Acesso à Skinner pela sua própria obra: Publicações de 1930 a 1990 (1)

Kester Carrara – UNESP / Marília (2)

Extensa e controvertida, a obra publicada de B. F. Skinner está reunida, sob a forma de lista de referências, no presente trabalho. As publicações incluem artigos, livros, revisões, cartas a editores, comentários e outras manifestações de algum modo chanceladas pelo behaviorista de 1930 a 1990. Notas explicativas, ao final, acrescentam esclarecimentos importantes sobre vários dos seus trabalhos.

PALAVRAS-CHAVE: Análise do comportamento; behaviorismo; behaviorismo radical; publicações de Skinner.
Kester Carrara – UNESP / Marília (2)

Extensa e controvertida, a obra publicada de B. F. Skinner está reunida, sob a forma de lista de referências, no presente trabalho. As publicações incluem artigos, livros, revisões, cartas a editores, comentários e outras manifestações de algum modo chanceladas pelo behaviorista de 1930 a 1990. Notas explicativas, ao final, acrescentam esclarecimentos importantes sobre vários dos seus trabalhos.

PALAVRAS-CHAVE: Análise do comportamento; behaviorismo; behaviorismo radical; publicações de Skinner.

Uma primeira versão deste trabalho foi publicada na revista Didática, v.28, p.195-212, 1992.

Esta versão, preparada por sugestão de Behaviorism, para a Internet, teve autorização da direção do referido periódico.

Algumas alterações foram feitas, com o objetivo de aperfeiçoar a primeira publicação: passado mais tempo desde o desaparecimento de Skinner, bibliotecas, instituições de ensino e a própria B. F. Skinner Foundation possuem, agora, um agrupamento de informações mais sólidas acerca das publicações do autor. Na lista que se segue, foram acrescentadas algumas novas referências às 234 mencionadas anteriormente: as atualizações dizem respeito ao período 1961-1990 e valem-se, especialmente, do trabalho de compilação de R. Epstein (An updated bibliography of B. F. Skinner’s works, 1995, que pode ser encontrada em Todd, J. T. & Morris, E. K., Modern perspectives on B. F. Skinner and contemporary Behaviorism. Westport: Greenwood Press, 1995).

Tal lista, apresentada em ordem cronológica anual, mas sem maiores comentários, pode ser acessada no site da B.F. Skinner Foundation. Na seqüência, segue-se, na medida do possível, a redação introdutória e o formato da versão inicial (1992). Observações julgadas importantes foram acrescentadas entre colchetes. Críticas e sugestões serão bem-vindas e poderão ser encaminhadas via e-mail para o autor.

O presente trabalho reúne a obra publicada por B. F. Skinner, cobrindo toda a sua vida profissional ativa na área de Psicologia. O autor, nascido a 20.3.1904 e falecido a 18.8.1990, recebeu sua maior láurea em 10.8.1990, da American Psychological Association (…) o Citation for Outstanding Lifetime Contribution to Psychology pretendeu homenagear Skinner, autor de mais de 230 publicações e cujo último artigo, Can Psychology be a science of mind? teve sua redação completada apenas no anoitecer do dia 17.8.1990, véspera de sua morte.

Quando se trata de um autor controvertido tal como Skinner, é fundamental sair do conhecimento por vezes superficial e distorcido, gerado por fontes secundárias de referência, para ir direto a sua obra angariar argumentos que pretendam sustentar, derrubar ou apenas compreender os postulados do behaviorismo radical. Conhecer mais profundamente as publicações desse autor não é tarefa simples, dada sua extensão, seu caráter polêmico e as dificuldades para reuni-las.

Também Epstein (1977) não se disse completamente certo da exatidão e completitude de sua lista de publicações, embora a tenha elaborado a partir de entendimento com o próprio Skinner e tenha desfrutado das facilidades de contato direto com editores de revistas e periódicos norte-americanos, na época em que escreveu seu artigo [primeira parte da bibliografia] para Behaviorism [periódico].

Algumas razões contribuem, às vezes em conjunto, para dificultar a elaboração: primeiro, Skinner não se prendia aos padrões comuns de publicação, através de livros e artigos de pesquisa (ao longo da carreira, foram divulgadas também revisões, cartas a editores, resumos, prefácios, verbetes, etc.); segundo, muitas de suas publicações têm sido parcial ou completamente republicadas em diferentes ocasiões ou lugares; terceiro, as obras de referência (como Current Contents ou Psychological Abstracts) cobriram apenas parte do seu trabalho, tornando-se impraticável tê-las como único parâmetro para elaborar uma lista aceitável; quarto, tem-se um conhecido problema local, que é o fato de não se dispor, nas bibliotecas públicas brasileiras, de um número adequado de assinaturas de revistas e periódicos [problema que permanece].

Contraposta às limitações de caráter técnico para mais competente elaboração de trabalhos do gênero, está a evidente necessidade de uma tal lista, como instrumento de consulta rotineira, com que se espera abreviar o tempo para localização dos trabalhos de Skinner. Diferentemente de Epstein, não se procedeu, aqui, a uma caracterização das publicações, dividindo-as em cartas, artigos, livros, etc., embora nas notas, posteriores à lista, estejam indicadas as características das obras.

Ainda uma breve observação é necessária: dadas as considerações feitas, entende-se justificado o título do presente trabalho: são mais de duzentos (aproximadamente, conforme os critérios de classificação que se empregue) os trabalhos publicados durante o período citado; importa, aqui, facilitar o acesso a eles, supondo que isso deva ampliar o conhecimento de estudantes, professores, pesquisadores, a respeito do trabalho de B. F. Skinner.

