Brincar é preciso

Professor de psiquiatria e psicanálise da Universidade Federal de Minas Gerais, Mário Renato Villefort de Bessa explica que o divertimento libera a criatividade. O médico acredita que as brincadeiras antigas, como amarelinha, chicotinho queimado e cabra-cega contribuem para liberar o lado lúdico. “Atualmente, as experiências de aprendizagem lúdica são muito menores”, comenta. Segundo ele, trata-se de uma questão psicológica, social e política. “O homem moderno não conta com um espaço real nas suas brincadeiras. Ele busca o gozo na experiência virtual”, analisa. “É preciso lembrar que, mais do que duração, nossas experiências com as crianças devem ser marcadas pela qualidade”.

[url=http://www.saudeplena.com.br/noticias/index_html?opcao=bemviver-brincar]Fonte: Portal Uai Saúde Plena [/url]
Professor de psiquiatria e psicanálise da Universidade Federal de Minas Gerais, Mário Renato Villefort de Bessa explica que o divertimento libera a criatividade. O médico acredita que as brincadeiras antigas, como amarelinha, chicotinho queimado e cabra-cega contribuem para liberar o lado lúdico. “Atualmente, as experiências de aprendizagem lúdica são muito menores”, comenta. Segundo ele, trata-se de uma questão psicológica, social e política. “O homem moderno não conta com um espaço real nas suas brincadeiras. Ele busca o gozo na experiência virtual”, analisa. “É preciso lembrar que, mais do que duração, nossas experiências com as crianças devem ser marcadas pela qualidade”.

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