Estudo afirma que exercício reduz em quase 34% o risco de Alzheimer

Pesquisadores da Universidade de Bristol, na Grã-Betanha, afirmam que uma vida ativa pode reduzir em quase 34% o risco de uma pessoa desenvolver o mal de Alzheimer.
Pesquisadores da Universidade de Bristol, na Grã-Betanha, afirmam que uma vida ativa pode reduzir em quase 34% o risco de uma pessoa desenvolver o mal de Alzheimer.

Foram 17 avaliações que examinavam os efeitos da atividade física em problemas mentais, como a demência e o Alzheimer. Segundo os resultados do estudo, a atividade física em homens e mulheres estava associada a uma queda entre 30% e 40% no risco de desenvolver a doença.

Os pesquisadores dizem que ainda não é possível determinar a razão deste efeito, mas avaliam que ele pode estar associado aos benefícios ao sistema vascular e também a liberação de substâncias químicas no cérebro.

Oura pesquisa, realizada pela Universidade de Strathclyde e, também na Grã-Betanha, e apresentada na conferência da Fundação Britânica de Nutrição, indica que a falta de atividades físicas pode levar à depressão e à demência.

Especialista em exercício e psicologia esportiva da Universidade de Strathclyde, a professora Nanette Mutrie afirmou, durante a conferência, que foi apenas recentemente que as pessoas começaram a notar a ligação entre atividade física e saúde mental. Segundo ela, pessoas inativas têm o dobro de risco de desenvolver depressão, além dos indícios de que o exercício pode ser um dos tratamentos para o problema.

Notícia retirada da fonte:

BBC Brasil

Por Carla Destro para RedePsi

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