Não fazem parte deste levantamento, mas existem produções que expressam pontos de vista do autor e que, por diferentes razões, não foram integralmente publicadas. São casos importantes:

  • Something to think about, 1930 (um embrião da instrução programada);
  • Properties of behavior paced by an external stimulus (trabalho apresentado com W. H. Morse na reunião anual da Eastern Psychological Association, New York, abril de 1957);
  • The concept of the reflex in the description of behavior (Tese de doutoramento defendida em 1930, na Harvard University, Cambridge, Massachusetts – apenas parcialmente publicada no ano seguinte, conforme entrada 4);
  • Sketch for an epistemology, 1932 (os primeiros rascunhos teóricos para uma ciência do comportamento);
  • On writing an autobiography (conferência, a convite, na reunião anual da American Psychological Association, New York, em 3 de setembro de 1979);
  • Studies in behavior therapy: status report I & II (material mimeografado, com H. C. Solomon, O. R. Lindsley e M. Richards, a partir de pesquisa subsidiada pelo Office of Naval Research, em 1969);

Naturalmente, também estão excluídas as entrevistas, os pronunciamentos, comentários, comunicações pessoais, programas estabelecendo contingências e excertos ou apreciações menos sistematizadas. Nesses gêneros, foram importantes, por exemplo:

  • "I have been misunterstood…" – An interview with B. F. Skinner, por R. I. Evans, em The Center Magazine, 1972 (março/abril), 5(2), p.63-5; trata-se de síntese do publicado na forma de livro, sob mesmo título e pelo mesmo autor, em 1968, New York, E. P. Dutton, 140p.;
  • Will sucess spoil B. F. Skinner?, por E. Hall, no Psychology Today, 1972, novembro, 6, p.65-72, 130;
  • What price utopia?, pronunciamento gravado no Reed College, Portland, Oregon. Portland State University, 21.5.1964;
  • Particular communication to Ernest Hilgard, em 28.12.1954, citada em E. Hilgard, Theories of Learning. New York, 1956, p.94 (na edição brasileira: Teorias da Aprendizagem, São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1975, 4ª reimpressão, p.115-6).
  • Particular communication to R. L. Shoemaker, Dean of students, em 30.4.1946, Indiana University: Archives, Bloomington, Indiana;
  • Handwriting with write and see, programa de contingências escrito em co-autoria com Sue Ann Krakower. Chicago: Lyons and Carnahan, Inc., 1968. Excertos (p.44) foram publicados em J. Holland, C. Solomon, J. Doran & D. A. Frezza, The behavior analysis in planning instruction. Reading, Massachusetts: Addison-Wesley Publishing Company, 1976 (p.101-3).

Seguem-se as publicações de B. F. Skinner, referentes ao período de 1930 a 1990 (inclusive); informações adicionais podem ser encontradas nas Notas. [Nestas, são citadas algumas edições brasileiras, a título de exemplo. Em geral, existem várias, naturalmente.]

 

Publicações (3)

 

