórica onde o comportamento é tido como fruto da relação sujeito - ambiente.
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O Amor no Behaviorismo Radical
30 Oct 2007
A presente coluna objetivou introduzir o que é o "AMOR" para Análise do Comportamento. As reflexões apontam que a busca pela funcionalidade dos comportamentos contrapõe ideologias de que a filosofia desta ciência (Behaviorismo Radical) é algo mecanicista ou negligente aos conteúdos profundos que fazem parte do ser - humano.
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Head Hunting: Quando as práticas organizacionais esbarram na ética e no comportamento dos psicólogos?
26 Aug 2007
O presente artigo traz reflexões de como e quando a prática do Head Hunting esbarra na ética e conduta do psicólogo organizacional. Ao lhe dar com esta prática estamos sujeitos a rotinas que podem ou não ser vista de maenira positiva pela sociedade e pelas organizações. Veja o que a área reserva aos psicólogos que se propõe a trabalhar com esta modalidade de recrutamento e seleção!
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A motivação do comportamento organizacional é uma prática comum entre psicólogos organizacionais. Esta coluna objetivou descrever o que e como a abordagem da Análise do Comportamento compreende e consequentemente pode contribuir com este fenômeno, uma vez que em seu arcabouso teórico, o manejo de contingências para obter mudanças de conduta e comportamento também pode ter o nome do que algumas pessoas chamam ou conhecem como MOTIVAÇÃO.
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Podemos enquanto profissionais de RH nos consultar em livros de fábulas, elaborar nosso próprio Book com cases e fábulas interessantes, mas o essencial desta técnica, é que seja devidamente planejada evitando enquadrar ou "engessar" fábula caracterizando as chamadas "bulas mágicas" (Dado situação X uso fábula Y). Considerar a relação (sujeito – ambiente) é o primeiro passo para escolha de uma técnica de intervenção comportamental.
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Em possibilidades de Analise do Comportamento aplicado a Organizações desta coluna, trataremos do que busca a entrevista comportamental nos processos de recrutamento e seleção de pessoal, processos estes, que representam a prática básica de muitos psicólogos organizacionais. Venha descobrir quais os diferenciais da entrevista comportamental, qual sua relação com a ferramenta de seleção por competência?
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Segundo Skinner (2000), o industrial que deseja seus empregados trabalhando de acordo com suas especificações, sem absenteísmo precisa certificar-se de que o comportamento deles estejam sendo reforçados convenientemente, não somente com salários, mas com adequadas condições de trabalho.
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Muitos conhecem a abordagem comportamental como Behaviorismo, porém, o que muitos não sabem, é que há dois tipos de Behaviorismo: O Comportamentalismo de Watson que exclui eventos não observáveis como a mente e os sentimentos em sua unidade de analise e o Behaviorismo Radical de Skinner que revisou este modelo de behaviorismo agregando a psicologia a possibilidade de analisar funcionalmente todo e qualquer tipo de comportamento, sendo ele encoberto ou não. O tema deste mês “Como estudamos o comportamento no Behaviorismo radical” do MOMENTO BEHAVIORISTA tentará evidenciar após algumas diferenciações de behaviorismo, como podemos analisar o comportamento humano sob a ótica do autor que revigorou as tendências do behaviorismo: B. F. Skinner.
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O que ou até onde você sabe sobre a terapia comportamental? Neste artigo, tentarei destacar alguns pontos chaves característicos de psicólogos adeptos da Analise do Comportamento Humano cujo a raiz filosófica baseia-se no Behaviorismo radical do americano B.F. Skinner. Muito além do que conhecemos como "abordagem dos ratinhos", a Terapia Comportamental tem se mostrado muito eficaz no manejo de contingências e por tanto, no tratamento de comportamento ditos como patológicos ou socialmente indesejados.
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Todos conhecemos que a Unidade de análise do comportamento para descrever funcionalmente comportamentos dos organismos é a Tríplice contingência do comportamento operante (Nem que alguns psicólogos tenham vagas lembranças das aulas de psicologia experimental e seus ratos brancos de laboratório). Será que a velha "tríplice" não é mais suficiente? Existem novas unidades de análise na abordagem comportamental?
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Este artigo visa aguçar a reflexão de estudantes e graduados em psicologia acerca da possibilidade da AC (Analise do comportamento) separar-se da psicologia e constituir-se como ciência independente. Passando por este movimento, será destacado a posição de movimentos estudantis na organização, produção de conhecimento e comprometimento com a produção de conhecimento e incentivar a reflexão sobre o papel de associações (como por exemplo a ABPMC) sobre a auditoria / acompanhamento das produções isoladas, como por exemplo, os JACs – Jornadas de Analises do Comportamento. Você acredita no “caos” ou “vantagens” desta possibilidade ?
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O que está acontecendo com os RHs das empresas brasileiras? Qual é o papel do psicólogo de uma empresa inserida em um país sub – desenvolvido, influenciado pela globalização e pelo capitalismo? Como vemos o mercado de mão – de – obra? Cresce o desemprego ou cresce o índice de mão – de – obra dentro do que as empresas consideram “desqualificados e / ou fora do perfil”? É para estes e outros aspectos que este artigo traz a atenção dos psicólogos, dando ênfase sobre o olhar analítico – comportamental como mais uma alternativa de análise psicológica, é chegado a hora da união de psicólogos para um duplo olhar sobre as questões sociais. Até que ponto conhecemos o nosso trabalho, será que ao vestirmos a camisa da empresa não estamos esquecendo do nosso objeto de estudo: o homem? Vamos refletir junto a este artigo e pensar no quadro atual dos Deptos. De RH e na balança de responsabilidade de psicólogos: empresas e seres humanos.
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Os Behavioristas estão chegando !
20 Sep 2006
Há 15 anos, psicólogos denominados como “seguidores” de Skinner, vêem se reunindo no congresso da ABPMC – associação brasileira de psicoterapia e medicina comportamental, onde dedicam-se a modelagem da abordagem comportamental e cognitivo...
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