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Filosofia e Psicanalise Lacaniana – parte V

Desta forma, compreendemos a importância de estabelecermos um diálogo com os achados de Lacan, ou com o que poderíamos chamar de filosofia de Lacan, ou sobre o uso que faz dos instrumentos fornecidos pela tradição filosófica. Este diálogo justifica-se, na medida em que a psicanálise subverte a questão do sujeito, tal como é filosoficamente formulada, em Hegel, por exemplo. A psicanálise lacaniana produz, assim, uma subversão da ingênua noção de um sujeito retro-cognoscente. …

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Filosofia e Psicanálise Lacaniana IV

(…)Uma relação que se pretenda estabelecer entre psicanálise e filosofia deve levar em consideração inicialmente, um diálogo com a linguagem atual da antropologia ou com os mais recentes problemas da filosofia do qual, muitas vezes, a psicanálise só tem a se beneficiar.

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Filosofia e Psicanálise Lacaniana III

(…) O estatuto ontológico da linguagem deve ser buscado não mais em relação a ela ser uma mera expressão de uma condição interna, mas em ela ser a própria condição de uma suportabilidade externa do falante. Para a teoria lacaniana, o anthropos se movimenta somente e apenas num campo minado que é estruturado pela linguagem.

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Filosofia e psicanalise lacaniana II

(…)Com relação à questão do saber, podemos nos indagar o que quer dizer e o que está implicado nisso, quando se diz que se sabe algo. O que quer dizer saber algo? Sei que um determinado objeto, por exemplo, é uma cadeira, porque disponho, previamente, de um sinal, de um signo, de um significante que […]

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Filosofia e Psicanálise Lacaniana I

Quando nos colocamos em marcha, com o objetivo de produzir uma investigação sobre filosofia e psicanálise, a fim de determinar as possibilidades, dificuldades e limites de um diálogo entre esses dois campos do saber, uma primeira questão merece e necessita ser investigada de antemão.

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Lacan e a sexualidade humana IV – o feminino

(…)A mulher não exerce o simbólico, a mulher existe a partir de um dado no Real. A mulher não existe a priori, a partir do exercício fundado num significante prévio, como o ocupante do campo masculino. Ela não existe a partir de estar ancorada na linguagem, como o masculino. A mulher somente existe a posteriori.

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Lacan e a sexualidade humana III – o feminino

O conceito permite alcançar ilusoriamente o objeto, pois mata o objeto real, e despresentifica o objeto da cena do visível. Os objetos podem ser e são mortos pelo conceito, daí que não vemos mais os objetos, mas apenas os símbolos que são utilizados para se relacionar com eles, as palavras. Não vemos mais os objetos […]

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Lacan e a sexualiade humana II

O homem, o masculino, existe desde dentro do registro do simbólico, dentro da linguagem, sendo que este acesso à linguagem foi possibilitado pelo atamento à metáfora paterna efetivada no desfiladeiro do Édipo.

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Lacan e a sexualiade humana I

A palavra teoria é uma das palavras de menor valor e de menor prestígio na cena contemporânea da suposta sociedade do conhecimento. Digo suposta, pois penso que temos informação demais e conhecimento de menos.

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O Édipo como estrutura que funda o sujeito humano

A estrutura do desfiladeiro edípico, o Édipo, é o eixo de humanização do sujeito humano. O Édipo é aquilo que garante ao sujeito o acesso à sua individualidade; a poder dizer eu sou.

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