  1. The progressive increase in the geotropic response of the ant Aphaenogaster. Journal of General Psychology, 1930, 4, p.102-12 (com T. C. Barnes (1)).
  2. On the inheritance of maze behavior. Journal of General Psychology, 1930, 4, p.342-6.
  3. On the conditions of elicitation of certain eating reflexes. Proceedings of the National Academy of Sciences, 1930, 16, p.433-8.
  4. The concept of the reflex in the description of behavior. Journal of General Psychology, 1931, 5, 427-58.
  5. Review of F. Fearing’s Reflex Action: a study in the History of Physiological Psychology. Journal of General Psychology, 1931, 5, p.125-9 (com W. J. Crozier (2)).
  6. Drive and reflex strength. Journal of General Psychology, 1932, 6, p.22-37.
  7. Drive and reflex strength II. Journal of General Psychology, 1932, 6, p.38-48.
  8. On the rate of formation of a conditioned reflex. Journal of General Psychology, 1932, 7, p.274-86.
  9. A paradoxical color effect. Journal of General Psychology, 1932, 7, p.481-2.
  10. On the rate of extinction of a conditioned reflex. Journal of General Psychology, 1933, 8, p.114-29.
  11. The measurement of ‘spontaneous activity’. Journal of General Psychology, 1933, 9, p.3-23.
  12. The rate of establishment of a discrimination. Journal of General Psychology, 1933, 9, p.302-50.
  13. ‘Resistance to extinction’ in the process of conditioning. Journal of General Psychology, 1933, 9, p.420-9.
  14. The abolishment of a discrimination. Proceedings of the National Academy of Sciences, 1933, 19, p.825-8.
  15. Some conditions affecting intensity and duration thresholds in motor nerve, with reference to chronaxie of subordination. American Journal of Physiology, 1933, 106, p.721-37 (com E. F. Lambert (1) e A. Forbes (3)).
  16. Has Gertrude Stein a secret? Atlantic Monthly, 1934 (janeiro), 153, p.50-7.
  17. The extinction of chained reflexes. Proceedings of the National Academy of Sciences, 1934, 20, p.234-7.
  18. A discrimination without previous conditioning. Proceedings of the National Academy of Sciences, 1934, 20, p.532-6.
  19. The generic nature of the concepts of stimulus and response. Journal of General Psychology, 1935, 12, p.40-65.
  20. Two types of conditioned reflex and a pseudo type. Journal of General Psychology, 1935, 12, p.66-77.
  21. A discrimination based upon a change in the properties of a stimulus. Journal of General Psychology, 1935, 12, p.313-6.
  22. A failure to obtain ‘disinhibition’. Journal of General Psychology, 1936, 14, p.127-35.
  23. The reinforcing effect of a differentiating stimulus. Journal of General Psychology, 1936, 14, p.263-78.
  24. The effect on the amount of conditioning of an interval of time before reinforcement. Journal of General Psychology, 1936, 14, p.279-95.
  25. Conditioning and extinction and their relation to drive. Journal of General Psychology, 1936, 14, p.296-317.
  26. Thirst as an arbitrary drive. Journal of General Psychology, 1936, 15, p.205-10.
  27. The verbal summator and a method for the study of latent speech. Journal of Psychology, 1936, 2, p.71-107.
  28. Two types of conditioned reflex: a reply to Konorski and Miller. Journal of General Psychology, 1937, 16, p.272-9.
  29. Changes in hunger during starvation. Psychological Record, 1937, 1, 51-60 (com W. T. Heron (1)).
  30. The effects of certain drugs and hormones on conditioning and extinction. Psychological Bulletin, 1937, 34, p.741-2 (com W. T. Heron (1)).
  31. The distribution of associated words. Psychological Record, 1937, 1, p.71-6.
  32. Effects of caffeine and benzedrine upon conditioning and extinction. Psychological Record, 1937, 1, p.340-6 (com W. T. Heron (2)).
  33. Is sense necessary? (Review of J. B. Rhine’s New Frontiers of the Mind). The Saturday Review of Literature, 1937, 9 de outubro, 16, p.5-6.
  34. The frequencies of occurrence of associated words. Psychological Bulletin, 1938, 35, p.675.
  35. The behavior of organisms: an experimental analysis. New York: Appleton-Century-Crofts, 1938.
  36. An apparatus for the study of animal behavior. Psychological Record, 1939, 3, p.166-76 (com W. T. Heron (1)).
  37. Some factors influencing the distribution of associated words. Psychological Record, 1939, 3(14), p.178-84 (com S. W. Cook (1)).
  38. The alliteration in Shakespeare’s sonnets: a study in literary behavior. Psychological Record, 1939, 3, p.186-92.
  39. Rate extinction in maze-bright and maze-dull rats. Psychological Bulletin, 1939, 36, p.520 (com W. T. Heron (2)).
  40. The rate of extinction in maze-bright and maze-dull rats. Psychological Record, 1940, 4, p. 11-8 (com W. T. Heron (1)).
  41. A method of maintaining an arbitrary degree of hunger. Journal of Comparative Psychology, 1940, 30, p.139-45.
  42. The nature of the operant reserve. Psychological Bulletin, 1940, 37, p.423.
  43. The psychology of design. In: Art education today. New York: Bureau Publications, Teachers College, Columbia University, 1941, p.1-6.
  44. A quantitative estimate of certain types of sound-patterning in poetry. American Journal of Psychology, 1941, 54, p.64-79.
  45. Some quantitative properties of anxiety. Journal of Experimental Psychology, 1941, 29, p.390-400 (com W. K. Estes (1)).
  46. The processes involved in the repeated guessing of alternatives. Journal of Experimental Psychology, 1942, 30, p.495-503.
  47. Reply to dr. Yacorzynski. Journal of Experimental Psychology, 1943, 32, p.93-4.
  48. A review of Hull’s Principles of Behavior. American Journal of Psychology, 1944, 57, p.276-81.
  49. The operational analysis of psychological terms. Psychological Review, 1945, 52, p.270-7.
  50. Rejoinders and second thoughts: Part V. Psychological Review, 1945, 52, p.291-4.
  51. Baby in a box. Ladies’ Home Journal, 1945, outubro, 62, p.20-31, 135-6, 138.
  52. The effect of the difficulty of a response upon its rate of emission. American Psychologist, 1946, 1, p.462.
  53. Differential reinforcement with respect to time. American Psychologist, 1946, 1, p.274-5.
  54. An automatic shocking-grid apparatus for continuous use. Journal of Comparative and Physiological Psychology, 1947, 40, p.305-7 (com S. L. Campbell (2)).
  55. Experimental psychology. In: J. T. Wilson et al., Current trends in Psychology. Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, 1947, p.16-49.
  56. ‘Psi’ and its manifestations (Review of J. B. Rhine’s The Reach of the Mind). New York Times Book Review, 2 de novembro, 1947, p.34.
  57. ‘Superstition’ in the pigeon. Journal of Experimental Psychology, 1948, 38, p.168-72.
  58. Card-guessing experiments. American Scientist, 1948, 36, p.456, 458.
  59. Walden Two. New York: MacMillan, 1948.
  60. Are theories of learning necessary? Psychological Review, 1950, 57, p.193-216.
  61. How to teach animals. Scientific American, dezembro de 1951, 185, p.26-9.
  62. Review of Norman Wiener’s The Human Use of Human Beings. Psychological Bulletin, 1951, 48, p.367-68.
  63. Some contributions of an experimental analysis of behavior to Psychology as a whole. American Psychologist, 1953, 8, 69-78.
  64. Science and human behavior. New York: MacMillan, 1953.
  65. The science of learning and the art of teaching. Harvard Educational Review, 1954, 24, p.86-97.
  66. A critique of psychoanalytic concepts and theories. Scientific Monthly, 1954, novembro, 79, p.300-5.
  67. A new method for the experimental analysis of the behavior of psychotic patients. Journal of Nervous and Mental Disease, 1954, 120, p.403-6 (com H. C. Solomon (2) e O. R. Lindsley (3)).
