Estudo revela que há chance de reverter Alzheimer

Testes em camundongos sugerem que os danos causados no cérebro pelo mal de Alzheimer podem ser, pelo menos, parcialmente reversíveis.
A informação foi divulgada por pesquisadores da Universidade de Minnesota (EUA) em artigo na revista “Science” desta semana.

Fonte: [url=http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=29848]Jornal da Ciência[/url]
Testes em camundongos sugerem que os danos causados no cérebro pelo mal de Alzheimer podem ser, pelo menos, parcialmente reversíveis.
A informação foi divulgada por pesquisadores da Universidade de Minnesota (EUA) em artigo na revista “Science” desta semana.

Fonte: [url=http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=29848]Jornal da Ciência[/url]
Os camundongos geneticamente alterados voltaram a conseguir andar por labirintos depois que os genes causadores da degeneração do cérebro foram desativados.

Isso sugere que os danos causados por Alzheimer não são permanentes. Essa doença degenerativa afeta cerca de 4,5 milhões de pessoas só nos EUA.

“Até os camundongos que perderam metade dos neurônios envolvidos na formação de memória, quando tiramos a molécula que causava a perda da memória dos neurônios existentes, desligando os genes, eram capazes de lembrar da nova informação”, disse Karen Ashe, líder do estudo.

Ela admite, porém, que o caminho para chegar ao tratamento da doença será longo. (Reuters)
(O Estado de SP, 15/7)

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