Tag Archives | Psicologia Analítica

persona

A concepção de Jung da persona é a de um arquétipo, significando, neste contexto, que existe uma inevitabilidade e ubiqüidade para a persona. Em qualquer sociedade, um meio de facilitar o relacionamento e intercâmbio é exigido; essa função é parcialmente efetuada pelas persona dos indivíduos em questão. Diferentes culturas estabelecerão diferentes critérios para a persona […]

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funções, complexo de

Na psicologia analítica de Jung, um mecanismo através do qual uma fun­ção opera. Jung identificou quatro tipos de função: pensamento, sentimento, intuição e sen­sação. Seja qual for a função predominante em uma pessoa, a existência cotidiana requer numerosos ajustamentos ad hoc. Um deles é o complexo de funções chamado persona, uma máscara ou aparência exterior […]

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funcionamento arcaico, modo de

Na Psicologia Analítica, esta expressão designa o pensamento, ação e sentimento característicos do tipo pri­mitivo de mentalidade. Ao discorrer sobre re­gressão, Jung diz: "O escoamento de libido envolve a sua gradual recaída abaixo do limiar da consciência, sua ligação associativa com a consciência se torna frouxa, até mergulhar aos poucos no inconsciente. Isto é sinônimo […]

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função superior

Na psicologia analítica de Jung, existem quatro tipos psicológicos básicos de pensamento, de sentimento, de intuição e de sensação. Qualquer dos tipos funcionais pode predominar como meio pelo qual a pessoa se ajusta aos problemas da existência. A função predominante chama-se superior, ao passo que as três funções restantes são inferiores em graus variáveis.

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função principal

Entre os muitos aspectos de função, Jung fala sobre funções principais e auxiliares. "Para todos os tipos que se apresen­tam na prática, permanece inteiramente válido o princípio de que, além da função principal consciente, também existe uma função relativa­mente inconsciente, uma função auxiliar que, em todos os aspectos, difere em natureza da função principal. Dessas […]

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função

A operação da estrutura (ou organização) da psique. O ego, como uma estrutura da psique, tem capacidades para trabalhar ou funcionar. Funcionar é "uma certa forma de atividade psíquica que permanece teoricamente a mesma sob circunstâncias que variam. Do ponto de vista energético, uma função é uma forma feno­menal da libido, que teoricamente permanece constante, […]

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força central

" A força central a partir da qual, num determinado momento, se diferençou a psique individual. Essa força central passa por todas as diferenciações e separações subse­qüentes, vive em todas elas, atravessa-as para chegar à psique individual, como a única força que permanece absolutamente inalterada e indi­visa através de todas as camadas." (Jacobi, J.)Essa força […]

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histeria

Embora Jung aponha seu usual comentário sobre a supe­restimação que Freud faz do papel da sexualidade, não discordava de muitas das opiniões de Freud sobre a histeria. As de que os sintomas histéricos são um retorno de lembranças re­primidas sob uma forma diferente, de que são simbólicos e podem ser elucidados por meio da análise, […]

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ctônico

Referente às profundezas da Terra. Jung assemelha a psique à Terra. Ao falar sobre ar­quétipos psíquicos, ele diz que "são essencial­mente a porção ctônica da mente – se nos permitem usar esta expressão – aquela porção através da qual a mente está ligada à natureza, ou em que, pelo menos, a sua relação com a […]

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contra-sexual

Termo de Jacobi para designar o "lado reprimido" na teoria de psicologia ana­lítica de Jung. Jung sustentou a existência de um lado masculino e um feminino em todas as pessoas; o lado que não é dominante é repri­mido: ou seja, no homem é reprimido o lado fe­minino, e vice-versa. "O segundo estágio do pro­cesso de […]

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