  68. The control of human behavior. Transactions of the New York Academy of Sciences, 1955, 17(7), p.547-51.
  69. Freedom and the control of men. American Scholar, 1955-1956, 25, p.47-65.
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  71. Review of Bush and Mosteller’s Stochastic Models of Learning. Contemporary Psychology, 1956, 1, p.101-3.
  72. What is psychotic behavior? In: F. Gildea (ed.) Theory and treatment of the psychoses: some newer aspects. St. Louis: Committee on Publications, Washington University Studies, 1956, p.77-99.
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  74. The experimental analysis of behavior. American Scientist, 1957, 45, p.343-71.
  75. The psychological point of view. In: H. D. Kruse (ed.) Integrating the approaches to mental disease. New York: Hoeber-Harper, 1957, p.130-3.
  76. A second type of superstition in the pigeon. American Journal of Psychology, 1957, 70, p.308-11 (com W. H. Morse (1)).
  77. Concurrent activity under fixed-interval reinforcement. Journal of Comparative and Physiological Psychology, 1957, 50, p.279-81 (com W. H. Morse (2)).
  78. Verbal behavior. New York: Appleton-Century-Crofts, 1957.
  79. Schedules of reinforcement. New York: Appleton-Century-Crofts, 1957 (com C. B. Ferster (1)).
  80. Diagramming schedules of reinforcement. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1958, 1(1), p.67-8.
  81. Some factors involved in the stimulus control of operant behavior. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1958, 1(1), p. 103-7 (com W. H. Morse (1)).
  82. Reinforcement today. American Psychologist, 1958, 13(3), p.94-9.
  83. Teaching machines. Science, 24.10.1958, 128, p.969-77.
  84. Sustained performance during very long experimental sessions. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1958, 1(1), p.235-44 (com W. H. Morse (2)).
  85. Fixed-interval reinforcement of running in a wheel. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1958, 1(1), p.371-9 (com W. H. Morse (2)).
  86. An experimental analysis of certain emotions. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1959, 2, p.264.
  87. John Broadus Watson, behaviorist. Science, 1959, 129, p.197-8.
  88. The programming of verbal knowledge. In: E. Galanter (ed). Automatic teaching: the state of the art. New York: John Wiley, 1959, p. 63-8.
  89. Animal research in the pharmacotherapy of mental disease. In: J. Cole & R. Gerard (eds.) Psychopharmacology: problems in evaluation. Washington: National Academy of Sciences-National Research Council, 1959, p.224-8.
  90. Cumulative record. New York: Appleton-Century-Crofts, 1959.
  91. The flight from the laboratory. In: B. F. Skinner, Cumulative record. New York, 1959, p.242-57.
  92. Special problems in programming language instruction for teaching machines. In: F. J. Oinas (ed.) Language teaching today. Bloomington, Indiana: Indiana University Research Center in Anthropology, Folklore, and Linguistics, 1960, p.167-74.
  93. Concept formation in philosophy and psychology. In: S. Hook (ed.), Dimensions of mind: a symposium. Washington Square: New York University Press, 1960, p.226-30.
  94. The use of teaching machines in college instruction (Parts II-IV). In: A. A. Lumsdaine & R. Glaser (eds.) Teaching machines and programmed learning: a source book. Washington: Department of Audio-Visual Instruction, National Education Association, 1960, p.159-72 (com J. G. Holland (2)).
  95. Modern learning theory and some new approaches to teaching. In: J. W. Gustad (ed), Faculty utilization and retention. Winchester: New England Bloard of Higher Education, 1960, p.64-72.
  96. Pigeons in a pelican. American Psychologist, 1960, 15, p.28-37.
  97. May we have a positive contribution? (Review of J. Hersey’s The Child Buyer). New Republic, 10.10.1960, 143, p.22.
  98. The design of cultures. Daedalus, 1961, 90(3), p.534-46.
  99. Comments at Cultural Evolution as viewed by psychologists. In: H. Hoagland & R. W. Burhoe (org.) Introduction to the issue ‘Evolution and man’s progress’. Daedalus, 1961, 90(3), p.570-86
  100. Why we need teaching machines. Harvard Educational Review, 1961, 31, p.377-98.
  101. Learning theory and future research. In: J. Lysaught (ed.) Programmed learning: evolving principles and industrial applications. Ann Arbor Foundation for Research of Human Behaviors, 1961, p.59-66.
  102. Teaching machines. Scientific American, 1961, novembro, 205, 90-102.
  103. The analysis of behavior: a program for self-instruction. New York: McGraw-Hill, 1961 (com J. G. Holland (1)).
  104. Behaviorism. In: The Oxford English Dictionary, (v.III). New York: Oxford University Press, 1961.
  105. Comments on "extrasensory perception". In: F. Gudas (ed.) Extrasensory perception. New York: Scribner, 1961.
  106. The theory behind teaching machines. Journal of the American Socety of Training Directors, julho de 1961, 31, p.377-98. (*)
  107. Verbal behaviour (Poems). Encounter, novembro de 1962, 19, p.42-4 (com I. A. Richards (1)).
  108. Technique for reinforcing either of two organisms with a single food magazine. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1962, 5(1), p.58 (com G. S. Reynolds (1)).
  109. Operandum. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1962, 5(2), p. 224.
  110. Squirrel in the yard: certain sciurine experiences of B. F. Skinner. Harvard Alumni Bulletin, maio de 1962, 64, p.642-5.
  111. Two ‘synthetic social relations’. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1962, 5(4), p.531-3.
  112. Conditioned and unconditioned aggression in pigeons. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1963, 6, p.73-4 (com G. S. Reynolds (1) e A. C. Catania (2)).
  113. Behaviorism at fifty. Science, 1963, 140, p.951-8.
  114. Operant behavior. American Psychologist, 1953, 18(7), p.503-15.
  115. Reply to Thouless. Australian Journal of Psychology, 1963, 15, p.92-3.
  116. Reflections on a decade of teaching machines. Columbia University: Teachers College Record, 1963, 65(2), p.168-77.
  117. L’avenir des machines à enseigner. Psychologie Française, 1963, 8, p.170-80.
  118. A Christmas caramel, or, a plum from the hasty pudding (A play). The Worm Runner’s Digest, agosto de 1963, 5, p.42-6.
  119. New methods and new aims in teaching. New Scientist, 1964, 122, 483-4.
  120. Psychology: a behavioral reinterpretation – ‘Man’. Proceedings of the American Philosophical Society, 1964, 108, p.482-5.
  121. Comments at symposium. In: T. W. Wann (ed.) Behaviorism and phenomenology: contrasting bases for modern psychology. Chicago: The University of Chicago Press, 1964, p.97-108.
  122. Letter to the editor (On theory). Science, 1964, 145, p.1385, 1387.
  123. On the relation between mathematical and statistical competence and significant scientific productivity. The Worm Runner’s Digest, 1964, 6(1), 15-17 (publicado sob o pseudônimo F. Galtron Pennywhistle). (*)
  124. The technology of teaching. Proceedings of the Royal Society, 1965, 162, p.427-43.
  125. Stimulus generalization in an operant: a historical note. In: D. I. Mostofsky (ed.) Stimulus generalization. Stanford: Stanford University Press, 1965, p.193-209.
  126. Why teachers fall. The Saturday Review, 16.10.1965, 48, p.80-1, 98-102.
  127. The phylogeny and ontogeny of behavior. Science, 9.9.1966, 153, p.1205-13.
  128. An operant analysis of problem solving. In: B. Kleinmuntz (ed.) Problem solving: research, method, and theory. New York: John Wiley & Sons, Inc., 1966, p.225-57.
