Maternidade do Hospital Santa Catarina oferece atendimento psicológico às mães de bebês prematuros

Apesar de todos os cuidados, muitas vezes o trabalho de parto começa antes do previsto. Atendimento especial do neonatologista,incubadeira, medicação e equipamentos como o aparelho de ventilação entram em cena para garantir a segurança do bebê prematuro. Enquanto isso, a mãe enfrenta novas emoções. A alegria da chegada do bebê vem acompanhada de culpa, insegurança e medo. Para ajudar essa mulher, a Maternidade do Hospital Santa Catarina, de São Paulo, oferece um serviço especial: o atendimento psicológico.

Fonte: Allameda Editorial

Apesar de todos os cuidados, muitas vezes o trabalho de parto começa antes do previsto. Atendimento especial do neonatologista,incubadeira, medicação e equipamentos como o aparelho de ventilação entram em cena para garantir a segurança do bebê prematuro. Enquanto isso, a mãe enfrenta novas emoções. A alegria da chegada do bebê vem acompanhada de culpa, insegurança e medo. Para ajudar essa mulher, a Maternidade do Hospital Santa Catarina, de São Paulo, oferece um serviço especial: o atendimento psicológico.

Fonte: Allameda Editorial

Referência nacional no atendimento à gravidez de risco, a maternidade do Hospital Santa Catarina, da capital paulista, conta com uma equipe especializada no atendimento dos prematuros – recém-nascidos com idade gestacional menor que 37 semanas. A taxa habitual de prematuros do Hospital Santa Catarina é de 10 a 12% ao mês e o período de permanência dos pequenos nos equipamentos pode variar de 24 horas a meses.

“Além do avanço tecnológico e da capacitação profissional da equipe médica e para-médica, é de extrema importância ressaltar o papel da humanização no trato com o paciente e com os familiares”, comenta o neonatologista João Fazio, um dos coordenadores do Berçário do Santa Catarina. Dentro deste contexto humanizado está o trabalho da psicóloga clínica hospitalar Solange Martins Ferreira. Contratada do Hospital Santa Catarina, ela atende todos os casos que precisam de acompanhamento, sem custos para o paciente ou o convênio.

Assim que o médico ou a enfermeira percebem a necessidade de um atendimento psicológico, Solange é acionada. A forma de atuar varia a cada caso. “Há situações em que a sessão, ou o suporte terapêutico, precisa ser realizado diariamente”, exemplifica a psicóloga do Santa Catarina. Terapêutica verbal, relaxamento mental e reflexologia (massagem nos pés) estão entre as técnicas utilizadas.

Além do Berçário, Solange pode ser acionada por outros setores do Hospital. Muitos de seus atendimentos são feitos na pediatria. A psicóloga pode dar suporte aos familiares de uma criança que está internada ou ajudar um pequeno a superar a ansiedade e o medo antes de entrar na sala de cirurgia. “Na pediatria, o nível de ansiedade da família costuma ser muito alto”, explica ela. “É preciso ajudá-los, pois o ambiente confuso pode atrapalhar o tratamento”, conclui.

Informações para a Imprensa:

Luísa de Oliveira

Allameda Editorial

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