Brasil é nono em ‘ranking da felicidade’

O Brasil é o nono país “mais feliz” entre os 30 que fizeram parte de um levantamento do instituto britânico de pesquisa de mercado GfK NOP, considerado um dos mais importantes no ramo.

Fonte: [url=http://noticias.uol.com.br/bbc/2005/10/05/ult2363u4509.jhtm]UOL[/url]
O Brasil é o nono país “mais feliz” entre os 30 que fizeram parte de um levantamento do instituto britânico de pesquisa de mercado GfK NOP, considerado um dos mais importantes no ramo.

Fonte: [url=http://noticias.uol.com.br/bbc/2005/10/05/ult2363u4509.jhtm]UOL[/url]
Segundo o levantamento, o país com a população mais feliz de todos é a Austrália, seguido de Estados Unidos, Egito, Índia, Reino Unido e Canadá.

A pesquisa, realizada anualmente, entrevistou 30 mil pessoas, de 13 anos ou mais, em 30 países nos cinco continentes ? as entrevistas foram feitas entre dezembro de 2004 a feveriero de 2005.

Todos responderam à pergunta: “O quão feliz você se considera com a qualidade da sua vida?”.

No Brasil, 29% dos entrevistados se disseram “muito felizes”, outros 53% se consideraram “satisfeitos”, 14% afirmaram estar “desapontados” e 2% “muito infelizes”.

Saúde e casa própria

Na segunda parte da pesquisa, todos tinham de eleger quais itens (de uma lista pré-estabelecida) são prioritários para uma vida feliz.

O Brasil seguiu a maioria dos outros países ao considerar uma boa saúde o principal responsável por uma vida melhor, com 75% dos entrevistados escolhendo este como o primeiro item da lista.

Em seguida, vem o sonho da casa própria, que é a prioridade para 63% dos brasileiros. A estabilidade financeira também é considerada importante, ficando em 3º lugar na lista no Brasil.

De acordo com Nick Chiarelli, um dos responsáveis pela pesquisa, ela revela que as pessoas dão mais valor a fatores imateriais do que a dinheiro e posses.

“Acima de tudo, a pesquisa mostra que as população global geralmente está feliz com sua vida, com 82% dizendo estar muito feliz ou satisfeita. Ela também mostra que, embora dinheiro não compre felicidade, as pessoas querem ter estabilidade financeira, mas estão mais interessadas em ter uma boa saúde do que posses materiais”, afirmou.

Os infelizes

O país que se considera o menos feliz entre os pesquisados é a Hungria, onde 35% dos entrevistados se disseram “desapontados” ou “muito infelizes”.

Em seguida vêm a Rússia (30%), a Turquia (28%), a África do Sul (25%) e a Polônia (24%). A França aparece em nono lugar na lista dos países mais infelizes.

Se por um lado, a pesquisa mostra que dinheiro não compra felicidade, ela revela uma relação entre falta de dinheiro e infelicidade. Entre a população mais infeliz, a maioria se encontra nos grupos que recebem os mais baixos salários ou estão desempregados.

Descobriu-se que as pessoas felizes se preocupam menos com dinheiro e mais com questões como AIDS, terrorismo e educação.

Elas também se mostraram mais otimistas em relação às perspectivas para o futuro: 33% consideram que agora é uma boa hora para comprar os artigos que necessitam, e outros 37% estão muito confiantes de que em um ano vão estar numa situação melhor do que a atual.

Boa aparência, um bom período de sono, fé, higiene pessoal e tirar férias também caracterizam pessoas felizes, enquanto que a ingestão de álcool e fast food parecem não contribuir para a felicidade

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