  129. Conditioning responses by reward and punishment. Proceedings of Royal Institution of Great Britain, 1966, 41, p.48-51.
  130. Contingencies of reinforcement in the design of a culture. Behavioral Science, 1966, 11, p.159-66.
  131. What is the experimental analysis of behavior? Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1966, 9(3), p.213-18.
  132. Some responses to the stimulus ‘Pavlov’. Conditional Reflex: A Pavlovian Journal of Research & Therapy, 1966, 1(2), p.74-8.
  133. B. F. Skinner (An autobiography). In: E. G. Boring & G. Lindsley (eds.) A history of psychology in autobiography (v.5). New York: Appleton-Century-Crofts, 1967, p.385-413.
  134. Visions of utopia. The Listener, 5.1.1967, 77, p.22-3.
  135. Utopia through the control of human behavior. The Listener, 12.1.1967, 77, p.55-6.
  136. The problem of consciousness: a debate. Philosophy and Phenomenological Research, março de 1967, 27, p.317-37 (com B. Blanshard (1)).
  137. Letter to W. H. Gantt. In: W. H. Gantt, Pavlovian classical conditional reflex – a classical error? Conditional Reflex: A Pavlovian Journal of Research & Therapy, 1967, 2, p.255-7.
  138. The science of human behavior. In: Twenty-five years at RCA laboratories: 1942-1967. Princeton, New Jersey: RCA Laboratories, 1968, p.92-102.
  139. Teaching science in high school – what is wrong? Science, fevereiro de 1968, 159, p.704-10.
  140. Edwin Garrigues Boring. Year Book of the American Philosophical Society, 1968, p.111-5
  141. The design of experimental communities. In: International Encyclopedia of the Social Sciences (v.16). New York: MacMillan, 1968, p.271-75.
  142. The technology of teaching. New York: Appleton-Century-Crofts, 1968.
  143. Development of methods of preparing materials for teaching machines. Alexandria: Human Resources Research Office, George Washington University, 1968, ed. by L. M. Zook. (*)
  144. Handwriting whith write and see. Chicago: Lyons & Carnahan, 1968 (manual para professores e estudantes, v.1-6) (com S. Krakower (2)). (*)
  145. Contingency management in the classroom. Education, dezembro de 1969, 90, p.93-100.
  146. The machine that is man. Psychology Today, abril de 1969, 2, p.22-5, 60-3.
  147. Contingencies of reinforcement: a theorethical analysis. New York: Appleton-Century-Crofts, 1969.
  148. Operant reinforcement of prayer (An excerpt from the writings of Benjamin Franklin). Journal of Applied Behavior Analysis, 1969, 2, p.247.
  149. The inside story. Psychology Today, abril de 1969, 2, p.64-5.
  150. Utopia and human behavior. In: P. Durtz (ed.) Moral problems in contemporary society. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice Hall, 1969, p.96-115.
  151. Creating the creative artist. In: A. J. Toynbee et al. On the future of art. New York: Viking Press, Inc., co-ed. by Solomon R. Guggenheim Museum, 1970, p.61-75.
  152. Sketch for an autobiography. In: P. B. Dews (ed.) Festschrift for B. F. Skinner. New York: Appleton-Century-Crofts, 1970, p.18.
  153. Humanistic behaviorism. The Humanist, maio/junho de 1971, 31, p.35.
  154. Autoshaping. Science, 1971, 173, p.752.
  155. A behavioral analysis of value judgements. In: E. Tobach, I. R. Aronson, E. Shaw (ed.) The biopsychology of development. New York: Academic Press, 1971, p.543-51.
  156. B. F. Skinner says what’s wrong with the social sciences. The Listener, 30.9.1971, 86, p.429-31.
  157. Beyond freedom and dignity. New York: Alfred A. Knopf, 1971.
  158. Letter to the editor (A reply to Richard Sennett). New York Times Book Review, 21.11.1971, p.50.
  159. Operant conditioning. In: The encyclopedia of education, v.7. New York: MacMillan and Free Press, 1971, p.29-33. (*)
  160. Some relations between behavior modification and basic research. In: B. F. Skinner, Cumulative Record, 3.ed. New York: Appleton-Century-Crofts, 1972, p.276-82.
  161. Compassion and ethics in the care of the retardate. In: B. F. Skinner, Cumulative Record, 3.ed. New York: Appleton-Century-Crofts, 1972, p.283-91.
  162. A lecture on ‘having a poem’. In: B. F. Skinner, Cumulative Record, 3.ed., New York: Appleton-Century-Crofts, 1972, p.345-55.
  163. Humanism and behaviorism. The Humanist, julho/agosto de 1972, 32, p.18-20.
  164. Freedom and dignity revisited. New York Times, 11.8.1972, p.29.
  165. Some implications of making education more efficient. In: C. E. Thoresen (ed.) Behavior modification in education. Chicago: National Society for the Study of Education, 1972, p.446-56.
  166. Reflections on meaning and structure. In: R. Brower, H. Vendler, J. Hollander (eds.) I. A. Richards: essays in his honor. New York: Oxford University Press, 1973,p.199-209.
  167. Answers for my critics. In: H. Wheeler (ed.) Beyond the punitive society (Operant conditioning: social and political aspects). San Francisco: W. H. Freeman, 1973, p.256-66.
  168. The freedom to have a future. Annals of the 1972 Sol Feinstone Lecture, Syracuse. New York: Syracuse University, 1973.
  169. Are we free to have a future? Impact, 1973, 3(1), p.5-12.
  170. Walden (One) and Walden Two. The Thoreau Society Bulletin, 1973, 122, p.1-3.
  171. The free and happy student. New York University Education Quarterly, 1973, 4, p.2-6.
  172. Letter to the editor (On corporal punishment). Educational Leadership, outubro de 1973, 31, p.61.
  173. Designing higher education. Daedalus, 1974, 103, p.196-202.
  174. About behaviorism. New York: Alfred A. Knopf, 1974.
  175. Comments on Watt’s ‘B. F. Skinner and the technological control of social behavior’. The American Political Science Review, 1975, 69(1), p.228-29.
  176. The shaping of phylogenic behavior. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1975, 24, p.117-20.
  177. The steep and thorny way to a science of behavior. American Psychologist, 1975, 30, p.42-9.
  178. The ethics of helping people. Criminal Law Bulletin, 1975, 11, p.623-36.
  179. Behavior control: freedom and morality. In: D. Dennett, Teaching Philosophy, 1975, 1(2), p.175-7.
  180. Walden Two revisited. In: B. F. Skinner, Walden Two. New York: MacMillan, 1976, p.V-SVI.
  181. Farwell, my lovelly! Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1976, 25, p.218.
  182. Particulars of my life. New York: McGraw-Hill, 1976.
  183. Between freedom and despotism. Psychology Today, setembro de 1977, 11, p.80, 82, 84, 86, 90, 91.
  184. Why I am not a cognitive psychologist. Behaviorism, 1977, 5, p.1-10.
  185. Herrnstein and the evolution of behaviorism. American Psychologist, 1977, 32(12), p.1006-12.
  186. The force of coincidence. In: B. C. Etzel, J. M. LeBlanc, D. M. Baer (eds.) New developments in behavioral psychology: theory, methods, and applications. Hillsdale, New Jersey: Lawrence Erlbaum, 1977, p.3-6.
  187. Freedom, at last, from the burden of taxation. New York Times, 26.7.1977, p.29. (*)
  188. Reflections on behaviorism and society. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, Inc., 1978.
  189. Why don’t we use the behavioral sciences? Human Nature, 1978, 1, p.86-92.
  190. A happening at the annual dinner of the Association for Behavioral Analysis. Chicago, 15.5.1978. The Behavior Analyst, 1979, 2(1), 30-33 (publicação anônima). (*)
  191. The shaping of a behaviorist: part two of an autobiography. New York: Alfred A. Knopf, 1979.
  192. My experience with the baby-tender. Psychology Today, março de 1979, p.28-31, 34, 37-8, 40. (excerto, com comentários ampliados para a revista, de The shaping of a behaviorist…, 1979). (*)
