Discordo da idéia de que há um 'terceiro' cuja função seria separar a díade mãe-bebê. Quem faz essa separação é um 'segundo', a própria mãe, quando percebe que o bebê já cresceu o suficiente para começar a segunda etapa do desenvolvimento emocional, que o tornará capaz de suportar, gradativamente, frustrações. Se a mão não o fizer, dificilmente um 'terceiro' conseguirá fazê-lo (quando muito, irá<em> reprimir </em>a simbiose, e não 'resolvê-la'.)