  193. Le renforçateur arrangé. Revue de modification du comportement, 1979, 9, p.59-69 (trad. p/francês de R. Beausoleil) (*).
  194. Ressurgence of responding after the cessation of response-independent reinforcement. Proceedings of the National Academy of Science, 1980, 77(10), p.6251-3 (com R. Epstein (1)).
  195. The species-specific behavior of ethologists. The Behavior Analyst, 1980, 3, p.51.
  196. Symbolic communication between two pigeons (columba livia domestica). Science, 1980, 207, p.543-5 (com R. Epstein (1) e R. P. Lanza (2)).
  197. Notebooks. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall (ed. R. Epstein), 1980.
  198. The experimental analysis of operant behavior: a history. In: R. W. Rieber, K. Salzinger (eds.) Psychology: theoretical-historical perspectives. New York: Academic Press, 1980, p.191-202.
  199. ‘Self awareness’ in the pigeon. Science, 1981, 212, p.695-6 (com R. Epstein (1) e R. P. Lanza (2)).
  200. The spontaneous use of memoranda by pigeons. Behavior Analysis Letters, 1981, 1, p.241-6 (com R. Epstein (1)).
  201. Inovation in science teaching. Science, 17.4.1981, 212, p.283.
  202. How to discover what you have to say: a talk to students. The Behavior Analyst, 1981, 4(1), p.1-7.
  203. Selection by consequences. Science, 1981, 213(4507), p.501-4.
  204. Charles B. Ferster – A personal memoir. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1981, 35, p.259-61. (*)
  205. Pavlov’s influence on psychology in America. Journal of the History of the Behavioral Sciences, 1981, 17, p.242-5. (*)
  206. ‘Lying’ in the pigeon. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1982, 38(2), p.201-3 (com R. P. Lanza (1) e J. Starr (2)).
  207. Contrived reinforcement. The Behavior Analyst, 1982, 5(1), p.3-8.
  208. "I am most concerned…". Psychology Today, maio de 1982, p.48-9 (parte de Understanding psychological man: a state-of-the-science report, p.40-59). (*)
  209. Skinner for the classroom. Champaign: Research Press, 1982 (ed. R. Epstein) (*)
  210. Origins of a behaviorist. Psychology Today, 1983, 17(7), p.22-35.
  211. A better way to deal with selection. The Behavioral and Brain Sciences, 1983, 6, p.377-8.
  212. Enjoy old age – a program of self-monitoring. New York: Alfred A. Knopf, 1983 (com M. E. Vaughan (2)).
  213. A matter of consequences. New York: Alfred A. Knopf, 1983.
  214. Can the experimental analysis rescue psychology? The Behavior Analyst, 1983, 6(1), p.9-17.
  215. Intellectual self-management in old age. American Psychologist, 1983, 38, 239-44. (*)
  216. Some consequences of selection. The Behavioral and Brain Sciences (Canonical papers), 1984, 7(4), p.502-10.
  217. Methods and theories in the experimental analysis of behavior. The Behavioral and Brain Sciences (Canonical papers), 1984, 7(4), p.511-23.
  218. Theoretical contingencies. The Behavioral and Bain Sciences (Canonical papers), 1984, 7(4), p.541-6.
  219. Contingencies and rules. The Behavioral and Brain Sciences (Canonical papers), 1984, 7(4), p.607-13.
  220. Representations and misrepresentations. The Behavioral and Brain Sciences (Canonical papers), 1984, 7(4), p.655-7.
  221. Phylogenic and ontogenic environments. The Behavioral and Brain Sciences (Canonical papers), 1984, 7(4), p.701-11.
  222. Reply to Catania. The Behavioral and Brain Sciences Canonical papers), 1984, 7(4), p.718-9.
  223. Reply to Harnad. The Behavioral and Brain Sciences (Canonical papers), 1984, 7(4), p.721-4.
  224. The evolution of behavior. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1984, 41(2), p.217-22.
  225. The shame of American Education. American Psychologist, 1984, 39(9), p.947-54.
  226. Reply to Place: "three senses of the word ‘tact’". Behaviorism, 1985, 13(1), p.75-6.
  227. Cognitive science and behaviourism. British Journal of Psychology, 1985, 76(3), p.291-301.
  228. Toward the cause of peace: what can Psychology contribute? In: S. Oskamp (ed.), International conflict and national public policy issues. Beverly Hills: Sage Publications – Applied Social Psychology Annual, 1985, 6, p.21-5.
  229. News from nowhere, 1984. The Behavior Analyst, 1985, 8, p.5-14. (*)
  230. What is wrong with daily life in the western world? American Psychologist, 1986, 41(5), p.568-74.
  231. Is it behaviorism? The Behavioral and Brain Sciences, 1986, 9(4), p.716.
  232. The evolution of verbal behavior. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1986, 45(1), p.115-22.
  233. Some thoughts about the future. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1986, 45(2), p.229-35.
  234. Programmed instruction revisited. Phi Delta Kappa, 1986 (outubro), 68, p.103-10.
  235. Sleeping in peace. Free Inquiry, 1986, 6, p.57. (*)
  236. B. F. Skinner ("The books that have been most important…"). In: C. M. Devine, C. M. Dissel & K. D. Parrish (eds.) The Harvard guide to influential books: 113 distinguished Harvard professors discuss the books that have helped to shape their thinking. New York: Harper & Row, 1986, p.233-4. (*)
  237. A thinking aid. Journal of Applied Behavior Analysis, 1987, 20(4), p.379-80.
  238. Review of Analysis and Integration of Behavioral Units (Expanding the Operant Analysis), ed. por T. Thompson e M. D. Zeiler. Contemporary Psychology, 1987, 32(6), p.505-6.
  239. Whatever happened to Psychology as the science of behavior? American Psychologist, 1987, 42(8), p.780-6.
  240. Review of L. D. Smith, Behaviorism and Logical Positivism: a reassessment of the alliance. Journal of the History of the Behavioral Sciences, 1987, 23(3), p.206-9.
  241. Outlining a science of feeling. The London Times Literary Supplement, 8.5.1987, p.490, 501.
  242. Antecedents (In: Reminiscenses of J.E.A.B.). Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1987, 48(3), p.447-8.
  243. Upon further reflection. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1987.
  244. A humanist alternative to A. A.’s Twelve Steps. The Humanist, 1987, 47, p.5. (*)
  245. What religion means to me. Free Inquiry, 1987, 7, p.12-3. (*)
  246. The operant side of behavior therapy. Journal of Behavior Therapy & Experimental Psychiatry, 1988, 19(3), p.171-79.
  247. The behavior of the listener. In: S. C. Hayes (ed.) Rule-governed behavior: cognition, contingencies, and instructional control. New York: Plenum, 1988, p.85-96.
  248. Genes and behavior. In: G. Greenberg, E. Tobach (eds.) Evolution of social behavior and integrative levels. Hillsdale, New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, 1988.
  249. A fable. The Analysis of Verbal Behavior, 1988, 6, 1-2. (*)
  250. Signs and countersigns. The Behavior and Brain Sciences, 1988, 11, 466-7. (*)
  251. War, peace, and behavior analysis: some comments. Behavior Analysis and Social Action, 1988, 6, p.57-8. (*)
  252. The origins of cognitive thought. American Psychologist, 1989, 44(1), p.13-8.
  253. Recent issues in the analysis of behavior. Columbus, Ohio: Merrill Publishing Company, 1989.
  254. The initiating self. In: D. Cichetti, W. Grove (eds.) Thinking clearly about Psychology: essays in honor of Paul E. Meehl. Minneapolis: University of Minnesota Press, 1990.
  255. To know the future. The Behavior Analyst, 1990, 13(2), p.103-6.
  256. The non-punitive society. Japanese Journal of Behavior Analysis, 1990, 5, 98-106. (*)
  257. Can Psychology be a science of mind? American Psychologist, 1990, 45(11), p.1206-10.
  258. A world of our own. Behaviorology, 1993, 1, p.3-5.

 

Notas (4)

4. Este artigo, bem como os das entradas 16, 19, 20, 28, 38, 44, 45, 46, 49, 51, 55, 57, 60, 61, 66, 68, 70, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 82, 84, 87, 96, 98, 100, 110, 111, 116, 120, 132, 139, 141, 145, 151, 156, fazem parte das edições atuais de Cumulative Record. O artigo referido na entrada 70 consta apenas resumido na obra citada.

5. Este, como os artigos referidos nas entradas 33, 48, 56, 72, 97, 238 e 240, caracterizam-se como revisões.

6. Esta publicação, exceção feita a uma parte da Figura 1 do original, foi reproduzida em A. C. Catania, Contemporary Research in Operant Behavior. Glenview, Illinois: Scott, Foresman & Co., 1968. Na mesma obra, foram reproduzidos integralmente os artigos citados nas entradas 8, 28, 57, 60 e 71.

35. Para algumas obras, Skinner teve o cuidado de acrescentar novos prefácios em certas edições. É o caso desta: Preface to the seventh printing (p. IX a XIV), quando se lançou a edição em brochura do livro. Não é incomum a citação desse prefácio como obra à parte.

42. Esta entrada e as de números 52, 53, 68 e 86, referem-se a abstracts.

48. Reproduzido em Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 1989, 51(2), p.287-92.

49. Republicado em Canonical Papers of B. F. Skinner: The Behavioral and Brain Sciences, 1984, 7(4), p.473-724. (Editado por A. C. Catania & S. Harnad, incluindo numerosos comentários de analistas). O mesmo ocorre com os artigos referidos nas entradas 113, 127, 128 e 203. Outros artigos, detalhamente citados nas entradas 216 a 223, também estão na mesma obra. Reproduzido também como livro sob o título The selection of consequences: the operant behaviorism of B. F. Skinner – comments and consequences. New York: Cambridge University Press, 1988.

50. Partes I a IV constam do artigo referenciado na entrada 49.

59. Edição brasileira: Walden Two: uma sociedade do futuro. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1977, trad. Rachel Moreno e Nelson R. Saraiva. Contém a nova introdução Revisitando…

63. Artigo adaptado de uma conferência dada no 30º Congresso Internacional de Psicologia, em Estocolmo, Suécia, em 1951, sob o título The Experimental Analysis of Behavior, que se encontra em Proceedings of the Thirteenth International Congress of Psychology,, 1951, p.62-91.

64. Também publicado por Free Press, 1953. Edição brasileira: Ciência e Comportamento Humano. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1967 (trad. de João Cláudio Todorov e Rodolpho Azzi).

65. Publicado também em J. T. Wilson, C. S. Ford, B. F. Skinner, G. Bergman, F. A. Beach, K. Pribram, Current trends in Psychology and the behavioral sciences. Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, 1954.

70. Republicações: S. Koch (ed.), Psychology: a study of science (v.III). New York: McGraw-Hill Book Company, 1958, p.359-79 e A. C. Catania (ed.), Investigación contemporánea en conducta operante. México: Editorial Trillas, 1974, p.44-58.

73. Clássico debate reproduzido em L. Gorlow, W. Watkovsky (ed.) Readings in the Psychology of adjustment. New York: McGraw-Hill Book Company, 1959, p.500-22.

75. O livro de Kruse contém, ainda, transcrições de algumas discussões de que Skinner participou.

78. Edição brasileira: O comportamento verbal. São Paulo: Editora Cultrix-EDUSP, 1978 (trad. de Maria da Penha Villalobos). Os rascunhos dessa obra, constantemente recompostos por Skinner, começaram a ser escritos em 1933. Em 1948, foram condensados em William James Lectures on Verbal Behavior, na Harvard University. O material circulou em aulas e conferências de Skinner, até a versão final em 1957.

83. Mesmo título que o do artigo da entrada 102, mas textos diferentes. Reproduzido em The Technology of Teaching (entrada 139).

90. Novos artigos foram incluídos nas edições ampliadas e revistas de 1961 e 1972.

91. Também em W. Dennis, J. T. Wilson et al. Current trends in psychological theory: a bicentenial program. Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, 1961, p. 50-69 e em M. H. Marx, Theories in contemporary psychology. New York: MacMillan, 1963.

93. Trata-se de uma análise que Skinner faz de um artigo de S. Toulmin publicado no mesmo livro.

94. A parte I desse artigo está referida na entrada 83.

98. Reproduzido em R. Ulrich, T. Stachnik, J. Mabry (ed.), Control of human behavior. Glenview, Illinois: Scott, Foresman, 1966. Também em H. Hoagland, R. W. Burhoe (eds.) Evolution and man’s progress. New York: Columbia University Press, 1962, p.124-36.

99. São reunidos, na publicação, comentários de Skinner e de Henry A. Murray, Abraham H. Maslow, Carl Rogers, Lawrence K. Frank, Anatol Rapoport e Hallock Hoffmann. A publicação resulta das ‘Conferences on Evolutionary Theory and Human Progress’ (2 a 4.12.1960), de que B. F. Skinner participou na chamada conferência ‘C’.

103. Edição brasileira: A análise do comportamento. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária-Editora da Universidade de São Paulo, 1973 (trad. e adapt. de Rodolpho Azzi e Carolina Martuscelli Bori).

113. A versão definitiva desse artigo encontra-se em T. W. Wann (ed.) Behaviorism and Phenomenology: contrasting bases for modern Psychology. Chicago: The University of Chicago Press, 1964, p.79-97. Nas páginas 97-108 desse livro, Wann reproduz discussões sobre o mesmo assunto de que Skinner participou. Essa obra reproduz ainda: comentários de Skinner (p.42) sobre o artigo de S. Koch, Psychology and emerging conceptions of knowledge as unitary; comentários de Skinner (p.134, 135, 139, 140) sobre o artigo de C. R. Rogers, Toward a science of the person, e comentários de Skinner (p.155, 156, 159) sobre o artigo de N. Malcolm, Behaviorism as a philosophy of Psychology. O artigo foi reproduzido também em Contingencies of reinforcement: a theoretical analysis.

114. Reproduzido em W. K. Honig (ed.) Operant behavior: areas of research and application. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1966, p.12-32.

122. Esta, como as referidas nas entradas 137, 158 e 172, são cartas de Skinner, geralmente a editores.

124. Reproduzido em The Technology of Teaching (entrada 142).

126. Reproduzido em The Technology of Teaching (entrada 142).

127. O assunto do artigo foi objeto de participação num simpósio que celebrou o centenário de fundação da University of Kentucky, Lexington (novembro/1965).

128. O texto foi anteriormente apresentado (parcialmente), em simpósio no Carnegie Institute of Technology (abril/1965). Reproduzido também em Contingencies of reinforcement: a theoretical analysis (entrada 147).

130. Esse artigo resultou da participação em simpósio na American Psychological Association, em 6.9.1964. Reproduzido em Contingencies of reinforcement: a theoretical analysis (entrada 147).

134. Reproduzido, abreviadamente, em Contingencies of reinforcement: a theoretical analysis (entrada 147).

135. Revisto, ampliado e reproduzido em Contingencies of reinforcement: a theoretical analysis (entrada 147); também sob o título Utopia and human behavior, In: P. Kurtz (ed.) Moral problems in contemporary society. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice Hall, Inc., 1969.

142. Edição brasileira: Tecnologia do ensino. São Paulo: Editra Herder-EDUSP, Coleção Ciências do Comportamento, 1972 (trad. de Rodolpho Azzi).

144. Embora citado na introdução como produção extra, a freqüência de citações justificaria a inclusão deste trabalho na lista.

145. Editado no Brasil em: Coleção Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, várias edições (na primeira, em 1975, constou no volume 51: Skinner e Piaget). Com o mesmo título de Contingências do reforço: uma análise teórica, foi republicado, como também em 1984, pela mesma editora brasileira, junto com I. P. Pavlov (p.158-396). Tradução de Rachel Moreno, consultoria de Rodolpho Azzi. Acompanha breve biografia. A obra reúne uma série de publicações e conferências de B. F. Skinner no período de 1962 a 1969.

149. Baseado em uma conferência Herrick, pronunciada na Denison University, em outubro de 1968.

152. Ocasionalmente, pode-se encontrar referência à versão não-revisada do mesmo material: o número de páginas e parte do conteúdo não coincidirão, naturalmente.

157. Também publicado por Bantan/Vintage. New York, 1971. Edição brasileira: O mito da liberdade. Rio de Janeiro: Bloch Editores, 1972, trad. de Leonardo Goulart e Maria Lúcia F. Goulart. São Paulo: Summus Editorial Ltda., 1983, trad. de Elisane R. B. Rebelo. Um abstract do livro foi publicado em Psychology Today, 1971, 5, p.37-80. A respeito, acrescente-se que há excertos de conferências sob o título Beyond freedom and dignity, patrocinada pelo Center for the Study of Democratic Institution e publicada em The Center Magazine, 1972 (março/abril), 5(2), p.33-62. J. Platt faz uma análise (A revolutionary manifesto, p.34-52) e M. Block, A. Toynbee e B. F. Skinner também escrevem (Comments, p.53-62). Para a mesma obra, Skinner também escre

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